sábado, 27 de setembro de 2008

DESENVOLVIMENTO HUMANO e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO II

O desenvolvimento humano de que trato aqui envolve algo além do IDH conforme proposto pela ONU. Aqui estou trabalhando a idéia de desenvolvimento de Sistemas Humanos dentro da empresa que chamo de IDH-E, mesmo que o material obtido através dos RDH (Relatórios de Desenvolvimento Humano) contribua para melhorar ainda mais as idéias que proponho para inserção no ambiente empresarial. Contudo, para que o IDH-E possa se concretizar é muito importante que de proceda um desenvolvimento econômico consistente. Isto é o que estou discutindo aqui e aproveito para reprisar mais um trabalho publicado ano passado no meu primeiro Blog, o qual mostra que podemos introduzir nos cursos de Administração o mesmo procedimento que procuro mostrar como viabilização de negócios dentro da Infoeconomia. Vejamos o artigo:

05/03/2007
Por que as empresas morrem cedo no Brasil? Primeira Parte

Tem muito assunto para tratar sobre o retorno às aulas porque trabalho com várias turmas e pelo menos quatro disciplinas. (...) Normalmente tenho trabalhado com os mesmos estudantes no semestre seguinte (Sétimo Semestre) na disciplina Empreendimento I e começo quase sempre esta disciplina discorrendo sobre aprendizagens anteriores de assuntos que foram tratados em TGA I e II e Planejamento Estratégico. Hoje, comecei a aula colocando uma questão.

Normalmente gosto de iniciar meu trabalho a partir de uma questão a qual serve de guia para que possamos (eu e os estudantes) desenvolver nossos temas. A questão serve também de raiz para que possamos construir Mapas Mentais que usamos para evitar a decoração de textos. Isto sem contar que a interrogação é o meu “amuleto” de trabalho em aula. Pois bem, a questão que abri hoje a aula para Planejamento Estratégico foi: Por que as empresas morrem muito cedo no Brasil? Trata-se de uma questão pertinente ao conteúdo da disciplina Empreendimento I e que também vale para Empreendimento II.

Abri o assunto para discussão, porém fiz, antes, uma viagem por um tema que trato desde os primeiros semestres em TGA I e II. Trata-se das Habilidades Essenciais (HE) para um Profissional de Administração ter sucesso. Geralmente poucos estudantes realmente recordam das HE o que me leva a pressupor que não estamos, AINDA, formando Administradores em nossos cursos. Pela minha experiência estamos, no máximo, formando técnicos com alguma dose de especialização em alguns tópicos para trabalharem no ambiente administrativo de empresas, mas não para atuarem como Administradores. Esta tese não é difícil de ser percebida na prática das empresas e nem na prática pedagógica dos nossos cursos. Como pude perceber que nossos cursos ainda não estão formando Administradores e como isto tem significativa repercussão no desenvolvimento de negócios? E aqui surge outra questão interessante. Pois bem. Temos, portanto, duas questões que são congruentes ou mutuamente includentes e para melhorar a compreensão para discussão da primeira questão começo pela segunda.

Avaliando o conteúdo das matrizes curriculares dos cursos de Administração o que se percebe logo é uma estrutura disciplinar semelhante a um organograma. Para ser breve, você vai sentir isto ao longo do curso quando se tem um conjunto de matérias (disciplinas) que fundamentam o curso, formando o conteúdo principal. São cinco ou seis, a depender da orientação curricular que se dê ao curso: Administração Financeira; Administração de Materiais; Administração de Produção; Administração de Pessoas; Administração Mercadológica; e uma sexta geralmente encorpando disciplinas mais laterais que chamo de Administração Geral aqui se incluindo: TGA; Administração Estratégica; Administração da Qualidade; OSM; Administração Contábil; Comportamento Humano e outras. Estas seis disciplinas representam, em termos gerais, os Departamentos principais de uma empresa. Isto tem regulado o conteúdo teórico e prático dos cursos, o que faz com que os professores sigam uma orientação pedagógica pragmática segundo o estilo Management, dificultando a interdisciplinaridade e, muito mais crítico, a transdisciplinaridade. Ou seja, fica difícil aplicar, nas condições atuais de educação, uma metodologia que siga os princípios preconizados por Edgar Morin,[i] o que nos leva a perceber a dificuldade de os estudantes memorizarem os conhecimentos através da construção de mapas mentais, como tenho observado com o caso das Habilidades Essenciais que eles logo esquecem ao terminar o semestre, ocorrendo o mesmo com a maioria de outros assuntos. Para os estudantes prevalece o conhecimento presente, aquilo que eles estão “estudando” agora, porque não percebem a conexão dos saberes entre uma disciplina e outra e preferem permanecer, como os professores, presos apenas aos conteúdos que estão sendo trabalhos dentro de um semestre ou, no máximo, tentam juntar alguns conhecimentos aprendidos na semestre imediatamente anterior com os do presente. Seguirei na discussão.

Pão, Paz e Liberdade
Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos
Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)
Mensagem ICA: “Luta contra a mudança climática através das cooperativas”
Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: Cooperando Fuera de la Pobreza
Leia também o Blog:
http://blogs.universia.com.br/dialogos

[i] Ver Diálogos com Morin no http://blogs.universia.com.br/dialogos

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

DESENVOLVIMENTO HUMANO e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO I

Estava relendo alguns dos artigos que lancei em meu primeiro Blog (UOL, 2007) e pensei reprisar aqueles que mais ênfase apresentasse em relação à economia e sua importância para o desenvolvimento humano. Também pensei em iniciar este tema fazendo alguns breves comentários sobre a conjuntura financeira atual e os eventos que estão ocorrendo no mundo econômico, empresarial e financeiro.

Como a rede está cheia de informações, relatos, posições críticas sobre o descalabro do velho (e defunto) capitalismo, bem como tratando de casos como do Lehman Brothers, vou começar pela recopilação daqueles artigos já publicados tendo em vista que eles poderão ajudar aos estudantes que não tiveram acesso ao antigo Blog. Segue, então, a primeira desta série de releitura de postagens:

O Desenvolvimento econômico como alavanca para o DH
(02/03/2007)

Queria continuar escrevendo sobre o começo das aulas, um assunto atraente e cheio de novidades, mas interrompo para discutir um tema que é intrigante e que de certa forma está relacionado com o Desenvolvimento Humano (DH). Trata-se dos números relacionados com o PIB e a situação (também posição) do Brasil diante de outras nações, inclusive da América Latina.

Uma nota divulgada em O Globo apresenta uma análise baseada em estimativas do resultado que seria alcançado pelo PIB em 2006 como sendo da ordem de 2.7%. Logo depois desta nota o IBGE divulga o resultado medido de acordo com sua metodologia atual como sendo da ordem de 2.9%. Embora com uma diferença pequena entre a estimativa e o real, vale a pena refletir sobre o conteúdo daquela nota do jornal. Em certo momento assim se refere o articulista (ou editorialista) com respeito ao assunto:

“O Brasil deve ter reprisado em 2006 o penúltimo lugar no ranking de crescimento econômico da América Latina, além de ter registrado a última — e distante — posição entre os países do chamado Bric (o grupo dos grandes emergentes: Brasil, Rússia, Índia e China). O governo divulga o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto das riquezas produzidas no país) amanhã”.

Penso que a situação não é das melhores; mesmo que o país apresente alguns índices razoáveis em certos itens de sua economia estes não direcionam o foco para o desenvolvimento porque é uma espécie de crescimento amebiano (ou seja, crescimento apenas numérico dentro de umas poucas cadeias produtivas mais ligadas ao agronegócio). Para instigar nossa memória e conduzir discussões voltadas para estudos de cenários, sobretudo na disciplina Planejamento Estratégico, vou listar aqui alguns detalhes dos artigos e textos que considerei mais pertinentes para nosso tema:

a) “Considerando a média de crescimento do PIB real no período 2003-2007, se as previsões das Nações Unidas se confirmarem, a economia brasileira crescerá apenas 2,8% ao ano, enquanto a média mundial será de 3,4% ao ano e a média das economias em desenvolvimento de 6,2% a.a. Com isso, a expansão da economia brasileira corresponderá a apenas 85% do crescimento da economia mundial, o pior desempenho dentre um conjunto de países em desenvolvimento selecionados, e em flagrante contraste com o desempenho da Argentina (238%), Venezuela (198%) e Chile (155%)”. (Carta IEDI n.247, Publicada em: 16/02/2007. Baixado em 27/02/2007 de http://www.iedi.org.br/, tendo como base o recém-publicado relatório World Economic Situation and Prospects 2007, elaborado por pesquisadores da Organização das Nações Unidas (ONU) que examina o desempenho recente da economia mundial e apresenta projeções para 2007).

b) Com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,9% em 2006, o Brasil se consolidou na posição de 10ª maior economia mundial e pode voltar a ser a oitava em até dois anos, avalia o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini. (O Estado de São Paulo, artigo assinado por Célia Froufe, publicado Quinta-feira, 1 março de 2007). (Para o economista citado o Brasil pode avançar duas posições daqui a dois anos, provavelmente estimado um cenário com crescimento do PIB maior que o atual).

Entre janeiro e fevereiro, foram publicados vários artigos e textos relacionados com a questão do desenvolvimento econômico brasileiro a maioria mostrando ceticismo diante dos índices e comparando séries históricas, o que deixa em alerta a construção de cenários econômicos e sociais para os próximos anos. Pelo que se pode perceber nas pequenas citações selecionadas acima, o país está parado e retrocedendo em muitos itens, o que poderá dificultar os negócios nos próximos 5 anos. Precisamos fazer algumas reflexões sérias. Os sinais de debilidade social, política e econômica do país já estão fazendo vítimas e fica muito difícil fazer-se investimento no desenvolvimento de negócios enquanto não se tomar algumas medidas sérias, sobretudo buscando realizar uma administração estratégica no conjunto da economia nacional. Precisamos continuar esta discussão e vamos tentar inseri-la no ambiente acadêmico para que nossos estudantes possam refletir comigo.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

V ENCONTRO DE PESQUISADORES LATINO-AMERICANOS DE COOPERATIVISMO III

As comunidades (e sociedades) dinásticas e patrimonialistas têm medo do Cooperativismo como base filosófica e estruturalista da economia porque cooperação está associada a liberdade e a idéia de liberdade tira o sono dos senhores feudais modernos como tirava dos senhores feudais do passado. Leia-se aqui feudal não só no sentido de latifúndio, mas inclusive no sentido mercantilista, visto que o feudalismo comercial é tão grave ou retardador do desenvolvimento quanto o feudalismo latifundiário.

Além disto, a idéia de feudalismo aqui não representa apenas o sentido de acumulação territorial e também comercial como base para o enriquecimento, mas a atitude que os proprietários ainda conservam para sustentar um poder sobre as comunidades e as populações que, infelizmente, ainda é a regra dominante nas regiões paradoxais. E ambas as atitudes ainda são fortes nas regiões paradoxais e representam elementos retardadores do desenvolvimento.

A dificuldade que se percebe hoje para criação de cooperativas ou para iniciação e ampliação do espírito cooperativista nessas regiões é equivalente àquela que tem dificultado a realização de revolução industrial brasileira. O medo do industrialismo tem dificultado o desenvolvimento socioeconômico que resultaria da criação e implantação de indústrias (através da criação de pólos e distritos industriais).

Já se passaram mais de duzentos anos desde que o industrialismo transformou os Estados Unidos numa potência econômica enquanto o Brasil ainda está engatinhando até agora para gerar e realizar um modelo de desenvolvimento. Enquanto isto não ocorre efetivamente o espaço negocial vai sendo ocupado pelos “de fora”. A fuga à incerteza levou as pessoas com idéias negociais e com recursos a investir no comércio e não na indústria ou na aquisição de terras, vindo a formar uma nova burguesia feudo-comercial que prefere importar produtos e informações do que arriscar a produz alguma coisa aqui mesmo.

O modelo comercial brasileiro é anti-empreendedorial e anti-educacional; ou seja, dificulta ou não estimula nem incentiva o empreendedorismo e a educação e amplia ainda mais o empobrecimento das regiões porque também exerce uma influência anti-industrial. No máximo o setor econômico comercial e de serviços proporciona o empreendedorismo por necessidade e imitação, o qual requer pouca ou nenhuma criatividade para sua consecução e pequeno risco; e o que mais vemos nas regiões pobres e com baixo IDH é lavoura primitiva e comércio de varejo.

As cooperativas de um modo geral e as de educação em especial são organizações perigosas para os pressupostos de empresários e políticos, sobretudo políticos que ainda agem segundo os ditames do (falso) socialismo e ainda atuam de acordo com cartilhas soviéticas e cubanas. Em teoria eles apreciam e dizem adotar os princípios filosóficos do cooperativismo, do mutualismo e da autogestão. Chegam a criar os instrumentos que possibilitam a realização prática de organizações que eles chamam de economia popular.

,Mas a realidade diretiva e processual desses instrumentos segue as orientações contidas nos seus manuais ideológicos, o que impede que haja real atuação cooperativa e mutualista de seus associados. Cada órgão desses atua como verdadeiras células partidárias e sob o regime ditatorial do líder de plantão. Com isto os valores filosóficos, educacionais e humanos que seriam importantes para aprimorar e realizar o Homem Integral são jogados no lixo.

A criação de Cooperativas Educacionais, desde que se tenham professores preparados para realizar seus projetos pode contribuir para a formação de um espírito empreendedorial que prime pela criatividade; e isto pode resultar no desenvolvimento de negócios novos e orientados para a industrialização, desde que construam os seus currículos segundo uma visão multidisciplinar e multitecnológica. As Cooperativas Educacionais devem ser criadas segundo uma visão empreendedorial a fim de se tornarem reais incubadoras de negócios.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

V ENCONTRO DE PESQUISADORES LATINO-AMERICANOS DE COOPERATIVISMO II

Apresentamos neste V ENCONTRO outro artigo baseado em um projeto que tínhamos iniciado quando estávamos atuando em Vitória da Conquista – Bahia, e que vamos retomar (a partir de 2009) tendo em vista que pensamos se tratar de um trabalho que resultará em benefícios para as comunidades de nossas regiões paradoxais.

Trata-se da Educação Cooperativada, ou seja, da criação de cooperativas educacionais como base para a redução do analfabetismo, formação profissional em nível técnico e de tecnólogos e criação de um espírito empreendedorial voltado para o desenvolvimento socioeconômico regional.

Vejamos o resumo deste artigo, o qual será disponibilizado na íntegra na página http://www.sheng.adm.br/ tão logo esteja concluída.

Resumo
Este trabalho baseia-se no Projeto ECOOPEM (Educação, Cooperação e Empreendedorismo) e envolve como estudo e pesquisa a criação e implantação de cooperativas educacionais (COOPED) e sua importância para o desenvolvimento humano sustentável. O artigo procura mostrar as bases de sustentação do projeto acrescentando como propósito inicial discussão sobre a necessidade de se desenvolver o espírito cooperativista nas escolas de um modo geral e com um enfoque empreendedorial, e utiliza como case study a COEDUC (Cooperativa Educacional de Vitória da Conquista – Bahia). O Cooperativismo como uma filosofia que assenta as bases para a Socioeconomia Aplicada ainda está carecendo de uma ampla discussão dentro do ambiente acadêmico e pedagógico, em especial nos cursos de formação de professores e nas licenciaturas, porque só podemos alcançar as salas de aula e educar crianças e jovens, segundo uma orientação embasada na cooperação e no cooperativismo, se houver professores bem preparados para isto. Segundo os estudos que realizamos junto a colégios, desde as séries iniciais até o nível médio, a idéia de cooperativismo ou mesmo o conhecimento sobre cooperação e cooperativismo ainda é muito fraco. Estamos apresentando aqui um relato preliminar, breve e parcial dos trabalhos que estamos realizando com esta linha de pesquisa em andamento.

PALAVRAS-CHAVE: Cooperativa Educacional; Cooperação; Desenvolvimento Humano; Empreendedorismo; Educação de Jovens.

O Sistema ECOOPEM que criamos para orientar o estudo e a pesquisa tem como base introdutória um contexto que considera como ponto de partida o Homem como um Ser Integral e como foco a formação de professores com visão cooperativada de negócios. Vejamos um trecho do artigo, no qual esta proposição é bem acentuada:

De um modo geral quando se fala em cooperativismo, no Brasil e em particular no Nordeste, as pessoas o confundem com associativismo de sorte que pensar em criar cooperativas nessas regiões paradoxais tem o mesmo sentido que criar uma associação. Os professores e pesquisadores têm diante de si duas grandes tarefas, entre outras de suma importância: a) desmistificar o conceito de cooperativismo e desenvolver temas que discutam em sala de aula em todos os graus (do elementar ao superior) a importância da Cooperação como fator fundamental para formação do Homem Integral; e b) promover atividades extensivas que possam levar às comunidades e, sobretudo, às famílias tanto na zona urbana periférica quanto na zona rural, a importância do cooperativismo como uma forma de aumentar a renda familiar, de reduzir a pobreza e promover a inclusão em todos os sentidos.

Segundo o enfoque do Sistema ECOOPEM uma das dificuldades de ampliarmos a massa crítica de pessoas com visão e foco cooperativista no Brasil e em particular na Região Nordeste deve-se a fatores culturais e políticos orientados para o passado provincial e para posicionamentos patrimonialistas e dinásticos, sobretudo centrados no conceito arcaico e territorial de propriedade como base de poder, focalizando o fator Terra como marco maior de um direito sobre este e explorando de modo medíocre o fator Trabalho, o qual é tratado como um meio de obtenção da riqueza sem que se dê ao trabalhador ou se reconheça o seu direito de propriedade sobre os seus próprios esforços.

Este tema é fascinante e vou continuar falando sobre ele nas próximas postagens visto que é importante promover um debate sobre o sistema ECOOPEM, apesar da grande resistência que persiste no ambiente ideológico acadêmico e nas organizações empresariais dessas regiões. Aliás, essa resistência ao desenvolvimento e criação de cooperativas tem dificultado nossos estudos e pesquisas como temos discutido nos artigos apresentados nos nesses Encontros.

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