<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579</id><updated>2012-02-01T00:12:05.578-02:00</updated><category term='Desenvolvimento'/><category term='Educação'/><category term='Sistemas Humanos'/><category term='Administração'/><category term='Decrescimento'/><category term='Crescimento'/><category term='Organizações'/><category term='Gestão'/><title type='text'>Desenvolvimento Humano</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>91</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-2258084805886070180</id><published>2011-12-31T08:54:00.001-02:00</published><updated>2011-12-31T09:42:21.656-02:00</updated><title type='text'>ALÉM DAS “TEORIAS” DO DECRESCIMENTO. POR UMA ECONOMIA COOPERATIVISTA E LIBERTÁRIA</title><content type='html'>Quarta Discussão: Uma breve parada para reflexão (não-conclusiva)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos a um momento que, embora provisório, pode nos dar uma conclusão parcial destas discussões, o qual diz respeito à posição dos jovens em especial aqueles que vêm sofrendo uma lavagem cerebral nos cursos elementares e médios e inclusive universitários do país, que são obrigados a memorizar como pontos de trabalho educacional o manifesto do partido comunista e outros documentos que não promovem uma capacitação ou educação libertária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, é preciso esclarecer aos jovens estudantes que se entusiasmam pelas palavras de ordem dos partidos políticos (à esquerda e à direita), para ficarem prevenidos diante do volume de material que circula pelos blogs, pelos sites ideologicamente aparelhados e pelos vídeos de muitos destes “filósofos” de última hora que aparecem defendendo uma bandeira de decrescimento apenas para fortalecer princípios que já não representam mais as necessidades de mudança, de transformação, que ainda defendem em passeatas as brutalidades de ditadores latino-americanos, asiáticos e médio-orientais, que ainda acreditam que a solução para a sustentabilidade e a vida simples e sadia está nos modelos marxista-leninista-stalinista-castritas-chavistas, etc.. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de discutir de modo apelativo o decrescimento é preciso que se concentrem esforços orientados para o planejamento de um Novo Desenvolvimento. O crescimento em si é apenas um processo cartesiano, mecanicista e materialista que procura inibir o desenvolvimento sadio ao se utilizar de tecnologias sujas apenas para promover a acumulação de riquezas ou, como no caso dos marxistas, acumulação de bens materiais a serem distribuídos pelo Estado através de senhas em cartões hierarquicamente distribuídos de acordo com o comportamento de cada pessoa, grupo, comunidade e suas dedicações aos desígnios do Poder Central do Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação ao desenvolvimento como base para a liberdade ou esta como base para aquele, vejamos o que diz Amartya SEN (2000, p.18):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O desenvolvimento requer que se removam as principais fontes de privação de liberdade: pobreza e tirania, carência de oportunidades econômicas e destituição social sistemática, negligência dos serviços públicos e intolerância ou interferência excessiva de Estados repressivos A despeito de aumento sem precedentes na opulência global, o mundo atual nega liberdades elementares a um grande número de pessoas – talvez até à maioria. Às vezes a ausência de liberdades substantivas relaciona-se diretamente com a pobreza econômica, que rouba das pessoas a liberdade de saciar a fome, de obter uma nutrição satisfatória ou remédios para doenças tratáveis, a oportunidade de vestir-se ou morar de modo apropriado, e ter acesso a água tratada ou saneamento básico".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de lutarmos por um decrescimento da quantidade da produção industrial, devemos lutar por um crescimento e desenvolvimento de qualidade de consumo, pela educação através de um saber profundo que seja capaz de esclarecer e ampliar o discernimento das pessoas para evitarem o obsoletismo programado e desenfreado da produção de bens e, sobretudo, fazer com que se utilize o mínimo possível (ou nada) de materiais derivados de commodities vegetais, animais e minerais que não sejam renováveis e que são tóxicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pregadores do decrescimento social de estado propõem a redução da produção para limpar a atmosfera, o meio ambiente, e realizar programas de sustentabilidade. O que os seguidores e defensores da teoria do decrescimento, encabeçada por Latouche, discutem e defendem está mais atrelado a uma Ecologia Política para um Estado de esquerda do que a uma Ecologia Social e Humana que proporia não um estado árquico, mas um estado anárquico e cooperativista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, realizar a sustentabilidade com a miserabilidade e a deterioração da qualidade natural de vida das pessoas, mantendo ainda a produção de bens que são promotores da economia de capital, apreciada tanto pelos pregadores que estão à direita do processo quanto pelos que estão à esquerda, porque estes não se recusam a aceitar as benesses do capitalismo de estado que se constitui na base do consumo de materiais e recursos não renováveis, não tem sentido. É como se diz no interior do Brasil: acender uma vela para deus e outra para o diabo porque se um falhar o outro pode quebrar o galho na hora do aperto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema do decrescimento não é de todo imprestável, mas está sendo indevidamente direcionado. É bom, mas deveria ser também útil e que apresentasse resultados direcionados para a redução da pobreza sem a tautologia do solidário. Para a Ecologia Política quanto maior a intervenção do estado na economia de capital para que se proceda a um decrescimento que preserve apenas os benefícios do sistema dominante, melhor. O oposto seria formado pelas propostas da Ecologia Social e Humana, para a qual o princípio do Estado Mínimo ou mesmo de nenhum Estado Político seria essencial para a sustentabilidade e a manutenção da qualidade de vida e da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se retrocedermos aos estudos dos anos 70 e 80, tanto de cientistas quanto de intelectuais veremos que apesar do grande ceticismo da época como é possível ver nos pronunciamentos de economistas e outros tantos defensores das tecnologias sujas de produção, aqueles grupos que eram minorias e que eram ridicularizados, provaram que estavam no caminho certo de seus estudos e pesquisas quanto aos cenários futuristas que seriam produzidos pelo crescimento desenfreado em busca de uma maior acumulação de riqueza e de uma economia afluente para o bem das minorias e a miserabilidade das maiorias em todos os países do Planeta, o que justificaria uma luta, agora em defesa por uma teoria que ontem foi execrada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, é necessário que fiquemos alerta, porque o que se pretende em algumas dessas células políticas que defendem em Foros Sociais Mundiais ou em reuniões de blocos de países desenvolvidos à direita e em desenvolvimento, pode levar o Planeta para uma situação igual ou pior à do crescimento baseado em recursos não renováveis, como seja: aumento da violência, aumento do analfabetismo, aumento da contaminação dos rios e fontes de água pela incapacidade de usar adequadamente um bem não renovável tão precioso como a água, aglomeração de pessoas fugindo das zonas rurais saqueadas pelo neo-feudalismo mecanizado e tecnologizado, mas que já não produzem mais commodities suficientes para exportação, aumento da fome e muitos outros problemas de ordem social, econômica, política que gerarão um maior nível de repressão e opressão sobre as populações, sejam promovidas pelo neo-capitalismo liberal, seja pelo neo-socialismo comunista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, antes de discutir o decrescimento com objetivo apenas político-ideológico será interessante anteciparmos uma grande discussão sobre um Novo Desenvolvimento Socioeconômico, com crescimento mínimo e restrito à geração de renda através de ambientes com recursos renováveis, que tenha por base princípios Cooperativistas como um Caminho do Meio capaz de elevar a educação e a maturidade das pessoas para, em seguida, escolhermos os modelos de decrescimento ou as formas como poderemos realizar este decrescimento elevando, com criatividade e inovação, a qualidade de vida natural planetária e não somente de alguns poucos escolhidos e seguidores dos poderosos de qualquer lado. Estarei atento aos artigos e textos que estão sendo publicados e continuarei com a temática em outras oportunidades, bem como às críticas e posições de insatisfação dos intelectuais que insistem em defender posições meramente ideológicas. Segue uma lista parcial de textos e sites que discutem posições distintas de defesa do decrescimento e outras idéias importantes para o Novo Desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes de consulta para estudo e discussão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)Alguns Livros:&lt;br /&gt;BRAVERMAN, H. Trabalho e capital monopolista: a degradação do trabalho no século XX. 3.ed. Rio de Janeiro: LTR, 1987&lt;br /&gt;DALY, H. E. (Compilador). Economía, ecologia, ética Ensayos hacia una economía en estado estacionario. México: Fondo de Cultura Económica, 1989.&lt;br /&gt;NOZIK, Robert. Anarquía, Estado y Utopía. México: Fondo de Cultura Económica, 1988.&lt;br /&gt;SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.&lt;br /&gt;SCHUMACHER, E. F. O Negócio é ser pequeno. São Paulo: Círculo do Livro, 1983.&lt;br /&gt;THOREAU, Henry David. Walden ou a vida nos bosques. São Paulo: Ground, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2)Alguns Artigos de Sites e Blogs:&lt;br /&gt;www.ecodesenvolvimento.org.br&lt;br /&gt;www.planetaorganico.org.br&lt;br /&gt;www.decrecimiento.org&lt;br /&gt;http://pt.scribd.com/doc/30640249/Rumo-ao-decrescimento-Perspectivas-da-economia-ecologica-e-da-ecologia-politica-para-o-bem-estar &lt;br /&gt;http://168.96.200.17/ar/libros/brasil/pesqui/cavalcanti.rtf (para o livro: Desenvolvimento e Natureza: Estudos para uma sociedade sustentável).&lt;br /&gt;www.ecoplanet.com &lt;br /&gt;http://decrescimentobrasil.blogspot.com/2010/11/decrescimento-economico-socialmente.html&lt;br /&gt;www.ecodebate.com.br &lt;br /&gt;http://www.ecologiapolitica.info&lt;br /&gt;http://luchainternacionalista.org/IMG/pdf/Supl_101cas-decreix4.pdf&lt;br /&gt;https://sites.google.com/a/decrecimiento.info/criticaamoros/&lt;br /&gt;www.kaosenlared.net&lt;br /&gt;http://outroladodanoticia.com.br/component/content/article/2-noticias/2699-decrescer-ou-morte.html&lt;br /&gt;http://www.vientosur.info/documentos/Decrecimiento%20Treillet.pdf&lt;br /&gt;http://www.rebelion.org/noticia.php?id=4293&lt;br /&gt;http://www.france.attac.org/archives/spip.php?article3965&lt;br /&gt;http://www.unicamp.br/cemarx/criticamarxista/3_Meiksins.pdf&lt;br /&gt;http://www.decrecimiento.info/2011/10/controversia-con-serge-latouche.html&lt;br /&gt;Controversia con Serge Latouche ¿Revolución integral o decrecimiento?&lt;br /&gt;www.kaosenlared.net/noticia/teoria-decrecimiento-vano-intento-poner-dieta-bestia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;2012 ANO INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-2258084805886070180?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/2258084805886070180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=2258084805886070180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2258084805886070180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2258084805886070180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2011/12/alem-das-teorias-do-decrescimento-por_31.html' title='ALÉM DAS “TEORIAS” DO DECRESCIMENTO. POR UMA ECONOMIA COOPERATIVISTA E LIBERTÁRIA'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-2024852702946518016</id><published>2011-12-30T09:59:00.001-02:00</published><updated>2011-12-30T10:22:46.531-02:00</updated><title type='text'>ALÉM DAS “TEORIAS” DO DECRESCIMENTO. POR UMA ECONOMIA COOPERATIVISTA E LIBERTÁRIA</title><content type='html'>Terceira Discussão: A “Teoria do Decrescimento”. As tentativas de restauração do Socialismo Real e do Capitalismo de Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crescimento, que tomou impulso quantitativo e de afluência econômica a partir da década de 1950 e causou e tem causado desastres e impactos negativos no Planeta com uma intensidade sem precedentes, começa a perder fôlego, como salientei, diante do desespero dos detentores do capital e da riqueza financeira, quando se perceberam que os recursos econômicos e materiais, que antes já eram escassos, estão efetivamente se esgotando e vão começar a reduzir os seus poderes e dominações sobre aquela maioria da sociedade que não discute e que é alter-dirigida e alter-dominada, bem como sobre a Natureza que já não pode mais ser também dominada como estava sendo desde séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O declínio do capitalismo coincide com o declínio do crescimento e da acumulação através do uso dos recursos da economia de capital que são exauríveis e não-renováveis (aqui me sirvo mais uma vez de Schumacher).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou acompanhando e lendo um bom número de artigos e textos relacionados com a temática do “Decrescimento”. Alguns até interessantes para quem não está prevenido contra as artimanhas dos profissionais e militantes da política neo-socialista. Da mesma forma como procuram se apropriar maldosamente da palavra Cooperativismo (Cooperativa) associando-a à palavra Solidário, o mesmo ocorre com a palavra Decrescimento que já vinha sendo usado pelo movimento libertário há muito tempo embora não de forma explícita,  e agora especialistas em socialismos, bem como seus seguidores, procuram enfatizar a necessidade de se parar o crescimento econômico que  o capitalismo selvagem vem promovendo desde a Revolução Industrial, para salvar o meio ambiente e promover um desenvolvimento sustentável, a fim de evitar a extinção do homem, dos animais e da natureza como um todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Serge Latouche (um socialista reformado ou reformista) reconhece em artigo que a palavra foi usada explicitamente pelo eco-economista romeno Nicholas Georgescu-Roegen em seguimento ao que já se discutia nos relatórios do Clube de Roma. Estudiosos como Herman Daly e outros já discutiam nos anos 80 e 90 uma teoria para um Estado Econômico Estável (Steady State Theory), a qual já salientava a necessidade de se estabilizar o crescimento e buscar um desenvolvimento que não precisasse usar altas tecnologias, discussão esta que já havia sido antes antecipada por economistas como E. F Schumacher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. M. Alier (2011) em seu artigo publicado no Blog www.decrescimentobrasil.blogspot.com salienta que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O apoio explícito de Georgescu-Roegen, em 1979, ao conceito de decrescimento (Grinevald and Rens, 1979), as perspetivas de Herman Daly sobre o estado estacionário (steady-state) desde o início dos anos 1970, o êxito de Serge Latouche em França e na Itália, na última década, ao insistir no decrescimento económico (Latouche, 2007), prepararam o terreno. Chegou o momento, nos países ricos, de um decrescimento económico socialmente sustentável reforçado por uma aliança com o «ambientalismo dos pobres» no hemisfério sul".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A promoção de um decrescimento econômico socialmente sustentável nos países ricos soa um pouco com o refrão marxista de luta de classes do proletariado contra a exploração capitalista visto que nada vem salientado neste discurso que remeta a uma ação mais efetiva em prol da chamada sustentabilidade, senão algumas investidas de grupos alter-dirigidos que se manifestam à porta dos palácios nas reuniões de cúpula do velho e obsoleto capitalismo, com bandeiras e palavras de ordem bem conhecidas dos ativistas de sindicato quando agiam nas portas das fábricas nos anos 50 e 60 (no Brasil antes da ditadura militar) em várias partes do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As discussões sobre sustentabilidade, desestabilização e redução programada do crescimento, desenvolvimento integral considerando: o Ser Humano, a Natureza e todos os seres que compõem a biodiversidade do Planeta, começam de modo efetivo, para mim, com os trabalhos elaborados pelos pesquisadores e estudiosos que faziam parte do Clube de Roma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá pelos idos de 1972 os estudiosos do Clube, liderados por Meadows, publicam um relatório que apresentava três teses. Só nos anos 90 tomei conhecimento deste relatório e de outros trabalhos produzidos pelo Clube de Roma. A seguir mostro as teses do grupo de pesquisadores coordenado por Dennis Meadows (1972:20) (Apud Brüseke, F. J., In, Cavalcanti, C. (Org.), 2011):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"1. Se as atuais tendências de crescimento da população mundial industrialização, poluição, produção de alimentos e diminuição de recursos naturais continuarem imutáveis, os limites de crescimento neste planeta serão alcançados algum dia dentro dos próximos cem anos. O resultado mais provável será um declínio súbito e incontrolável, tanto da população quanto da capacidade industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. É possível modificar estas tendências de crescimento e formar uma condição de estabilidade ecológica e econômica que se possa manter até um futuro remoto. O estado de equilíbrio global poderá ser planejado de tal modo que as necessidades materiais básicas de cada pessoa na Terra sejam satisfeitas, e que cada pessoa tenha igual oportunidade de realizar seu potencial humano individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Se a população do mundo decidir empenhar-se em obter este segundo resultado, em vez de lutar pelo primeiro, quanto mais cedo ela começar a trabalhar para alcançá-lo, maiores serão suas possibilidades de êxito".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apreciando estas proposições assim se refere Brüseke: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Para alcançar a estabilidade econômica e ecológica, Meadows et al. propõem o congelamento do crescimento da população global e do capital industrial; mostram a realidade dos recursos limitados e rediscutem a velha tese de Malthus do perigo do crescimento desenfreado da população mundial. A tese do crescimento zero, necessário, significava um ataque direto à filosofia do crescimento contínuo da sociedade industrial e uma crítica indireta a todas as teorias do desenvolvimento industrial que se basearam nela. As respostas críticas às teses de Meadows et al. surgiram conseqüentemente entre os teóricos que se identificaram com as teorias do crescimento". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale salientar, entre outras observações, que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O prêmio Nobel em Economia, Solow, criticou com veemência os prognósticos catastróficos do Clube de Roma (Solow, 1973 e 1974). Também intelectuais dos países do sul manifestaram-se de forma crítica. Assim Mahbub ul Haq (1976) levantou a tese de que as sociedades ocidentais, depois de um século de crescimento industrial acelerado, fecharam este caminho de desenvolvimento para os países pobres, justificando essa prática com uma retórica ecologista. Essa foi uma argumentação freqüentemente formulada na UNCED no Rio, em 1992, mostrando a continuidade de divergências e desentendimentos no discurso global sobre a questão ambiental e o desequilíbrio sócio-econômico. (Brüseke, 2011)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Clube de Roma era formado por intelectuais de vários segmentos políticos e científicos e o conteúdo de seus relatórios, até onde pude acompanhar, não apresentava um segmento ideológico único nem dogmático, o que merece ser mais bem apreciado antes de se discutir a questão do decrescimento com um rumo meramente ideológico como se percebe nas falas, artigos e discursos de vários militantes luditas pós-Clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o objetivo de alguns grupos trans-ideológicos de intelectuais, políticos, e científicos é propugnar pelo decrescimento da industrialização criminosa, poluidora, desastrosa, que contribui cada dia mais para o aumento do CO2 na atmosfera e o envenenamento de florestas, rios, lagos, aqüíferos e destruição da flora marinha, então esta luta não pode ser direcionada para a restauração de um dos sistemas que mais contribuíram para a destruição da natureza, que foi o socialismo estatal com seus processos de aumento quantitativo da produção de bens para justificar a retórica dos partidos, como foi visto na Alemanha Oriental, e em vários países da Cortina de Ferro (juntamente com o sistema capitalista liberal). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste modo, as apelações de socialistas, como as de Latouche e outros, não são bem recebidas ou vistas pelos que defendem uma sociedade libertária e autônoma (entre os quais me incluo). Uma sociedade baseada nos princípios Cooperativistas e Mutualistas seria mais bem recebida como resultado de um decrescimento não-ideologizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capitalismo foi bom em desenvolver, criar tecnologias e produzir bens e serviços, mas péssimo em distribuir esses bens e resultados da economia de capital, por isso não conseguiu reduzir a pobreza; já o socialismo foi bom em distribuir bens e serviços, mas péssimo em criar os meios e as tecnologias para produzi-los e, por conseqüência, também não conseguiu reduzir a pobreza. Por isso nem um nem outro são mais benéficos para a humanidade e qualquer crescimento que eles tentem fazer daqui em diante será para ampliar a destruição do Homem e da Natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;2012 ANO INTERNCIONAL DO COOPERATIVISMO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-2024852702946518016?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/2024852702946518016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=2024852702946518016' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2024852702946518016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2024852702946518016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2011/12/alem-das-teorias-do-decrescimento-por_30.html' title='ALÉM DAS “TEORIAS” DO DECRESCIMENTO. POR UMA ECONOMIA COOPERATIVISTA E LIBERTÁRIA'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-8557875005538753078</id><published>2011-12-29T16:29:00.001-02:00</published><updated>2011-12-29T16:34:46.091-02:00</updated><title type='text'>ALÉM DAS “TEORIAS” DO DECRESCIMENTO. POR UMA ECONOMIA COOPERATIVISTA E LIBERTÁRIA</title><content type='html'>Segunda Discussão: O Declínio do Capitalismo. O Fim da Economia de Capital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um olhar sobre as várias crises que vêm se desdobrando desde 1973 com o primeiro choque do petróleo me conduziu a reflexões que não combinam com as de alguns teóricos sobre o desempenho econômico e financeiro do sistema capitalista ocidental, levando-me a uma discussão que culmina com o declínio deste sistema no Ocidente e em alguns países do Oriente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim do capitalismo, como o fim do socialismo, sistemas políticos e ideológicos que se posicionam em pontos extremos do viver humano e da natureza, coincide com o fim da história e o começo de uma nova história, a qual deverá retratar as novas tendências humanísticas das futuras gerações no Planeta. Ao perceber que o limite já está no seu ponto crítico criaram uma saída que resultou no chamado neoliberalismo. Uma saída ingênua, ridícula e sem consistência que tentou usar os conceitos do Estado Mínimo de forma invertida que resultou em um estado hobbesiano em lugar de um novo estado keynesiano, procurando manter intacto o princípio monopolista do capital que nasceu no estado pleno dito democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sinais mais efetivos, e que representam evidências para aqueles que ainda insistem em um capitalismo de economia de capital, estão presentes em fatos como a quebra da ENRON, do Lehman Brothers e de outros monumentos-símbolo que representavam esteios do liberal-capitalismo. A quebra de mega empresas como as de aviação, como os bancos e algumas indústrias são os sinais de que se torna necessário uma transformação do modelo de economia de capital em vigor para que se comece a marchar na direção de um Novo Desenvolvimento e não, meramente, de um decrescimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescimento é como colocar todos os ovos em uma mesma bandeja e esperar que os CEOs não tropecem nas deficientes técnicas de Management para que não caia. Enquanto que Desenvolvimento representa o resultado da criatividade, da inovação e das práticas libertárias e holísticas disseminadas entre todos aqueles que, de forma livre, dedica suas energias em prol de objetivos comuns para que as várias organizações, inclusive os Estados, possam colocar em ação. Crescimento é apenas Fazer (Atividade), Desenvolvimento é Pensar e Fazer (Ação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim das ditaduras (e, em especial, dos ditadores e líderes dominadores) representa algo realmente importante que não apenas uma mudança de regime político ou de estrutura hierárquica, mas uma mudança de conceitos, embora muitos grupos ainda guardem a esperança de, nesse embalo, recuperar os espaços estratégicos perdidos ou em fase de extinção para re-implantar os princípios ditatoriais, já agora com uma nova experiência que vai disfarçada na linguagem da propaganda e com o uso de especialistas em marketing político. Vivemos sob o fogo de duas ferrenhas e nocivas ditaduras: a ditadura do capital monopolista e a ditadura da política monopolista. Ambas têm que desaparecer e com elas deverá também desaparecer o Estado Absoluto hobbesiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casos como Cuba, Coréia do Norte, China (agora em sua fase “neo-socialista" aproveitando-se dos fundamentos socioeconômicos do capitalismo em extinção, mas mantendo o poder central com um capitalismo de estado) e alguns países latino-americanos analfabeto-politicos (ou ignorantes tecnológicos) e super-dominados pelos ditadores de plantão, como: Venezuela, Bolívia, Equador e outros que estão se encaminhando na mesma direção ao aplaudirem as medíocres idéias bolivarianas (Argentina, Brasil, Peru), todos tentando fazer com que sejam ressuscitados os princípios de um socialismo estatal obsoleto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cotidianidade faz com que as pessoas, mesmo as que se nomeiam eruditas ou esclarecidas, a não perceberem as mudanças, sobretudo porque estas mudanças ocorrem de modo fluido e plástico (muito flexível) como ocorre com o elemento água em seu movimento e sua dinâmica em direção aos campos e ao oceano e até mesmo pelo próprio oceano. Poucos são os que percebem e sentem com certa firmeza os impactos dessas mudanças nos padrões sociais, econômicos, culturais e políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A economia de capital que predominou no Planeta nos últimos trezentos anos (ou mais), começa a perder fôlego, em especial nos países que mais se projetaram no domínio e controle da ciência e tecnologia com uma revolução que mais se dedicou a destruir o ambiente vivo e o inorgânico do que promover a manutenção e a sustentabilidade dos bio-sistemas e biodiversidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os apoiadores desse tipo de economia, os assessores científicos, políticos, econômicos e sociais dessas organizações de capital, não foram capazes de perceber as limitações de seus projetos e governos e como as instituições privadas ultrapassaram ou estão ultrapassando os seus limites de competência e governabilidade. A economia de capital que se constituiu utilizando-se do capital natural não renovável (como salienta Schumacher) está entrando em declínio e lhe resta pouco tempo e, em seu lugar uma economia de renda baseada em recursos renováveis, que se constrói dentro de comunidades cooperativadas, deve pouco a pouco crescer e ocupar este espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebendo, embora um pouco tarde, que não haverá muito material natural não-renovável a ser explorado para movimentar suas usinas e suas empresas, o capitalista começa a migrar dos países desenvolvidos para aqueles que podem produzir commodities agro-naturais e ainda alguma mineral para tentar sobreviver por mais alguns anos, enquanto estuda outras formas de energia para movimentar seus negócios. De certa forma este desespero devido ao fim das commodities e minerais não renováveis foi retratado em sentido relativo no filme Avatar, quando mostra a luta entre a natureza (os naturais) e a ciência tecnológica (os artificiais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os sistemas políticos, o capitalismo e o socialismo, primaram pela acumulação de riqueza, cada um a seu modo e segundo suas próprias regras, através da depredação da natureza e degradação do meio ambiente, além de criarem processos produtivos que denegriram os sistemas humanos tornando o Homem um ser dominado e superado pelo trabalho forçado numa espécie de escravidão sutil que nem mesmo os sindicatos perceberam bem quando se arvoraram em lutar contra o patronato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos, partidos políticos e sindicatos, procuraram impedir o avanço do trabalhador no sentido de busca de sua liberdade no momento em que impediram que se instituíssem sistemas produtivos cooperativados e autogeridos. Tais ações políticas e sindicalistas retardaram em cerca de 100 anos o desenvolvimento do Cooperativismo, com os políticos primando em incentivar o associativismo, enfatizando a importância de criação de organizações sem fins lucrativos que assumiram uma posição, logo denominada de terceiro setor, para diferenciar daqueles setores dominados pela economia de capital, sejam no ambiente agropecuário sejam no ambiente industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns países intensivamente agrícolas, como o Brasil, um outro tipo de capital se desenvolveu de forma impositiva como um adendo à economia de capital natural que foi a economia de capital comercial, na qual predominou (e ainda predomina) as ações de proprietários feudo-comerciais que se originaram nas famílias agrárias provinciais, quando se romperam os laços das comunidades familiares rurais dando origem ao grande comércio da urbanização em expansão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes capitalistas feudo-comerciais são, ainda hoje, os detentores do poder político no Brasil, alguns mais ativos outros mais apagados, porém ainda respirando esperanças de se promoverem a partir de apoio aos ditadores de plantão. São os responsáveis por arrebanhar ou recrutar os imbecis tecnológicos e analfabetos-políticos para as eleições dos seus líderes ou daqueles que eles esperam venham a prover condições de adquirir um novo status socioeconômico na sociedade industrial e capitalista, ainda que seja através de meios ilícitos uma vez que, para eles os fins justificam a utilizações de meios corruptos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O declínio do capitalismo está criando uma sociedade de transição socioeconômica corrompida que se apodera do setor comercial e de serviço e, no desespero, das organizações sem fins lucrativos, para continuar vivendo a ilusão de uma economia de capital natural em extinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo discurso desse capitalismo falido está direcionado para a busca de novas fontes de energia ditas renováveis como os bio-combustiveis para continuarem se mantendo no topo do poder e da dominação, seja em ambiente neo-capitalista, seja em ambiente neo-socialista. Neste último os teóricos e intelectuais que subsidiam os donos do poder criam teorias ou princípios que vão de uma teologia da libertação a uma política para sustentar uma temática de decrescimento calcada em linguagens de defesa médio-ambiental, de sustentabilidade, de produção mais limpa, de horticulturas orgânicas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;2012 ANO INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-8557875005538753078?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/8557875005538753078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=8557875005538753078' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/8557875005538753078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/8557875005538753078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2011/12/alem-das-teorias-do-decrescimento-por_29.html' title='ALÉM DAS “TEORIAS” DO DECRESCIMENTO. POR UMA ECONOMIA COOPERATIVISTA E LIBERTÁRIA'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-3267987746447759806</id><published>2011-12-28T23:31:00.002-02:00</published><updated>2011-12-28T23:44:53.399-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Decrescimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crescimento'/><title type='text'>ALÉM DAS “TEORIAS” DO DECRESCIMENTO. POR UMA ECONOMIA COOPERATIVISTA E LIBERTÁRIA</title><content type='html'>Primeira Discussão: A Economia Solidária. Uma Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar uma discussão sadia e crítica no sentido de agregar valor e conhecimento deste tema vou falar de minha visão (não um mero conceito ou definição) da ideologia que subjaz às teses de uma “Economia Solidária” que, praticamente, vem se tornando um modismo no ambiente sociopolítico e socioeconômico mais à esquerda da temática política, social, cultural e educacional, puxada pelo discurso acadêmico que focaliza a grande massa silenciosa e carente que está à mercê de programas e propostas de reconquista do que sobrou do velho e canhestro socialismo estatal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha visão é de que as ideologias esquerdistas (porque, hoje, já não é apenas uma embora a raiz quase que se mantém a mesma, qual seja o materialismo dialético ou coisa que o valha derivado dos estudos marxistas-leninistas-stalinistas) que se espalham como fragmentos de um ramo de conhecimento gerado pelos trabalhos da dupla Marx-Engels, como ocorre com as religiões ou seitas que se espalham como poeira fragmentária do judaico-cristianismo, estão hoje muito interessadas em recuperar ou renomear o socialismo estatal dando-lhe uma nova embalagem como ocorreu com o liberalismo capitalista moribundo quando inventaram um tal neo-liberalismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, esses “teóricos” de um “neo-socialismo” estão utilizando os mesmos recursos do capitalismo que eles condenam (apenas para gerar confusão na cabeça dos indivíduos alter-dirigidos que perambulam como toupeiras buscando migalhas e escoras para se sustentarem), que é o Marketing Político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns desses interessados na reconquista do espaço e da gente que o habita, sobretudo aqueles que estão na academia, e atuando em cursos aparelhados por seus partidos, tentam apegar-se às velhas e clássicas idéias e “teses” marxistas e aplicá-las de vários modos, sem máscaras até, muitas vezes tentando apoderar-se do aparato desenvolvido pelo capitalismo neoliberal que eles mesmos condenam em seus discursos populares e demagógicos, ou mesmo de uma tal social-democracia, que para mim é mais uma forma de inibir a discussão para gerar um viés contrário para encobrir qualquer forma de ditadura (do proletariado, do saber, da economia), como sucede com a (dita) “Teoria do Decrescimento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em qualquer das situações – Economia Social ou Teoria do Decrescimento – o “novo socialismo” mantém-se firme no princípio ou paradigma do poder central como sendo necessário para promover a chamada transição para a “liberdade e igualdade” das pessoas (que nunca ocorreu nos países que aplicaram esse paradigma), o que se daria após um longo processo de reeducação da massa silenciosa (leia-se lavagem cerebral) a qual sutilmente já vem acontecendo nos cursos elementar e médio do país. Com este processo os militantes desejam promover esta reeducação para as massas poderem estar capacitadas à nova realidade sociopolítica e socioeconômica do estado social e da nova e poderosa burocracia do capitalismo estatal com sua brutal hierarquia e arrogante apelo de que se faz tudo pelo “proletariado” agora disfarçado com os eufemismos “família solidária” e “coletivo solidário”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes dois pecados: a) tentar recriar um modelo obsoleto de socialismo estatal, que não teve o sucesso desejado nos países euro-asiáticos e b) promover uma “teoria” do decrescimento como forma de gerar uma nova e promissora sociedade com qualidade de vida e efetiva sustentabilidade, eliminando as chaminés e as indústrias poluidoras e consumidoras dos recursos não renováveis, precisam ser cuidadosamente avaliados por aqueles que estão lidando em um nível que representa o caminho do meio entre o neoliberalismo e o neo-socialismo que aqui denomino de Cooperativismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro pecado desse grupo de exímios profissionais políticos e seguidores social-saudosistas-marxistas é o disfarce que utilizam na forma de associativismo e autogestão para jogar a foice e o martelo no movimento Cooperativista. Procuram, então, confundir a massa ingênua dos desvalidos e, em especial aquela que está com um pé abaixo da linha de pobreza e outro acima dela, de que seus objetivos políticos e econômicos são para uma economia solidária cooperativista e chegam mesmo a criar um refrão para um (suposto) “Cooperativismo Solidário” para justificar seus princípios de dominação e ocupação de um poder central em um capitalismo estatal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para eles tanto faz criar uma associação ou uma cooperativa para batalhar por uma solidariedade econômica e fingir que está contribuindo para aumentar a renda familiar, em muitos casos utilizando-se das mulheres cujos maridos estão correndo mundo em busca de um ganha-pão para alimentar a prole. Em algumas regiões chegam até a criar banco do povo, banco da mulher, como forma de prender aqueles mendicantes de benefícios formalmente, e com isto submetê-lo a uma prisão ideológica com jargões que muitos não sabem bem o que significa, mas aceitam em troca dos enganosos benefícios dessas agências de economia solidária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto sem falar das “Agencias” do chamado micro-crédito que, em muitos casos, não passam de engodos para massacrar mentalmente os desvalidos, dominar a massa ingênua e carente da população pobre com migalhas que são chamadas de crédito-popular e, em muitos casos, promover lavagem de dinheiro do(s) partido(s) que migram para o país de fontes não muito confiáveis ou mesmo de dentro do próprio país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer projeto ou plano de educação cooperativista passa forçosamente pelo crivo desses representantes ideológicos que estão nos cargos de decisão das instituições de ensino e pesquisa e, certamente, se não estiverem afinados com os ditames e regras instituídos pelos partidos não serão aprovados. Quase sempre a aprovação, quando ocorre, se faz com imposição de cortes em tópicos que tentem promover a liberdade do cidadão. Daí, uma cooperativa, por exemplo, que não tenha em seu quadro diretivo um membro representante de algum partido da ideologia dominante não vingará por muito tempo ou já nasce morta porque será gerida segundo os critérios de uma associação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas tentativas de restauração do socialismo estatal têm dificultado o desenvolvimento de projetos bons e úteis para a redução de pobreza porque esses neo-ideólogos nazi-faci-comunistas copiam exatamente os pressupostos dos “neo-capitalistas” que estão interessados em distribuição de renda a qual, ao contrário da redução da pobreza que vimos discutindo e defendendo desde os anos 90 do século passado, tende a elevar o volume de bens monetários e de riqueza dos que estão no topo da pirâmide; a aumentar aa acumulação dos 5% a 10% da população economicamente ativa que detém os quase 80% da riqueza relativa do planeta. Estes, por sua vez, são os maiores responsáveis pelo consumo desenfreado dos recursos naturais não renováveis que representam recursos de capital (nas palavras de Schumacher. Ver: “O Negócio é Ser Pequeno”) e que são explorados desordenamente em várias regiões como no Brasil e na África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes três pecados ou erros de perspectiva, que não são os únicos, são politicamente os que mais se salientam do discurso dos militantes dentro das universidades, das ONG, das associações, das “cooperativas solidárias”. No caso específico destas últimas, o uso da palavra “solidária”, no caso de cooperativas é para bem diferenciá-las daquelas cooperativas reais que se constituem segundo os princípios cooperativistas universais e, por isso, não admitem a intromissão ou interferência política nos seus processos diretivos, dificultando as ações desses militantes. Eles conseguem, então, se aproveitar do termo e, para não parecer que estão separados do processo cooperativista procuram reforçar sua fachada com um redundante “solidário”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho exposto estas idéias de forma bastante enfática nos Encuentros Latinoamericanos de Cooperativismo promovidos pelo comitê Ibero-Americano da ACI, inclusive discutido nos trabalhos que são apresentados por intelectuais que defendem as regras de uma suposta Economia Social com o enfoque solidário de cabresto. E não é difícil se perceber o direcionamento ou atrelamento desses trabalhos aos princípios defendidos pelos intérpretes clássicos e mais modernos do Dr. Marx, porque em nenhum dos trabalhos que até agora tive acesso encontrei uma referência mais aprofundada aos estudos de Proudhon sobre Mutualismo, sobre Socioeconomia e Pluralismo. Isto ocorre porque eles seguem o que o seu patrono afirmou no passado: de que as idéias proudhonianas são pequeno-burguesas e, como tais, não devem ser divulgadas nem utilizadas em discursos que procuram incentivar o incremento do socialismo estatal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como as idéias do Dr. Marx não projetavam qualquer direcionamento no sentido do Mutualismo nem do Cooperativismo, porque estas idéias não interessavam ao projeto de dominação ditatorial “em nome dos proletários”, em especial porque os movimentos libertários pregavam a liberdade sem estado político burocrático e sem governo centralizador, logo os “neo-seguidores do materialismo histórico e do socialismo real” procuram reviver os princípios de seu inspirador maior se apossando de qualquer meio e de qualquer linha de estudo e pesquisa para realizar seus projetos de dominação e restauração do estado ditatorial de economia de capital centralizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso o uso de denominações do tipo “cooperativa solidária” (como se o Cooperativismo em sua essência não fosse solidário, mas apenas uma criação burguesa ou “neo-burguesa”), utilizadas atualmente no Brasil pelos militantes da esquerda saudosista para enganar os não iniciados ou a massa ingênua e silenciosa com uma expressão redundante (ou tautológica?), visto que em suas metodologias educacionais a redundância reforça a memorização de idéias, ainda que demagógicas e não virtuosas. Eles usam com muita ênfase o princípio da repetição: uma mentira repetida insistentemente torna-se uma verdade ou um princípio dogmático forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;2012 ANO INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-3267987746447759806?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/3267987746447759806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=3267987746447759806' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3267987746447759806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3267987746447759806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2011/12/alem-das-teorias-do-decrescimento-por.html' title='ALÉM DAS “TEORIAS” DO DECRESCIMENTO. POR UMA ECONOMIA COOPERATIVISTA E LIBERTÁRIA'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-4088781910633573450</id><published>2011-11-28T00:13:00.004-02:00</published><updated>2011-11-28T23:19:25.561-02:00</updated><title type='text'>III SEMANA DE ADMINISTRAÇÃO UNEB</title><content type='html'>O PROFISSIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO SÉCULO 21 PARTE II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.A importância das Habilidades Essenciais do Administrador – como fatores críticos de sucesso para as organizações pós-capitalistas e pós-socialistas. Administração = Poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda estamos pesquisando as competências de profissionais de sucesso usando um modelo pragmático e individualista criado para o capitalismo nos anos 50 do século passado por Robert Katz, que procura medir as aptidões (qualidades molares e não habilidades, qualidades moleculares) dos profissionais utilizando como variáveis três vetores como sejam: Habilidades (Aptidões) Humanas; Habilidades (Aptidões) Conceituais; e Habilidades (Aptidões) Técnicas. &lt;br /&gt;Este modelo não vale mais para uma sociedade infoeconômica porque o novo profissional de Administração que esta exige vai lidar com estruturas organizacionais complexas e caóticas, com turbulências bem distintas daquelas que o mundo experimenta desde a crise de 1929.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-bLV432-7paY/TtQuiTlRFSI/AAAAAAAAACU/9r1_xvBODuI/s1600/Macrocompet%25C3%25AAncias%2Be%2BHabilidades%2BEssenciais.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 306px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-bLV432-7paY/TtQuiTlRFSI/AAAAAAAAACU/9r1_xvBODuI/s320/Macrocompet%25C3%25AAncias%2Be%2BHabilidades%2BEssenciais.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680216196928050466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para superar este paradigma gerencial, que tem por base o management americano, sugeri e tenho utilizado uma nova matriz de habilidades essenciais para estudar as competências e a maturidade pessoal e profissional dos Administradores, a qual inclui o modelo antigo e avança no sentido holístico para novas habilidades, como se mostra na Figura 1 adiante.&lt;br /&gt;Para que este novo paradigma seja posto em ação torna-se necessário que diminua ou, até, extinga o modelo de gestão com management e se introduza nas organizações uma gestão sem management, a qual venho sugerindo desde os anos 90 quando estava realizando o curso de mestrado.&lt;br /&gt;Naquela época sugeri, também, o fim da expressão Recursos Humanos e em seu lugar o uso da expressão Sistemas Humanos, já procurando direcionar a matriz curricular do curso de Administração para atender às novas exigências que estavam por vir com o novo século.&lt;br /&gt;Tempos depois, já no final do século 20 e começo do século 21, alguns pesquisadores e estudiosos começaram a perceber que algo novo estava se delineando em termos administrativos e cito aqui três que discutiram em seus estudos estes itens: a administração sem management e o fim da expressão recursos humanos. São eles: R. Koch &amp;amp; I. Godden (1996),  Chanlat (1980) e Peter Senge que, em uma entrevista declarou que sempre fora contra a expressão recursos humanos (2000).&lt;br /&gt;A Figura 1 procura mostrar em uma configuração hexagonal a posição de cada uma das seguintes Habilidades, as quais englobam as primitivas baseadas no trabalho de R. Katz publicado na revista de negócios Harvard (1955) nos finais dos anos 50 e publicado em tradução no Brasil nos idos dos anos 80, e as Habilidades que acrescentei tomando por base o estudo do perfil empreendedorial brasileiro, listadas na Figura 2 abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fzwwXHRzNLs/TtQtHgdGH6I/AAAAAAAAACI/m5dkQR7LS8c/s1600/Figura%2B2%2BHasbiildades%2BPragm%25C3%25A1ticas%2Be%2BCreativas.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 144px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-fzwwXHRzNLs/TtQtHgdGH6I/AAAAAAAAACI/m5dkQR7LS8c/s320/Figura%2B2%2BHasbiildades%2BPragm%25C3%25A1ticas%2Be%2BCreativas.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680214637015343010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamo as três primeiras de Habilidades Pragmáticas, Econômicas, Materiais e Molares; as outras três que acrescentei chamo de Habilidades Creativas, Inovadoras, Intuitivas e Moleculares. As três primeiras contribuíram para o sucesso de muitos executivos no decorrer das últimas décadas do século 20, como também foram responsáveis pelo caos que resultou nas crises políticas, econômicas e sociais em decorrência do aumento da usura e da ganância de muitas empresas e, em particular, de empresários e investidores inescrupulosos. As três primeiras são próprias da racionalidade gerada pelo hemisfério esquerdo do cérebro e as três seguintes são geradas pela atuação do hemisfério direito do cérebro, por isso são intuitivas, criativas, emocionais, heurísticas.&lt;br /&gt;As atitudes negativas geraram ambientes corruptos em todas as organizações, públicas e privadas e tiveram maior repercussão nos países emergentes como o Brasil, afetando muitos profissionais que se contaminaram com os ganhos fáceis e os bônus elevados como resultado de metas (contraditórias) alcançadas no ambiente competitivo negativo, do tipo perde-ganha.&lt;br /&gt;No que se refere às forças produtivas, as relações de poder variaram ao longo das revoluções socioeconômicas que ocorreram no planeta e foram registradas por arqueólogos e antropólogos e chegamos à Revolução Industrial que copia de forma aparentemente suave, o modelo escravagista que imperou nas revoluções anteriores, sobretudo com a ascensão do feudalismo, da burguesia e do capitalismo territorial chegando ao capitalismo industrial sem muita força, mas com o mesmo modelo que era desempenhado pelos capatazes feudais.&lt;br /&gt;Os Fatores de Produção passaram por várias etapas sendo que nos últimos trezentos anos eles ficaram presos ao Trabalho e, sobretudo ao Capital como bases de poder. De um lado os sindicatos dominavam a força de trabalho conduzindo-as aos acirrados movimentos trabalhistas e de outro as associações corporativas (que reunia investidores e donos de empresas) impunham um regime de liderança duro, centralizador, que dava aos gerentes um poder de dominação muito grande.&lt;br /&gt;Este último modelo ainda é muito forte no Ocidente em especial nos Estados Unidos e em parte da Europa, e começa a ser questionado quando as crises econômicas e sociais começam a estourar e muitas das ditas grandes organizações começam a sair do mercado em virtude da aplicação incorreta dos recursos materiais (molares) e por não levarem a sério ou não acreditarem, ainda, nos recursos intangíveis (moleculares) que vêm atrelados à revolução Infoeconômica.&lt;br /&gt;A partir deste século (21) o poder passa a ser muito forte para os Sistemas Humanos como ativos intangíveis somados ao Conhecimento, à Informação e à Comunicação e para tanto as ações meramente gerenciais não surtem muitos efeitos positivos, como mostram os resultados econômicos, políticos e sociais das últimas décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.O Poder das Redes como base da Administração sem Management e o Papel do Administrador. Uma sociedade sem management. O Começo do fim da Gestão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder das redes (Networking) e da Cibercultura reduzirão o poder da Gestão baseada nas regras do management americano (individualista) e, com o fim do capitalismo e do socialismo as organizações passarão, a partir de agora, a serem geridas e administradas por coletivos (cooperação e colaboração) que envolvem os clientes internos e externos em uma parceria creativa e profícua que é a base da Co-Creação, Co-Inteligência e da Co-Propriedade que formam os principais vetores do Co-Poder.&lt;br /&gt;O trabalho e o capital só se manterão dinâmicos e rentáveis se houver uma administração cooperativa que reúna todos em torno de objetivos comuns e isto exige que as organizações deixem de ser exclusivas (de poucos proprietários ou um único dono) para serem inclusivas (coletivos-proprietários, cooperativados, mutualistas) onde todos ganham. Passou o tempo da máquina. Agora é o tempo dos saberes e do conhecimento integral. Por isso, a Gestão por si só não oferece mais conteúdo competitivo, mas a Administração sem Gestão pode aumentar a competitividade positiva entre as organizações e, por conseqüência entre as comunidades, os estados e os países em um mundo glocalizado e... sem fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS E AUTORES QUE CONTRIBUIRAM PARA ESTAS ABORDAGENS:&lt;br /&gt;Em um mundo sem fronteiras (Kenichi Omai); um mundo onde todos ganham (Hezel Handerson); um mundo Free, grátis (Chris Anderson); um mundo plano (Thomas l. Friedman); um mundo sem management (Richard Koch &amp;amp; Ian Godden); um mundo caórdico (D. Hoch), de saberes, de conhecimento e de complexidade (E. Morin); um mundo da auto-organização e da autopoiesis (Maturana); um mundo de determinação (Johansson &amp;amp; Nonaka); um mundo da Readministração (Caravantes &amp;amp; Bjur); um mundo da holarquia no lugar da hierarquia vertical (A. Koestler); um mundo sem propriedade porque a propriedade é um roubo (P.-J. Proudhon); um mundo de aprendizagem (P. Senge); um mundo integral (K. Wilber); um mundo em que o ócio é criativo (Domenico di Masi); um mundo da inteligência emocional, da inteligência social (Goleman), da inteligência espiritual (Wolman), da colaboração criativa (Hargrove); um mundo pós-capitalista (Drucker); neste mundo...&lt;br /&gt;... As pessoas não podem mais ser tratadas como Recursos Humanos...&lt;br /&gt;Bom Jesus da Lapa, 25 de novembro de 2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-4088781910633573450?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/4088781910633573450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=4088781910633573450' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4088781910633573450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4088781910633573450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2011/11/iii-semana-de-administracao-uneb.html' title='III SEMANA DE ADMINISTRAÇÃO UNEB'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bLV432-7paY/TtQuiTlRFSI/AAAAAAAAACU/9r1_xvBODuI/s72-c/Macrocompet%25C3%25AAncias%2Be%2BHabilidades%2BEssenciais.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-3488472865635775060</id><published>2011-11-26T06:48:00.006-02:00</published><updated>2011-11-26T07:00:09.933-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Administração'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Organizações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>O Profissional de Administração  do Século 21</title><content type='html'>O PROFISSIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO SÉCULO 21 EM UMA SOCIEDADE SEM MANAGEMENT &lt;br /&gt;Palestra realizada para a III Semana de Administração da UNEB em Bom Jesus da Lapa. Parte I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO&lt;br /&gt;Para este tema abordei, entre outros, os seguintes tópicos:&lt;br /&gt;1. Alguns antecedentes. O nascimento da gestão (management) e a ascensão e poder dos gerentes. Gestão = Administração Pragmática e cartesiana. Administração Molar. Capital = Poder.&lt;br /&gt;2. O Fim da Terceira Revolução Socioeconômica – O nascimento do CHIP. O começo da Sociedade da Informação e do Conhecimento. A Quarta Revolução Socioeconômica: A Infoeconomia. Administração Molecular. Conhecimento = Poder. &lt;br /&gt;3. A importância das Habilidades Essenciais do Administrador como fatores críticos de sucesso para as organizações pós-capitalistas e pós-socialistas. Administração = Poder.&lt;br /&gt;4. O Poder das Redes como base da Administração sem Management e o Papel do Administrador. Uma sociedade sem management. O Começo do fim da Gestão (Management) e a ascensão da Administração sem Gestão. Co-Inteligência = Poder.&lt;br /&gt;5. Síntese: A Era da Co-Creatividade e da Co-Propriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Apresentação&lt;br /&gt;O foco da palestra foi o papel do Administrador em uma sociedade que não mais necessita de gerentes ou de gestão, uma vez que todos os colaboradores, sócios, clientes, atuam como gestores. Em uma sociedade infoeconômica ou infossociedade, que tende para novos modelos de organização dos sistemas produtivos, nos quais os produtos já não são mais desenvolvidos sem a presença dos clientes que atuam como co-creadores  e, por conseqüência, também como co-proprietários das idéias e do conhecimento que se realiza dentro das empresas, o papel de gestor ou gerente muda do enfoque no produto e na mão-de-obra para o enfoque no produto e no cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Alguns antecedentes. O nascimento da gestão (management) e a ascensão e poder dos gerentes. Gestão = Administração Pragmática e cartesiana. Administração Molar. Capital = Poder.&lt;br /&gt;O novo administrador não será mais um mero gestor ou gerente. Ele será um estrategista e um agregador e creador de conhecimentos para alimentar os hardwares que as organizações irão adquirir e produzir, a fim de realizar suas atividades negociais em conjunto com os clientes que passam a desempenhar o papel de co-creação de produtos e idéias.&lt;br /&gt;A sociedade econômica que se está desenvolvendo neste século começa a descartar os princípios cartesianos e pragmáticos negativos que marcaram os séculos do Primeiro Iluminismo e da sua criação maior que foi a Revolução Industrial. Esta Revolução representa a terceira de uma série de grandes revoluções socioeconômicas que também poderia ser chamada de terceira onda revolucionária ou de terceiro paradigma organizacional no qual o Capital representava o Poder.&lt;br /&gt; Este período revolucionário dá nascimento às técnicas de gestão que tem por base o management americano que chamo de gestão ou Administração Pragmática e vai da metade do século 18 ao final do século 20 e consolida em sentido econômico os países desenvolvidos. É o período em que evoluem os grandes negócios, as grandes empresas e reforça a ideologia capitalista.&lt;br /&gt;Este período da Administração Pragmática contribui com avanços materiais em sentido quantitativo e molar, mas também contribui para causar grandes danos à Natureza e, por conseqüência ao planeta devido ao uso (e abuso) de recursos materiais não-renováveis. O seu ponto culminante de grande afluência financeira e econômica foi na década de 1950. A partir desta década a movimentação promovida pelos novos padrões científicos e tecnológicos começaram a fomentar grupos de pessoas que não aceitavam facilmente o uso indiscriminado das reservas energéticas do planeta e questionavam a produção de bens molares de acordo com os métodos capitalistas de lucro desordenado em curto prazo.&lt;br /&gt;Novas idéias estavam sendo costuradas nos laboratórios acadêmicos e industriais muito embora elas tivessem por base a sustentação do modelo capitalista liberal individualista. Uma dessas idéias procura tornar a comunicação dentro das empresas mais rápida e eficiente através de sistemas ordenados de dados que já vinham sendo computados em enormes equipamentos de computação. Esta tecnologia ao avançar abre espaço para que sejam desenvolvidos mecanismos mais compactos e mais eficazes de processamento. &lt;br /&gt;A comunicação e transformação de dados são revolucionadas com o trabalho de C. Shanon e sua equação matemática da comunicação (da década de 40) a qual vai tornar viável outra invenção que da década de 50/60 que foi o circuito eletrônico impresso que já trazia na sua estrutura os transistores em substituição às válvulas eletrônicas. Daí até chegar ao micro chip foi um passo muito rápido e isto gerou a base da revolução socioeconômica seguinte: a Infoeconomia.&lt;br /&gt;3. O Fim da Terceira Revolução Socioeconômica – O nascimento do CHIP. O começo da Sociedade da Informação e do Conhecimento. A Quarta Revolução Socioeconômica: A Infoeconomia. Administração Molecular. Conhecimento = Poder&lt;br /&gt;A infossociedade marca o começo de uma nova modernidade e, certamente de um novo Iluminismo com desenho holístico, o que vai exigir profissionais menos especialistas e mais multi-especialistas para conduzir organizações que não terão caráter capitalista nem socialista, mas cooperativista.&lt;br /&gt;Contudo, os cursos de administração ficaram muito atrasados e lentos diante dessa nova revolução e continuamos produzindo profissionais de administração com base nos métodos e modelos do capitalismo clássico. Em termos de administração as empresas caminhavam e em alguns casos ainda caminham de modo lento e reativo diante dos avanços da revolução Infoeconomia. É importante salientar a administração molar está com seus dias contados e com ela o capitalismo usurário. As novas organizações que estão nascendo e aquelas que estão se modernizando para acompanhar a rapidez das informações exige um novo administrador. &lt;br /&gt;É necessário que esse novo administrador repasse para seu saber e domínio cognitivo, as experiências vividas nos últimos 300 anos de administração, inclusive realizando uma avaliação crítica das técnicas de management que foram criadas e desenvolvidas pelo capitalismo ocidental para poder avançar pelo novo ambiente eco-infoeconômico ou de uma nova ecologia e economia infoeconômica.&lt;br /&gt;Este novo ambiente não mais necessita de líderes dominadores e dissonantes, mas de líderes ressonantes e emocionais porque já não vai mais lidar com mão-de-obra ou força de trabalho, mas com mente-de-obra; com pessoas que não estão mais produzindo artefatos, mas mentifatos para a transformação socioeconômica. É o começo do Conhecimento como um centro de poder autodirigido e compartilhado que, pouco a pouco, vai reduzindo o poder central dos gerentes criado segundo a técnica management. &lt;br /&gt;O uni-poder não mais representa fator crítico de sucesso o que dispensa a figura do gerente centralizador. A partir de agora o que começa a vigorar nas organizações como base para a competitividade e a inclusividade no processo decisório é o co-poder ou poder com o que gera a necessidade de compartilhamento de poder ou, como está se tentando fazer na empresas, o Empowerment como modelo gerencial em substituição à gestão mecanicista que predominou e ainda predomina em muitas empresas.&lt;br /&gt;Quando se está lidando com hardwares é possível, ainda, requerer-se níveis gerenciais ou gestão dos processos produtivos. Quando se está lidando com softwares utilizar gestão na administração pode levar a perda de competitividade. Administrar pessoas é lidar com processos e sistemas intangíveis e complexos. Administrar artefatos, máquinas e equipamentos, ainda, é lidar com processos tangíveis e padronizados. Os primeiros requerem uma Administração sem Gestão; já os segundos pedem a existência de níveis de gestão, mesmo que seja pouca a ação administrativa. Administrar é lidar com a complexidade organizacional que vai da estratégia à prática operacional. Gerenciar é lidar com rotinas e tarefas repetitivas, especializadas e endereçadas para as metas e focando os resultados. &lt;br /&gt;Diante destes fatos, torna-se necessário que se realize uma transformação em regra dos parâmetros educacionais que estão, ainda, em vigor no país, a fim de mudar totalmente os conteúdos disciplinares e as estruturas do modelo de curso do tipo organograma como os que temos em nossas faculdades e universidades. &lt;br /&gt;O Administrador do século 21 vai necessitar de um novo modelo de currículo no qual as disciplinas não sejam mais o desenho dos departamentos de uma empresa, mas que possuam um conteúdo inter-trans-disciplinar. Isto também vai requerer mudanças nos métodos de ensino e exigir um novo professor ou um profissional de conhecimento que seja educador e empreendedor para ministrar essas novas disciplinas, tanto no nível (ambiente) presencial quanto no ambiente do ciberespaço (ensino à distância). &lt;br /&gt;Embora no Brasil e, particularmente, no Nordeste ainda estejamos vivendo uma sociedade paradoxal, que não consegue se desvencilhar de padrões arcaicos em sua sociopolítica e procura adotar modelos avançados de socioeconomia, como é possível ver em algumas empresas, em alguns discursos de gestores de cidade e de órgãos públicos, não implica que devemos continuar com um modelo de educação que tem mais de duzentos anos de criado e de uso. &lt;br /&gt;As evidências que se percebem no mundo glocalizado mostram que irão ocorrer transformações socioeconômicas e sociopolíticas de grande monta, as quais poderão gerar grandes organomotos a serem enfrentados pelas empresas e pelos governos e, para isto, torna-se necessário que os cursos de Administração rasguem o organograma disciplinar e comecem a por em prática uma estrutura curricular holística que permita uma participação dinâmica e sistêmica do estudante no processo educacional em substituição ao processo linear e empilhado atual. Em outras palavras, os cursos deverão, a partir de agora, não serem mais unidisciplinares, mas pluridisciplinares.&lt;br /&gt;Chegamos ao fim da hierarquia funcional e estamos entrando em um processo que vai exigir uma hierarquia holística ou uma holarquia no mundo do conhecimento e nossos cursos de administração estão formando, ainda, profissionais para empresas que certamente estão extinta ou em fase de extinção no Brasil e no mundo.&lt;br /&gt;Embora as empresas sejam as primeiras a buscar os caminhos da creatividade e da inovação na administração de negócios, inclusive lançando modelos de gestão, como tem ocorrido com as empresas globais/glocais, fiquei contente quando a revista Exame publicou em sua edição 999 de 7/9/2011, um quadro especial que tratava da gestão pública, no qual se salientava, mesmo timidamente, algumas mudanças que se estão realizando, em particular na gestão pública do estado de São Paulo, com a participação de jovens executivos no sentido de tornar a gestão do estado mais profissional. &lt;br /&gt;Profissionais de Administração, Economia, Engenharia, Medicina, Sociologia, Psicologia, com cursos de pós-graduação (em especial mestrado e doutorado) são nomeados para ocupar cargos de topo da Administração Estatal, o que começa a ter uma repercussão muito positiva para o enfoque da Governança Corporativa Estatal e, certamente terá reflexos positivos em termos de política, economia, educação e saúde. E isto está acontecendo no Brasil, um país administrativamente atrasado e que ainda mantém uma matriz curricular e uma metodologia de ensino dos séculos 19 e 20 em seus cursos de Administração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-3488472865635775060?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/3488472865635775060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=3488472865635775060' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3488472865635775060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3488472865635775060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2011/11/o-profissional-de-administracao-seculo.html' title='O Profissional de Administração  do Século 21'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-2318542608700427204</id><published>2011-06-21T21:23:00.005-03:00</published><updated>2011-06-21T21:37:52.688-03:00</updated><title type='text'>Sobre Língua, Linguagem e Educação</title><content type='html'>Da Linguagem para aprender a Pensar. Do Pensar para aprender a Linguagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo tem direito de errar. Esta é a norma natural. Como afirmou Einstein, só não erra quem nunca tentou fazer algo novo. Penso que o erro é um dos caminhos mais interessantes para a aprendizagem, mas apenas para as pessoas normais. O perigo está no erro induzido o qual leva as pessoas a acreditarem que estão certas ou que esta é a forma certa de fazer as coisas. Também é perigoso o uso de instrumentos errados ou o uso errado de instrumentos, sobretudo aqueles que são elaborados para se promover o desenvolvimento intelectual das pessoas e que poderão definir certos modelos mentais para a personalidade e a cultura individual e coletiva de forma negativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos, no Brasil, caminhando para uma “epidemia da mediocridade” através, entre outras ações ideológicas, do uso do erro induzido – não apenas na área da educação, mas na do conhecimento em geral incluindo aqui o conhecimento político –, quando pessoas que se dizem donas do conhecimento culto, acadêmico e, até, clássico, estão acreditando que o direito natural de errar passa pela necessidade de manter e sustentar o erro de linguagem e se formalizar como um “novo” paradigma de inclusão, porque este representa a realidade vivida de uma multidão silenciosa (inculta e deserdada) que não teve, ainda, acesso a outro direito, qual seja, o de aprender a falar, compreender, escrever, criar conhecimento com o seu idioma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora que muitos estão tendo acesso à escola ficam excluídos – neste caso o aparelho de estado da educação está sendo usado não apenas para excluir o povão, mas, sobretudo para promover a dominação ditatorial de uma ideologia perniciosa que pretende permanecer (possivelmente) por um longo tempo no poder –, por um sistema que brada aos ventos que é defensor da inclusão total, de ter acesso e realmente aprender a forma culta de uma língua nova: a língua que vem sendo renovada desde Camões e que foi adotada e aceita como sendo própria para nossa fala e para instrumento de comunicação entre as pessoas, e desenvolvimento intelectual, científico, moral e cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebo nessa discussão sobre qual a melhor forma de falar e escrever, que muitos lingüistas populistas querem sustentar como fundamental para a formação de uma “língua brasileira”, um brutal engano de valores culturais. Em primeiro lugar, se tivéssemos que escolher uma língua própria para o país seria sugestivo a escolha da língua Tupi (ou Guarani). Mas optamos pela “última flor do Lácio inculta e bela” e cunhamos os mais diversos instrumentos para tentar consolidá-la como idioma oficial do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo que nada é definitivo; que tudo se transforma seguindo uma ordem de mutabilidade própria da natureza, do Planeta, do Cosmo. E a língua, como tudo o que o Homem fez e faz até hoje, também está em mutação dinâmica devendo incorporar as realidades vividas e sofridas pelas pessoas em seus ambientes, a fim de poder tornar-se ativa. A inexistência de mutação idiomática tende a levar a língua a morrer como aconteceu com o Latim e com o Grego clássico que apenas existem para fins de ilustração textual em trabalhos cultos e que façam referências aos conhecimentos vividos pela Humanidade Ocidental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, dizer que a linguagem falada pelo povo pobre e excluído da periferia, pelas populações rurais excluídas, pelas pessoas que não tiveram acesso aos modelos de alfabetização ampliados e sustentados pelos poderes estatais, deve ser formalizada, oficializada e ensinada como sendo o começo de criação de uma “língua portuguesa brasileira”, isto é a abertura para que a mediocridade de instale de uma vez por todas no ambiente social e sociolingüístico do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos diante de duas situações que merecem uma reflexão importante. Uma é relativa a falar de modo natural e errado a língua porque as pessoas que usam estes recursos aprenderam através do senso comum vulgar e pensam que estão falando certo, que esta é a linguagem que se fala em todos os lugares deste país e que é aprendida através da oralidade popular. Não existe nada contra isto e também não sou contra a liberdade de falar como se ouviu e aprendeu. É melhor falar errado e ser compreendido do que falar um idioma estrangeiro sem saber o que significam suas palavras, como se vê por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas mesmas pessoas que falam a língua naturalmente aprendida sem a observação das regras e do estilo gramatical culto usam camisetas, blusas, bonés e outros materiais cheios de frases americanas, francesas e, até, escritas com ideogramas japoneses e/ou chineses sem ao menos saber o que está ali escrito, o que significa a frase. Ou seja, usam o significado sem ao menos ter sido parte do esforço significante. Isto sim é crítico e deveria ser objeto de discussão séria nas mídias, nos cursos de letras, nas disciplinas de lingüísticas, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra situação delicada – e que está na ordem do dia que discute o desenvolvimento e os projetos para a educação no país – é tornar oficial aquele falar natural, uma vez que as pessoas que assim falam nunca tiveram acesso ao sistema educacional em vigor no país. Ao levar para a escola como ato oficial de ensino e educação textos editados na forma como a oralidade se expressa para poder se comunicar é, simplesmente, destruir todo o acervo que temos hoje na Biblioteca Nacional para adotar algo que está totalmente desfigurado em relação ao modelo educacional que foi implantado aqui. Esta é a parte que interessa aos intelectuais medíocres como demagogia para a dominação ideológica.  Posso até concordar com o Professor Bechara (em sua entrevista na revista Veja) quando diz que;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estão confundindo um problema de ordem pedagógica, que diz respeito às escolas, com uma velha discussão teórica da sociolingüística, que reconhece e valoriza o linguajar popular. Esse é um terreno pantanoso. Ninguém de bom-senso discorda de que a expressão popular tem validade como forma de comunicação. Só que é preciso que se reconheça que a língua culta reúne infinitamente mais qualidades e valores. Ela é a única que consegue produzir e traduzir os pensamentos que circulam no mundo da filosofia, da literatura, das artes e das ciências. A linguagem popular a que alguns colegas meus se referem, por sua vez, não apresenta vocabulário nem tampouco estatura gramatical que permitam desenvolver idéias de maior complexidade – tão caras a uma sociedade que almeja evoluir. Por isso, é óbvio que não cabe às escolas ensiná-la”. (Baixado de www.cmconsultoria.com.br) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilizar o recurso da oralidade popular como justificativa de promover a inclusão de uma população é oficializar o emburrecimento como recurso para dominação política. Aqui está uma oportunidade que poderia ser aproveitada pela oposição (se tal existe) política para enfrentar os próximos debates a partir de agora. Este é um recurso ideológico daninho que além de mediocrisar toda uma população de excluídos, ainda amplia essa exclusão, visto que as pessoas que crescerem aprendendo aquilo que já falam errado em relação à linguagem formal, irão se sentir totalmente fora do sistema social, cultural, econômico que está disponível em todos os ambientes por onde elas transitarem. E no sistema econômico reside o ponto crítico que pode ampliar a exclusão da grande população silenciosa, visto que o mundo caminha célere para a quarta economia (a Infoeconomia, a economia do conhecimento, da biotecnologia, da nanotecnologia) e essa população vai continuar pelo resto de suas vidas presa ao senso comum vulgar que ajuda (e elege) aos políticos – que tiveram oportunidade de cultivar o conhecimento e a aprendizagem de um idioma formal por via culta (em alguns casos) – a se manterem no poder por um bom tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero dizer que não considero errado o texto que foi criado e que está em polêmica no momento. Ele não estaria errado se fosse resultado de um estudo de antropologia social, de sociologia das massas, de psicologia das massas, da sociolinguista e proveniente de uma pesquisa cientificamente orientada, na qual os seus autores estivessem problematizando situações críticas e procurando mostrar um trabalho científico capaz de contribuir para o desenvolvimento de políticas e modelos que fossem capazes de realizar uma depuração da cultura e incluíssem essas populações no sistema nacional de conhecimento e desenvolvimento humano para enfrentar a nova economia global. O trabalho em si é válido e é muito importante do ponto de vista de um estudo de Antropologia Cultural Brasileira. O erro está na utilização do trabalho como manual de ensino formal e adotado oficialmente pelo “sistema atual de poder” para as primeiras letras, pelo que se gastaram milhões de reais que poderiam estar sendo mais bem aplicados em programas de desenvolvimento para o amadurecimento de sistemas humanos de que tanto está carecendo a indústria e os serviços brasileiros públicos e privados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, adotar como regra oficial, como material para educação elementar como sendo uma nova linguagem, isto é mediocridade, isto é zombar de uma população que tem procurado ajudar a levar este país, ainda que seja com muita dificuldade, para um desenvolvimento competitivo em termos globais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecimento folclórico é meramente histórico. É antropológico. Ele nos ensina onde estávamos em termos culturais e nunca serve para ensinar para onde devemos ir.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Recebi de presente, certa feita, um livro cujo título era “Dicionário de Baianez”.Como um baiano bem baiano que sou adorei ler o livro. Até aí tudo bem. Contudo jamais iria utilizar em uma classe para meus estudantes na universidade, ao lidar com minhas disciplinas, a linguagem que está naquele dicionário. É isto que se está tentando fazer com nossa sofrida e excluída população. Acredito que o povão ou a multidão silenciosa que elege os políticos brasileiros gostaria de ter acesso a um conhecimento que pudesse agregar mais conhecimento (usando aqui uma paráfrase para o pensamento de E. Morin, O Conhecimento do Conhecimento), agregar mais saber. As pessoas não são medíocres porque gostam ou desejam ser, mas, possivelmente, porque não puderam ter acesso efetivo aos instrumentos que podem ampliar seus conhecimentos, agregar valor ao seu viver, ou não sabem ainda que tais instrumentos existem e estão disponíveis para elas. Recorro aqui a José Ingenieros (que muitos já esqueceram) quando diz em O Homem Medíocre no capítulo “Áurea Mediocritas”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E é lícito estender o seu direito a todos quantos o são, de espírito, Por que deveríamos nós submeter o sentido do áurea mediocritas clássico? Por que suprimir diferenças de nível, entre os homens e as sombras, como se rebaixando um pouco os excelentes, e levantando um pouco os néscios, se atenuassem as desigualdades criadas pela natureza? Não concebamos o aperfeiçoamento social como produto da uniformidade de todos os indivíduos, senão, como combinação harmônica de originalidades incessantemente multiplicadas. Todos os inimigos da diferença o são também do progresso; é natural, portanto, que consideram a originalidade como um defeito imperdoável".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acredito em “preconceito lingüístico”, como afirmam os defensores populistas da utilização do livro como guia de aprendizagem para o nível elementar, porque todos convivemos muito bem em um ambiente no qual a oralidade é erudita e popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possivelmente (não estou tão certo assim, pois careceria de pesquisa neste sentido) as pessoas que não têm erudição lingüística podem se sentir enjoadas ou mesmo deslocadas quando estão em um ambiente mesclado de falas diferentes daquelas que estão acostumadas a usar na sua cotidianidade. Porém isto não significa ter ou promover ações preconceituosas contra essas pessoas uma vez que elas não foram impedidas de participar de um ambiente como este; elas não são excluídas do ambiente, mas excluídas da cultura por culpa do sistema oficial de governança do país. Ninguém, que eu saiba, até hoje foi punido por não falar o português oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de defender ou acusar se o livro deve ser utilizado formalmente, deveríamos reler Monteiro Lobato, pelo menos, que para mim criou uma gramática e uma língua através de seus escritos e para seus escritos, e nem por isso foi formalmente adotado como fundamental para o ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo com os defensores do livro que “ortografia não deve ser confundida com gramática”; que a dinâmica da gramática é superior à da ortografia e, por isso, está mais sujeita a mutações e evoluções. Contudo, ao se elaborar um texto os elementos ortográficos e gramaticais devem estar coerentes entre si o que conduz a uma normatização para bem redigir que é válida também para o bem falar. Todavia não podemos confundir redação (escrita) com fala (oralidade) visto que para a primeira são observadas regras e normas culturalmente aceitas e registradas, enquanto para a segunda não existe (ainda) nenhuma obrigação de se falar dessa ou daquela forma. Claro que as pessoas gramaticalmente incluídas irão falar oralmente corretas, mesmo porque isto já faz parte de sua cultura. No mais fica apenas o discurso com ou sem nexo e mais uma tentativa de se fazer neste país uma falsa inclusão social usando, agora como artifício os recursos da linguagem. E assim vamos ficando distante, cada vez mais, do mundo desenvolvido e logo deixaremos de usar as práticas cientificamente aceitas o que tenderá a expulsar daqui empresas e negócios e nem mesmo as empresas nacionais irão se manter vivas no futuro. Para não falar na possibilidade de expulsarmos, também, os nossos cientistas e pensadores através de um exílio branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Visite os Blogs:&lt;br /&gt;http://shengadm.blogspot.com&lt;br /&gt;http://aeqi.wordpress.com&lt;br /&gt;http://pt.netlog.com/jovinomoreiradasilva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-2318542608700427204?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/2318542608700427204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=2318542608700427204' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2318542608700427204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2318542608700427204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2011/06/sobre-lingua-linguagem-e-educacao.html' title='Sobre Língua, Linguagem e Educação'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-4473345839701744025</id><published>2011-03-12T13:16:00.002-03:00</published><updated>2011-03-12T13:21:57.252-03:00</updated><title type='text'>PROSPECTIVA ESTRATÉGICA</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CENÁRIOS II - FORMAS DE PROPRIEDADE E SUAS INFLUÊNCIAS NA FORMAÇÃO DE MODELOS MENTAIS E COMPORTAMENTOS HUMANO&lt;/span&gt;S&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resistência das pessoas em relação à instituição plena do cooperativismo e do mutualismo deve-se, sobretudo, à dificuldade que muitas têm para sair do caminho dos ganhos especulativos produzidos através de empresas e negócios individuais (propriedade individual negativa) e pouco ou em nada lícitos. Isto é comum em todo mundo. Aqui no lado mais capitalista da economia mundial existem casos realmente desastrosos como os da ENRON e dos títulos subprimes que vicejam na economia americana e latino-americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas vivem em um mundo irreal, manuseando valores reais que não lhes pertencem, que são usurpados dos indivíduos que contribuem, às vezes também com a ilusão de se tornarem tão ricos quanto aqueles que são usurpadores e que criam um conglomerado de propriedades para assumir posição de poderosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando alguns desses indivíduos começam a se tornar muito espertos e ladinos por perceberem o jogo dos poderosos financeiros e negociais, esses poderosos procuram coopta-los para tirá-los do seio da massa ignara (multidão silenciosa), a fim de não ampliar a conscientização dos demais em relação ao jogo do poder econômico e financeiro. A cooptação de dá através da deformação dos modelos mentais daqueles indivíduos que aguçaram demais suas consciências e começaram a perceber melhor o jogo dos poderosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste trabalho estou esboçando algumas formas de acumulação tendo como base a propriedade ou Poder da Riqueza, que é a base do Segundo Paradigma, para nortear a idéia principal do cenário relacionado com o fim da propriedade. Naturalmente que as idéias e conceitos aqui esboçados fogem dos padrões (ou paradigmas) adotados pelas disciplinas e fragmentos de conhecimentos disciplinares que tratam deste tema ou têm-no no seu escopo programático. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fixação em certos paradigmas, muitas vezes, é resultado da deformação proporcionada durante o período escolar, quando os estudantes são obrigados, para evitar punição (de qualquer natureza) a decorarem textos únicos, não discutirem, submeterem a uma prova como medida de avaliação, a fim de serem promovidos nos níveis escolares até concluir os seus cursos. Poucos, e raros, são os estudantes que saem lateralmente e não se prendem ao “ensinado” saindo em busca de uma aprendizagem mais eclética, menos dogmatizadora, e plena em conhecimentos para a vida. Estas deformações são alguns dos empecilhos para que se consiga realizar a grande transformação cooperativa da sociedade humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de esboçar cenários que poderão ocorrer no futuro também esboçamos e reforçamos os princípios de um novo Mutualismo Integral e um novo Coletivismo Integral que terão como propósito servir de apoio à formação de Cooperativas Integrais e, mais ainda, o desenvolvimento do Coopreendedorismo entre as famílias rurais e urbanas excluídas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que Mutualismo Integral e Coletivismo Integral? Por que não aceitar e manter os paradigmas e modelos mentais que existem desde o Século XIX e que foram reforçados ao longo do Século XX pelos movimentos sociais e socializantes em vários continentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos primeiros motivos que conduz a não aceitar mais os modelos mentais e paradigmas que estão em vigor deve-se a que eles se originaram e foram reforçados pelos princípios mecanicistas, materialistas, racionalistas cartesianos e newtonianos de trezentos anos passados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um segundo motivo deve-se a que aqueles princípios que fundaram o Primeiro Iluminismo promoveram a fragmentação do conhecimento deixando de reconhecer, entre outros, os conteúdos dos princípios filosóficos e espiritualistas que têm uma poderosa ação sobre o comportamento, a criatividade, a socialidade, e maturidade comportamental das pessoas, além, claro, de ampliar as Habilidades Essenciais do próprio indivíduo colocando-o na posição de multivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os caminhos do Século XXI conduzindo a um Segundo Iluminismo não pragmático (o qual tem como marco-limite para o seu começo, ainda que em forma embrionária, o Zaratustra e outros trabalhos de Nietzsche. Pelo menos o trabalho de Nietzsche, pela minha visão, termina ou finaliza o Primeiro Iluminismo), mais Holístico e primando pelo desenvolvimento do Homem Integral, está na hora de começarmos a preparar a saída de nossa borboleta de seu casulo para plainar sobre as pessoas e promover o esclarecimento (no sentido mesmo de desalienação) integral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui começa um segundo cenário no qual se esboça à frente, no futuro, a partir de agora uma nova sociedade na qual o fator quantidade (de terras nos latifúndios, de propriedades extensivas e empresariais e outros atos que o homem em sua individualidade perniciosa deixa de contribuir para a grandeza de uma individualidade colaborativa, cooperativa, amorativa, humorativa, harmonizativa e humanizadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isto serão disseminados os princípios filosóficos e científicos que irão congregar as partículas dispersas do saber e do pensar para construir ou reconstruir a integralidade do conhecimento e acabar com o poder e a influência da racionalidade limitada e limitante que predominou até agora na sociedade humana; que foi a geradora de todos os modelos e ícones que influíram na formação e na manutenção de modelos mentais e comportamentais que consolidou o individualismo negativo nesses mais de trezentos anos de sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas posições são importantes porque a consolidação do capitalismo industrial e do capitalismo de capital, que tem seu início na I Revolução Industrial, só vai ocorrer com as abordagens de Taylor sobre as condições de trabalho e a medição do esforço no trabalho que criam a técnica management e resulta, depois, nos estudos de produtividade. Este capitalismo vem reforçar e também assentar os princípios do Poder do Dinheiro com base na apropriação e acumulação cada vez mais intensa de bens materiais, recursos e espaço territorial. Isto nada mais é do que a forma mais severa e cruel de propriedade que chamo de Propriedade Individual Exclusiva, a qual já vinha sendo contestada por Proudhon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, estamos diante de duas formas de propriedade: uma exclusiva ou exclusora e outra inclusiva ou inclusora. A primeira pode-se dizer que é resultante de uma apropriação extorsiva dos recursos naturais inclusive do espaço natural territorial como referência para consolidação de poder. A segunda ainda se encontra em formação e vai se consolidando pouco a pouco no ambiente humano e é a base do segundo cenário para promover as idéias e os esforços para se alcançar o fim da propriedade e o nascimento da propriedade coletiva. Este cenário tenta se formar através da conscientização do homem no sentido de uma multividualidade que se opõe à individualidade perniciosa e egoísta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, isto vem agregar valores para que se alcancem as condições para a instalação de meios e recursos que sejam capazes de recriar os modelos mentais anacrônicos que geraram os hábitos e paradigmas de uma sociedade centrada na propriedade individual, em outros modelos que irão gerar novos e positivos hábitos e paradigmas que irão impactar as comunidades e a nova sociedade cooperativada.&lt;br /&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Visite os Blogs:&lt;br /&gt;http://shengadm.blogspot.com&lt;br /&gt;http://aeqi.wordpress.com&lt;br /&gt;http://pt.netlog.com/jovinomoreiradasilva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-4473345839701744025?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/4473345839701744025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=4473345839701744025' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4473345839701744025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4473345839701744025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2011/03/prospectiva-estrategica.html' title='PROSPECTIVA ESTRATÉGICA'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-607500847359653308</id><published>2010-12-27T19:47:00.000-03:00</published><updated>2010-12-27T19:50:39.513-03:00</updated><title type='text'>PROSPECTIVA ESTRATÉGICA - CENÁRIOS I  O FIM DA PROPRIEDADE PRIVADA</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;A propriedade é uma instituição de justiça; e a propriedade é um roubo. De tudo isto resulta que um dia a propriedade transformada será uma idéia positiva, completa, social e verdadeira; uma propriedade que abolir a antiga propriedade e tornará para todos efetiva e benfazeja. E o que o prova é mais uma vez que a propriedade é uma contradição. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Proudhon, Filosofia da Miséria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Mutualismo e o Cooperativismo Redefinidos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim da propriedade!&lt;br /&gt;Este é dos cenários positivos prováveis para as próximas décadas do século 21 Por ser uma projeção de prospectiva, certamente muitas variáveis evidentes ou não evidentes (ainda) estão envolvidas neste processo de mudança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo que são evidentes porque muitas já estão claras e vividas pelos indivíduos, sobretudo aqueles que não se contaminaram totalmente com as ondas consumistas do capitalismo, sobretudo em sua forma neo-liberalista; ou com as dominadoras idéias de um socialismo instrumental, pregador de um pseudo-igualitarismo, que procurou ou procura transferir todos os bens e criações humanas para a tutela de um Estado Todo Poderoso com um só chefe dominante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um lado (capitalista) tem-se o estímulo à acumulação pela propriedade individual, por outro (socialista) a acumulação tendo como único proprietário o Estado, figura abstrata que fica sob a tutela de um ditador por alguns anos ou até a sua morte. Em ambas as situações o foco do poder se firma na propriedade de bens materiais para a satisfação particular de pessoas, em sentido individual e não em sentido multividual. Vale ressaltar que, no caso capitalista o paradigma estratégico predominante é o segundo ou o Poder do Dinheiro; no caso socialista o terceiro paradigma ou o Poder Central é mais intensamente empregado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também falo de variáveis não evidentes (ainda) que são as possíveis criações científicas e filosóficas, sobretudo estas, que estão se projetando e que irão provocar grandes mudanças nas organizações negociais e nas sociedades e comunidades humanas em geral, e não me prontifico a nomeá-las aqui, senão em forma provisória, porque muitas ainda estão em formação até mesmo em sentido lingüístico. Mas uma deve ser destacada que é a discussão de uma era noética de trabalhos científicos e filosóficos que valorizam o Homem em sua totalidade (Ser Integral) destacando sua conscientização do mundo. Ressalte-se aqui a valorização das Inteligências Espirituais (IN), com N de Nous e de Noética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira e importante variável evidente que surgiu – e de repente ocultaram devido ser uma antecipação precoce para a capacidade de aceitação do povo nos meados do Século XIX – compondo uma população ainda não bem educada e vivendo sob uma cultura que impunha um industrialismo nascente – foi a criação do Banco do Povo, por P.-J. Proudhon. Outras variáveis estão ocultas em sua obra filosófica, em especial na Filosofia da Miséria e no polêmico A Propriedade é um Roubo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Políticos, pensadores, filósofos, sociólogos, escritores e acadêmicos, quando não procuraram negar ou depreciar os trabalhos de Proudhon, trataram de ignorá-los criando uma muralha tecnocientífica a partir da economia, da sociologia e da pedagogia que impediu e ainda impede tornar público, de forma ampla e desapaixonada para discussão, alguns dos seus trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora ainda me considere ignorante ou mesmo um desconhecedor da obra de Proudhon e pelo pouco que tive acesso e li e reli, admiro-a e considero que ele foi o precursor dessa nova Sociedade sem Propriedade Individual Exclusiva que está se anunciando para este Século 21. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos a ele os primeiros conceitos de Economia Social (também denominada na linguagem proudhoniana de Socioeconomia), os conceitos do mutualismo econômico e social que seriam precursores das bases filosóficas e científicas do Cooperativismo, mesmo com o empenho heróico dos probos de Rochdale de criar em sentido prático a primeira organização cooperativa de que se tem registro, isto em 1844.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época Proudhon já discutia e publicava seus trabalhos e suas pesquisas sobre contabilidade e economia. Um dos seus livros famosos, “O que é a Propriedade?” tem sua publicação em 1840. Este livro, juntamente com Filosofia da Miséria (1846) são para mim basilares para a construção do Mutualismo e do Cooperativismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As idéias e constructos que servem de escopo para o Mutualismo nascem de um princípio muito importante que envolve o poder da propriedade como fonte de desagregação social e de exclusão entre os homens. Isto serve, também, para reforçar o espírito do cooperativismo que, em si, já trás a semente do fim da propriedade objeto deste trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Proudhon em um dado momento não descarta a existência de propriedade desde que ela não seja utilizada para fins de exploração do homem por outro homem ou pelo próprio Estado (o proprietário), mas seja utilizada para o bem estar do proprietário, de sua família e da comunidade (Estado) em seu entorno. Ou seja, a Propriedade Coletiva Inclusiva ou Cooperativa, a qual existe hoje experiências em vários países, inclusive no Brasil (Paraná, Rio Grande do Sul) tanto no agronegócio quanto no ambiente industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E muito ainda está por acontecer, na medida em que as indústrias comecem a perder o rumo e o foco dos seus negócios devido à ganância por uma acumulação desordenada, exagerada e sem regras éticas, no ambiente capitalista declinante, e os trabalhadores se articulem para formar cooperativas de crédito e de negócios industriais que possam assumir a massa falida dessas organizações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale dizer, também, que na medida em que os fundos de pensão forem se moralizando, e se modernizando, existirá a possibilidade de eles assumirem as propriedades negociais, industriais, rurais, comerciais e agronegociais, juntamente com as cooperativas e os fundos mutualistas na forma de Propriedade Coletiva Inclusiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Wikipédia a Propriedade Coletiva está assim definida: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Propriedade coletiva é um direito que assegura a uma comunidade a posse de bens ou terras. Diferencia-se da propriedade pública pois não pertence juridicamente ao estado e da propriedade privada não pertence a um único indivíduo e sim a uma comunidade, sendo que juridicamente pertence a uma comunidade. É o tipo de propriedade mais rara. (2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Proudhon a relação entre propriedade e liberdade é de fundamental importância para que o Homem e a própria sociedade sobreviva diante dos sistemas autocráticos. Ele assim se expressa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A posse individual é a condição da vida social; cinco mil anos de propriedade o demonstram: a propriedade é o suicídio da sociedade. A posse está dentro do direito. A propriedade opõe-se ao direito. Suprimi a propriedade e conservai a posse; e, só com essa alteração no princípio, mudareis tudo nas leis, o governo, a economia, as instituições: expulsareis o mal da terra”. (PROUDHON, 1988).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos intelectuais e estudiosos sabem disto, conhecem bem estas idéias e, algumas vezes, até discutem em circuito fechado, fora do conhecimento público, para evitar que sejam taxados de ingênuos, sonhadores ou utópicos. Eu já não penso assim e discuto abertamente porque estou falando do futuro, estou orientado para o futuro como estudioso de estratégia e prospectiva e não consigo negar um cenário provável que poderá ser verdadeiro amanhã, mesmo que hoje ainda sejamos resistentes, devido ao individualismo negativo e materialista, a aceitar que somos uma coletividade de seres e não ilhas de seres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possuir não é ter e ter não é ser. Possuir um bem é ser capaz de reparti-lo com o outro quando aquele estiver necessitado. Ter um bem é apropriar-se de forma dominadora excluindo qualquer um que queira ou necessite compartilha-lo. Esta é a base da propriedade e aí reside a razão de ela ser um roubo porque exclui o outro ser. E o ter é dominador, egoísta, enquanto o ser é distribuidor, é coletivista e, mais, é altruísta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem verdade que as implicações materialistas ainda dominam nossas habilidades e nossos hábitos; são as bases de nossos modelos mentais que se acumularam em nossos comportamentos e em nossas emoções há milhões de anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, da mesma forma como evoluímos de Homo Sapiens para Homo Intelectus também estamos, pouco a pouco, evoluindo de modelos mentais heteronômicos para modelos mentais autonômicos. Afinal ainda somos seres inconclusos em busca de modelos mais completos de existência. Continuarei com o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Visite os Blogs:&lt;br /&gt;http://shengadm.blogspot.com&lt;br /&gt;http://aeqi.wordpress.com&lt;br /&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;br /&gt;http://pt.netlog.com/jovinomoreiradasilva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-607500847359653308?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/607500847359653308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=607500847359653308' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/607500847359653308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/607500847359653308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2010/12/prospectiva-estrategica-cenarios-i-o.html' title='PROSPECTIVA ESTRATÉGICA - CENÁRIOS I  O FIM DA PROPRIEDADE PRIVADA'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-8632789364851939459</id><published>2010-06-12T23:48:00.000-03:00</published><updated>2010-06-12T23:56:49.455-03:00</updated><title type='text'>Riqueza e Conhecimento. Uma reflexão do Primeiro Paradigma: o “Poder Divino”</title><content type='html'>Uma região, um estado, um país só podem alcançar um desenvolvimento efetivo através da criação e da produção de conhecimentos e não com a distribuição de bolsas famílias e outros tipos semelhantes de falsas obrigações socialistas ou de socialização da “riqueza”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma distribuição de riqueza só beneficia os que já são ricos porque eles tiram primeiro a melhor parte do bolo e distribui as migalhas, como o “bolsa família”, por exemplo. Por isso temos que lutar por uma redução da pobreza, através da geração de conhecimento, porque aqui reside uma forma de avançar no sentido do desenvolvimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das tendências negativas desta falsa abordagem social de bolsas famílias como base para o crescimento e o desenvolvimento é a expansão do analfabetismo funcional e tecnológico e a geração da autoviolência e da violência interpessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação de “benesses” assistencialistas e gratuitistas formou na cabeça de muitos brasileiros modelos mentais depreciativos e redutores, os quais estão conduzindo as regiões, em especial a Nordeste, para situações perigosas em relação ao convívio comunitário, no qual uns poucos ainda trabalham, com base num saldo da velha educação doméstica que adquiriu com os antigos da região, e uma grande maioria se torna ociosa porque está vivendo sob a tutela de um estado pseudo-democrático sob o controle de líderes dominadores, travestidos de “pais dos pobres”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A população menos esclarecida ou com menos oportunidade de acesso às bases de conhecimento é levada a viver segundo o paradigma de “Deus queira que...” ou do “Poder Divino” como recurso para as soluções de seus problemas. Assim, lamentam o dia de hoje por que não acredita que o dia de amanhã pode ser diferente e melhor e, deste modo, prefere a migalha que está à vista AGORA do que esforçar-se para comer melhor no próximo momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É triste ver que muitos dos instrumentos políticos sejam criados para mediocrizar, cada vez mais, a população pobre ou que não tem acesso aos conhecimentos que vêm transformando o mundo. Deixamos de construir uma revolução industrial, deixamos de fazer história, e estamos caminhando para uma era pós-industrial e pós-histórica sem qualquer visão positiva do futuro. Criou-se um país sem heróis e sem mitos. Quando muito copiamos de forma errada e medíocre heróis de outros povos e mitos de outras nações os quais não conseguiram, até agora, contribuir para um desenvolvimento digno de um povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é triste ver que uma parte significativa da população que teve alguma oportunidade de freqüentar a escola ou teve acesso a alguma forma de conhecimento, esteja também se tornando medíocre e analfabeta porque deixou de ler, deixou de praticar os conhecimentos aplicados que adquiriu, deixou de atualizar-se sobre o desenvolvimento do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior de tudo é que algumas dessas pessoas estão à disposição de comunidades para desempenhar papeis de líderes, de políticos, de docentes ou como instrutores empregados pelo estado, do que poderá resultar uma ampliação do Estado Medíocre que se anuncia entre os cenários possíveis para os próximos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil não é um país pobre de riquezas, mas pobre de conhecimentos e isto pode ser facilmente medido ou percebido quando vemos outros países que estiveram nos últimos trinta ou quarenta anos em piores condições socioeconômicas que a nossa e, hoje, estão em posição de destaque tecnológico competindo com as nações mais desenvolvidas anteriores a eles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual ou quais os fatores que diferenciam aqueles países em relação ao Brasil? Um deles é que esses países passaram, de repente, a serem governados por lideres que tinham um sonho e uma visão positivos do futuro e assim contaminou todos os que estavam próximo deles, que por sua vez foram contaminando outros e assim sucessivamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator interessante é que esses países tinham uma História, tinham mitos e alguns tinham até heróis, ou mesmo tiveram e viveram uma Pré-história de destaque positivo e estavam interessados em prosperidade e não em mera sobrevivência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma História voltada para a prosperidade faz uma grande diferença quando estamos comparando riqueza com conhecimento. Ou, mesmo, quando estamos comparando países que deram um salto de qualidade para o futuro e países que ficaram parados no tempo à espera do “Poder Divino” como um meio ou recurso para saírem do estado de penúria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora estamos mais uma vez diante da oportunidade de continuar em um estado pseudo-democrático ou criar um estado sócio-democrático. Se continuarmos com o primeiro certamente vamos amargar um cenário socioeconômico difícil porque a bolha que se construiu no passado pós-Collor e pós-Sarney está prestes a murchar e vai ser complicado reconstruir nova bolha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a opção for o segundo modelo, certamente o ambiente não irá ficar saudável – tendo em vista que os focos (ocultos) de guerrilha estão bem montados – e a nova oposição, recheada de mensalões e outros recursos, tentará explodir com o sistema de qualquer forma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, é melhor que venham à tona os supostos novos senhores de terra (leia-se MST) com suas técnicas guerrilheiras do que ficarmos à mercê de um chavismo-lulismo-fedelismo sem nexo para o momento planetário em que o mundo está caminhando para mudanças tecnológicas importantes. Talvez consigamos adiar o paradigma do “Poder Divino” e começar novos paradigmas para melhorar os modelos mentais das pessoas. Falaremos de outros paradigmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Visite os Blogs:&lt;br /&gt;http://shengadm.blogspot.com&lt;br /&gt;http://aeqi.wordpress.com&lt;br /&gt;http://pt.netlog.com/jovinomoreiradasilva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-8632789364851939459?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/8632789364851939459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=8632789364851939459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/8632789364851939459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/8632789364851939459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2010/06/riqueza-e-conhecimento-uma-reflexao-do.html' title='Riqueza e Conhecimento. Uma reflexão do Primeiro Paradigma: o “Poder Divino”'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-4495256468663704590</id><published>2010-05-12T15:15:00.000-03:00</published><updated>2010-05-12T15:17:11.572-03:00</updated><title type='text'>EDUCAÇÃO COMO FATOR PARA O DESENVOLVIMENTO II</title><content type='html'>“&lt;span style="font-style:italic;"&gt;A maior parte daquilo que nos ensinaram como sendo a história da civilização humana registra a ascensão do estado de egocentrismo humano, da inventividade tecnológica e da territorialidade (enquanto difusão das populações e da agricultura), e a inevitável ascensão da competitividade, do conflito e da violência em geral. Esse tipo de história da evolução das sociedades humanas é um relato tendencioso. A história convencional das conquistas, dos líderes militares e das vidas dos poderosos tem sido, em grande medida, indiferente às experiências da grande maioria dos seres humanos&lt;/span&gt;”. &lt;br /&gt;Hazel HANDERSEN (Construindo um Mundo onde Todos Ganham, 1996)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo este artigo com uma epígrafe longa, mas que tem um conteúdo muito importante para que possamos discutir, em todas as instâncias sociais, políticas, culturais e educacionais, como devemos tratar, realmente, a questão da educação se queremos, efetivamente, realizar alguma forma de mudança e desenvolvimento que seja sustentável e que se traduza em resultados concretos para que não fiquemos dependendo sempre das decisões políticas dos poderosos da economia global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que o assunto da educação está por demais batido e debatido nos Blogs, nos artigos, na mídia em geral, mas, nunca é demais continuar batendo nesta tecla, porque não podemos criar muita coisa se não formos educados para criar ou educados para a criatividade. No Brasil confunde-se educar com o ensinar e aprender com o alfabetizar, quando nada disto é válido para os objetivos de desenvolvimento que as organizações nacionais e internacionais estão pregando nos seus sites e nos documentos publicados na mídia falada e escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível perceber que uma dada população começa a se tornar educada no sentido pleno do que seja educação, quando começa a diminuir o índice de criminalidade e de violência social o que vai refletir na saúde e na renda per capita, portanto, no IDH. Outro indicador interessante da elevação do grau de educação de uma comunidade, um estado ou país vem representado pela quantidade trabalhos científicos úteis e de patentes registradas (patentes de produtos e idéias efetivamente úteis e que trarão benefícios para a população). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São dois indicadores importantes: o nível da qualidade educacional da população e a quantidade de produção científica úteis e de patentes registradas e não consigo verificar nenhum deles no Brasil, pelo menos até agora. Por isso, precisamos desenvolver metodologias e planos pedagógicos que possam orientar as pessoas e as organizações neste sentido para se começar a discutir ou mesmo falar em desenvolvimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem isto e sem outros itens importantes todo o discurso que estamos fazendo até agora é inútil, sem nexo e sem relevância. Ou seja, não produzimos nada que possa ser considerado de significativa importância social, educacional, intelectual, evolutivo e capaz de elevar nossas populações para um patamar em que seja capaz de e competente para discutir em pé de igualdade com outros povos do Planeta (sobretudo aqueles que têm programas avançados de desenvolvimento e educação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomeçar a publicação de artigos no Blog falando em educação e em desenvolvimento é muito interessante e vou aproveitar este espaço para publicar trabalhos de diversos autores ou mesmo de minha lavra, para que os colegas possam discutir e, quem sabe, somar esforços para que se crie neste país um amplo debate sobre como promover uma educação para o desenvolvimento e não essa educação de mentira que nosso Ministério do Emburrecimento (MEC) vem incentivando e fazendo propaganda tendenciosa nos meios de comunicação como se “tudo pela educação” fosse apenas frases soltas de programas de televisão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-4495256468663704590?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/4495256468663704590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=4495256468663704590' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4495256468663704590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4495256468663704590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2010/05/educacao-como-fator-para-o.html' title='EDUCAÇÃO COMO FATOR PARA O DESENVOLVIMENTO II'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-4070464062687387307</id><published>2010-05-05T16:36:00.002-03:00</published><updated>2010-05-05T16:43:40.990-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sistemas Humanos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Administração'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>DESENVOLVIMENTO HUMANO EM UMA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO</title><content type='html'>A EDUCAÇÃO COMO FATOR PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;A instrução tem por fim fornecer ao homem o conhecimento e o uso de objetos necessários para a sua vida profissional.&lt;br /&gt;A educação tem por fim despertar e desenvolver no homem os valores da natureza humana; porquanto a natureza humana existe em cada indivíduo apenas em forma potencial, embrionária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Huberto Rohden&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li recentemente artigos e textos escritos por estudiosos, bem como relatórios sobre economia, educação e administração e senti que seria conseqüente trazer para um tema que discute o Desenvolvimento Humano, alguns posicionamentos para, quem sabe, também acrescentar ao que está na ordem do dia um pouco mais de vontade de realização; uma contribuição para energizar o motor emperrado pela paralisia de paradigma que perdura até agora. Quando discutia sobre as Habilidades Essenciais aqui no Blog procurei mostrar, com foco no Administrador, que as organizações e os profissionais só podem crescer se fincarem o pé no desenvolvimento e manutenção destas habilidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos que mais me chamam a atenção neste quesito é aquele que denominei de A Arte de Ler, que considero fundamental para a competência conceitual do profissional. Insisto neste ponto porque me sinto decepcionado ao ver que estamos colocando no mercado muitos profissionais que não sabem construir ou ler ou interpretar uma frase simples e saem (se diplomam) como se estivessem preparados para tomar decisões, quando tomar decisão é solucionar problemas e eles insistem em “detestar matemática”, isto porque não sabem e conhecem pouco a sua língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostar de matemática, aqui, não se refere à necessidade de ser especialista nesta matéria, mas saber utilizar, no mínimo, as principais regras e alguns dos recursos que podem contribuir para o processo decisório. Por exemplo, os cursos de Administração resolveram retirar ou minimizar no currículo uma importante disciplina que ocupa um papel de relevo no sistema estratégico e no processo de logística das empresas, que é a Pesquisa Operacional (PO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto se deu possivelmente porque o índice de reprovação e repetência era muito alto, dificultando aos estudantes a conclusão dos cursos, tendo em vista que esta disciplina, PO, se utiliza de sistemas de equações lineares para buscar uma melhor solução através de uma Função Objetiva relacionada com a otimização de um sistema de transporte, por exemplo, ou Logística. Saliente-se que esta atitude em relação à PO começa com o surgimento de cursos  de Administração nas faculdades privadas do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de facilitar a conclusão de um curso pode resultar na mediocridade do conhecimento para a formação de um profissional. Também não estou querendo dizer que um profissional só será excelente se for preparado com conhecimentos de PO. Regra geral não é preciso um conhecimento amplo em todas as áreas para ser um excelente profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que precisa, e isto é uma exigência do mercado no momento, é ter competência para lidar com situações críticas, não-normais, em ambiente turbulento que requer uma comunicação eficiente e uma intuição bem desenvolvida. Uma educação para formar um profissional como exige hoje o mercado requer conteúdos que lidem com ambos os hemisférios (direito e esquerdo) do cérebro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o conteúdo da (quase) totalidade das disciplinas na matriz curricular fortalece as competências do lado esquerdo do cérebro (Habilidades Técnicas), a capacidade criativa vai sendo relegada a um segundo plano, porque não temos quase nada que se ocupe com o lado direito do cérebro nos programas disciplinares dos professores; ou, mesmo, nem contamos com a competência dos professores para aproveitarem seus programas de aula no sentido de direcionar temas, trabalhos e estudos diversos para promover uma educação que ocupe o lado direito do cérebro dos estudantes. Aqui reside uma das causas de se exigir do aluno que decore textos para fins de avaliação e não que crie textos para realizar a avaliação do conhecimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação maior de quase todos os professores é computar números através de provas para concluir suas atividades de classe e dar uma satisfação para o dono da faculdade, ou diretor de um curso. Daí, as matemáticas e a PO serem consideradas pouco relevantes para as Habilidades Essenciais, segundo os fazedores de matrizes curriculares e, mais ainda, para os aplicadores dessas matrizes, porque elas mexem com os dois hemisférios do cérebro do estudante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um dos artigos que li na Internet chamou-me a atenção o posicionamento de uma empresa que incluía no processo seletivo um rigoroso exame de Português para os candidatos. A Gestão de Recursos Humanos da empresa (uma multinacional!) estava muito preocupada com o desempenho do sistema de comunicação interna e externa, o que a levou a mudar as regras de admissão exigindo dos candidatos fluência na “Língua Portuguesa”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que inicio um semestre letivo as primeiras palavras que exponho para os estudantes são: Para serem bons profissionais, é necessário que vocês aprendam quatro idiomas: Português, Inglês, Espanhol e (mesmo com o riso e piada deles) o Mandarin. Por outro lado, peço para eles estudarem bem, pelo menos, o Português, pois com este idioma já será possível abrir melhor as portas do sucesso, particularmente no ambiente interno das empresas. Além disto, peço-lhes que tragam para a sala um dicionário e uma gramática de língua Portuguesa. Os artigos que têm sido publicados, atualmente, ajudam a mostrar que as idéias de se estudar e aprender um idioma como o nosso não é brincadeira minha. A coisa é muito séria. As universidades da Europa já estão incluindo o Mandarin como disciplina obrigatória. Por que estão seguindo este caminho?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-4070464062687387307?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/4070464062687387307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=4070464062687387307' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4070464062687387307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4070464062687387307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2010/05/desenvolvimento-humano.html' title='DESENVOLVIMENTO HUMANO EM UMA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-7543840137863944185</id><published>2009-06-15T17:47:00.003-03:00</published><updated>2009-06-15T18:01:22.620-03:00</updated><title type='text'>Parte IV: As Vozes que devem ser escutadas no Sistema</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;A Voz do Fornecedor, a Voz Colaborador, a Voz do Processo, a Voz do Cliente e a Voz da Natureza&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;As empresas bem sucedidas tratam de ouvir em alto e bom som a voz do cliente&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Whiteley e Hessan (1996)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Cinco elementos básicos e fundamentais constituem a estrutura de um negócio, os quais devem estar em pleno equilíbrio e harmonia para que ocorra o êxito. São eles: o Fornecedor, o Colaborador, o Processo, o Cliente e a Natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três destes elementos-chave são holons primários integradores e dois são holons secundários integrados. Os três integradores são: &lt;strong&gt;o fornecedor, o colaborador e o cliente e os integrados são: o processo e a natureza.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O funcionamento com qualidade de um negócio dependerá, significativamente, dos holons integradores sem o que o negócio tenderá a ter sempre os seus &lt;strong&gt;custos doentes&lt;/strong&gt; elevados, do que resulta em declínio e falência total da organização. Este é o caminho que sigo para discutir (e escrever sobre) a &lt;strong&gt;Administração Estratégica da Qualidade Integral (AEQI).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste trabalho, no qual procuro mostrar que o &lt;strong&gt;Cliente&lt;/strong&gt; é um sócio importante para uma empresa (Negócio), também considero que o &lt;strong&gt;Fornecedor&lt;/strong&gt; é um sócio de valor significativo, embora no caso do Cliente ele ocupe uma posição de relevo enquanto sócio à jusante com grande possibilidade de investir recursos no negócio. Vejo uma compra como um investimento que o Cliente faz, a priori, em si mesmo, e a posteriori, na empresa que lhe forneceu o produto ou serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando esta tese, temos que o Fornecedor passaria, também, a uma posição de sócio à montante, de integração a priori ou por antecipação, mas não de investimento como no caso do Cliente consumidor. O Fornecedor participa com aporte de recursos (financeiros, materiais, conhecimento, informação e energia) como investimento antecipado, o qual deverá ser ressarcido em data previamente negociada, enquanto o Cliente consumidor participa com aporte de recursos a posteriori, ou seja, depois que o sistema holístico composto pelos holons integradores tenham realizado suas ações e lhe entregue os bens e serviços que ele necessita para atender a suas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ambos os casos, antes e depois do sistema integrador, um fator de grande valor agregado é representado pela &lt;strong&gt;conformidade aos requisitos do produto&lt;/strong&gt; para evitar o aumento de custos doentes e assim elevar o&lt;strong&gt; valor da qualidade implícita e explicita do produto&lt;/strong&gt;. A conformidade, neste caso, representa uma das medidas da qualidade e vem expressa pela quantidade de variações que o produto apresenta e se identifica como &lt;strong&gt;Variabilidade do Sistema Integrador&lt;/strong&gt; (Fornecedor, Colaborador, Cliente) os quais irão causar impacto positivo ou negativo sobre a &lt;strong&gt;Qualidade do Sistema Integrado&lt;/strong&gt; (Processo, Natureza) e daí originarem-se produtos “sem qualidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre que para aumentar a conformidade de produtos e serviços além de se ter um Sistema Integrador bastante homogêneo torna-se necessário que o Sistema Integrado possua uma saúde funcional e material bastante uniforme e com o mínimo de perdas que possam se tornar custos doentes. Ambos os sistemas geram &lt;strong&gt;custos sadios e doentes&lt;/strong&gt;. Porém, o Sistema Integrador está mais sujeito às influências negativas e formadoras de defeitos do que o Sistema Integrado. Com isto quero afirmar que os defeitos que ocorrem dentro de um processo geralmente são formados antes do processo, ou seja, no holon fornecedor e em seguida transmitido (contaminação) aos demais holons.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como devemos proceder, como líderes, dirigentes e coordenadores, dentro desse Sistema Integrador para que ele gere mais custos sadios que custos doentes, mais conformidade alta e menor variabilidade para o Sistema Integrado, a fim de que os produtos e serviços sejam de Qualidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estes dois sistemas trabalham com harmonia ou com &lt;strong&gt;CACHHH&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; acredito que existem grandes possibilidades de redução da variabilidade e aumento da conformidade. Para tanto é preciso mais que &lt;strong&gt;treinamento&lt;/strong&gt; do pessoal. É preciso d&lt;strong&gt;esenvolvimento&lt;/strong&gt; de pessoas de forma consolidada através de programas como o &lt;strong&gt;Desenvolvimento e Amadurecimento de Sistemas Humanos (DASH).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;E a Voz destes sistemas o que tem a ver com Qualidade, com Corrente (ou Cadeia) do Menor Preço, com Colaborador-Sócio, com Cliente-Sócio, com Fornecedor-Sócio com Processo e com Natureza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo a Voz como um fenômeno que anuncia vontades, atitudes, determinações e custos sadios. Quanto mais intensa essa Voz, melhores serão os resultados em todas as funções desses sistemas e com isto pode-se afirmar que a organização está com o seu ciclo de vida equilibrado. Ao buscar sua satisfação &lt;strong&gt;o Cliente está investindo na empresa&lt;/strong&gt; e ao satisfazer o Cliente a empresa está cumprindo sua parte no acordo, ou seja, ao produzir o bem ou serviço que está de acordo com as exigências do mercado consumidor &lt;strong&gt;a empresa está investindo no Cliente&lt;/strong&gt;. Isto é percebido ou medido pela redução da defasagem entre as duas vozes: do Cliente e do Processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer falha na intensidade dessas vozes no nível do Sistema Integrador (Sistema de Administração Integral) pode ocasionar deficiências orgânicas na empresa que muitas vezes são irrecuperáveis e podem levar a organização à falência. Os leitores que desejarem podem me consultar por E-mail sobre projetos para Administração Estratégica de Qualidade Integral (AEQI) e combinar uma consulta de esclarecimento. Breve todas estas informações estarão na página SHENG na qual mostrarei alguns dos pontos-chave para se entender melhor a importância deste e outros produtos SHENG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Vamos colaborar com os ODM e com as Metas Educativas 2021.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Visite também: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; CAHHH (Cooperação-Amorização-Colaboração-Humorização-Harmonização-Humanização): Trata-se de uma das metodologias utilizadas pela Equipe SHENG no Desenvolvimento e Amadurecimento de Sistemas Humanos (DASH).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; WHETELEY, R. e HESSAN, D. &lt;em&gt;Crescimento Orientado para o Cliente&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: Campus, 1996.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-7543840137863944185?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/7543840137863944185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=7543840137863944185' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7543840137863944185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7543840137863944185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2009/06/parte-iv-as-vozes-que-devem-ser.html' title='Parte IV: As Vozes que devem ser escutadas no Sistema'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-4550140161902051054</id><published>2009-05-24T14:48:00.002-03:00</published><updated>2009-05-24T15:01:44.244-03:00</updated><title type='text'>Crise de Conhecimento e de Dignidade</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Parte III – A Corrente do Menor Preço e a Qualidade Integral: &lt;em&gt;A Gestão conduz o Barco, a Administração constrói o Mapa da Viagem&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;É assim que vejo nosso negócio. Se cuidamos da nossa equipe, os clientes internos, e fazemos tudo para satisfazer os clientes externos, oferecendo as mercadorias que eles desejam e tornando sua visita às nossas lojas a melhor experiência possível, os lucros vêm como conseqüência&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. (Do diálogo entre Mike e Peter, in O Sabor da Qualidade, 2006, p.48).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A minha análise sobre as crises de conhecimento, de dignidade, de ética, de respeito ao consumidor e ao cidadão trabalhador e colaborador e de respeito à natureza começa pela intensidade com que algumas vozes importantes são escutadas (não meramente ouvidas) dentro de uma organização. Aqui começa no meu conceito o que Subir Chowdhury chama de &lt;strong&gt;O Sabor da Qualidade&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt; que tem como uma das propostas, no caso da &lt;strong&gt;Qualidade Integral&lt;/strong&gt;, trazer a &lt;strong&gt;Voz do Cliente e a Voz da Natureza&lt;/strong&gt; para dentro do Sistema Negocial (o qual é composto por um Sistema Integrador e outro Sistema Integrado) diminuindo, cada vez mais a defasagem (variabilidade) que existe entre elas e a &lt;strong&gt;Voz do Processo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil fazer isto? Certamente que é difícil porque seria uma mudança radical de paradigma. Poderíamos chama isto de &lt;strong&gt;Reengenharia do Comportamento Empresarial&lt;/strong&gt; (e não apenas do processo) que deveria sempre se antecipar ao que chamo de &lt;strong&gt;Reengenharia da Estrutura Empresarial&lt;/strong&gt;. Seria mexer no velho e obsoleto &lt;strong&gt;DNA da gestão&lt;/strong&gt; baseada no pragmatismo do management e acelerar o novo &lt;strong&gt;DNA da Administração&lt;/strong&gt;, mostrando, assim que administrar é mais amplo e mais complexo do que gerir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto implica que a gestão tem dimensão (ação) bem menor, mas atividade bem maior que a administração e aqui reside um dos temas que, com grande probabilidade (ou possibilidade?) traduz o começo da crise, a morte de grande número de empresas, inclusive de velhas e tradicionais e robustas empresas, qual seja o de que a &lt;strong&gt;Gestão&lt;/strong&gt; não é suficiente para promover a multiplicação dos pães (utilizando aqui uma metáfora bíblica em relação ao investimento de recursos financeiros, materiais e temporais para tornar um negócio eficiente e lucrativo). Sem a &lt;strong&gt;Administração&lt;/strong&gt; a Gestão é uma mera ferramenta isolada e sem consistência ou apenas um timão sem um marinheiro competente para conduzir o barco empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação a esta última premissa, qual seja: administração sem gestão ou gestão sem administração tenho debatido muito com os estudantes procurando mostrar-lhes quais os méritos de cada uma e como se processa a interdependência que ajuda a consolidar o processo de desenvolvimento de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através de uma linguagem (quase) vulgar – porque é simples demais – eu explico que: a &lt;strong&gt;Gestão conduz o barco &lt;/strong&gt;enquanto a &lt;strong&gt;Administração elabora e/ou constrói o mapa da viagem&lt;/strong&gt; que servirá de guia estratégico para a condução do barco. O Gerente conduz o barco; é o gestor da &lt;strong&gt;Escola de Samba&lt;/strong&gt; e, em certo sentido, também é responsável por parte significativa das atividades do &lt;strong&gt;Time de Vôlei&lt;/strong&gt;, enquanto que o Administrador conduz o &lt;strong&gt;Circo&lt;/strong&gt; e a uma pequena parte do &lt;strong&gt;Time de Vôlei&lt;/strong&gt; (e aqui está a minha metáfora para mostrar aos estudantes a estrutura de uma empresa. Para mim uma empresa só deve ter três níveis diretivos e não mais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os estudantes (e também alguns profissionais) começam a entender minha linguagem sobre uma &lt;strong&gt;administração sem gestão&lt;/strong&gt;, a qual de algum modo está relacionada com a intensidade com se promove dentro da organização o esforço de empowerment através dos colaboradores, entre outras ferramentas ou técnicas ou princípios de ação. Por outro lado, &lt;strong&gt;a gestão não pode ou não deve prescindir da administração&lt;/strong&gt; sob pena de se colocar pessoas inexperientes ou sem habilidade e qualificação suficientes para elaborar os mapas de viagem que conduzirão a empresa (o negócio) para onde desejamos estar e o barco (o negócio) pode chocar-se com os arrecifes da incompetência geral (política, administrativa, econômica, contábil e, pior ainda, cultural).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, considerando as perguntas propostas pela Administração Estratégica em sua etapa de diagnóstico: Onde estávamos? Onde estamos agora? Onde desejamos chegar?, as quais envolvem tanto a administração quanto a gestão, tem-se que as respostas começam sempre pela administração quando se está fazendo um diagnóstico sério e comprometido com a resolução das crises organizacionais e não pela gestão que é o lado técnico e de execução dos trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se conseguir realizar com efetividade, segurança, ética e qualidade a viagem negocial é necessário, a partir de agora, ouvir com precisão (isto é &lt;strong&gt;escutar&lt;/strong&gt;) as vozes mais importantes do sistema econômico e empresarial que discutirei no próximo bloco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Vamos colaborar com os ODM e com as Metas Educativas 2021.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Visite também: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; CHOWDHURY, S.&lt;em&gt; O Sabor da Qualidade&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: Sextante, 2006.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-4550140161902051054?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/4550140161902051054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=4550140161902051054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4550140161902051054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4550140161902051054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2009/05/crise-de-conhecimento-e-de-dignidade.html' title='Crise de Conhecimento e de Dignidade'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-7274298217269106214</id><published>2009-04-21T14:45:00.003-03:00</published><updated>2009-04-21T14:59:30.041-03:00</updated><title type='text'>CRISE DE CONHECIMENTO E DE DIGNIDADE</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Parte II: A Corrente do Menor Preço e o Cliente-Sócio como uma Solução para a Crise&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falo em &lt;strong&gt;menor preço&lt;/strong&gt; não estou insinuando que o empresário deverá ficar mais pobre para alimentar a população ou assumir o papel do estado no que se refere aos cuidados com a qualidade de vida dos cidadãos. No meu conceito, o &lt;strong&gt;menor preço&lt;/strong&gt; deve implicar em &lt;strong&gt;maior retorno do investimento&lt;/strong&gt; (parece um paradoxo) e em maior aquisição de bens e serviços pela comunidade consumidora. Isto também deverá refletir em uma melhor distribuição de renda e em redução da pobreza porque resulta em um aumento da produção e em um aumento de postos de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, em conjunto com estas ações, melhoramos a qualidade da educação e da saúde implicará num melhor nível e capacitação dos colaboradores, redução da violência e um retorno para o estado, para empresas e para os cidadãos, efetivo e também para a Natureza; tudo isto sem bla-bla-bla, sem retóricas ideológicas, sem invasões de terras nem de residências, sem perdas para o produto nacional bruto, enfim com ampla humanização e harmonização dos valores, da cultura, e do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliado à &lt;strong&gt;corrente do menor preço&lt;/strong&gt; para maior rentabilidade, sugiro também a premissa: &lt;strong&gt;Cliente: você é o melhor sócio do meu negó&lt;/strong&gt;cio, dirigida ao cliente/consumidor no sentido de promover a &lt;strong&gt;administração de engajamento&lt;/strong&gt; (através do marketing de engajamento) que atrai a &lt;strong&gt;Voz do Cliente&lt;/strong&gt; para junto da &lt;strong&gt;Voz do Processo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro! Se eu compro e com meu dinheiro você, empresário, movimenta o seu negócio é justo que eu também seja considerado sócio do seu negócio. Nessa sociedade (eu cliente, você fornecedor) não recebo dividendo pelos recursos (de capital utilizado) que coloco em sua empresa na forma de lucro por ações, mas você pode me proporcionar ganhos por bonificação na redução dos preços dos produtos vendidos. Daí a primeira premissa sobre a corrente do menor preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata, aqui, da metáfora do desconto à vista, nem de promoção de vendas para queima de estoque. Trata-se de uma figura contábil-financeira que não é fixa e que deverá ser periodicamente revisada de modo a proporcionar ganhos (rendas) para o empresário e bonificações (retorno) para o aplicador, neste caso o cliente que fez a compra do bem ou serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As firmas que oferecerem melhores bonificações pela aquisição total de bens e serviço por um cliente e por uma família de clientes durante ou ao longo de um período: mensal, bimensal, trimensal ou semestral, certamente irão reforçar a fidelidade desse cliente, dessa família, com o que já garante o retorno sobre o capital do investidor porque a empresa está em movimento de negócios. Assim a competitividade (concorrência) deixa de ser baseada nos 4Ps de Marketing e passa a ser administrada pelo engajamento do &lt;strong&gt;cliente como sócio da firma&lt;/strong&gt;. Quem trabalhar melhor os critérios da administração de engajamento certamente auferirá melhores resultados no final do período (mensal, bimensal, trimensal, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Vamos colaborar com os ODM e com as Metas Educativas 2021.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visite também o Blog: &lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-7274298217269106214?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/7274298217269106214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=7274298217269106214' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7274298217269106214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7274298217269106214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2009/04/crise-de-conhecimento-e-de-dignidade_21.html' title='CRISE DE CONHECIMENTO E DE DIGNIDADE'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-5542876596869527351</id><published>2009-04-12T08:23:00.004-03:00</published><updated>2009-04-12T08:45:48.593-03:00</updated><title type='text'>CRISE DE CONHECIMENTO E DE DIGNIDADE</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Parte I: A Crise e a Corrente do Menor Preço&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;As empresas estão planejando demitir pessoas, fechar unidades de produção, filiais, e até sair de vez do mercado porque os seus acionistas e investidores não estão (supostamente) tendo o retorno (lucro) esperado sobre os seus investimentos (capital aplicado). Isto é Crise? Para mim não. Pelo menos não uma crise que possa empobrecer os investidores capitalistas, empresários e banqueiros. Crise sempre existiu, mas não com o sentido de promover o empobrecimento de quem tem capital acumulado. Isto se parece mais com manobra para promover e aumentar a acumulação de renda, a fim de que o capital de usura (isto é, o capital meramente financeiro sem qualquer visão social, educacional, humanista, etc.) se amplie em detrimento do desenvolvimento, da qualidade de vida, da qualidade da natureza, da qualidade negocial, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Crise cíclica, como é possível estudar-se através do &lt;strong&gt;Ciclo K&lt;/strong&gt; (de Kondratieff), entre outros, está abafada pela Crise de Especulação Financeira. Infelizmente esta crise de especulação está levando de bolo os patrimônios efetivos, aqueles que foram construídos com e para o desenvolvimento sadio. Tal fato se deve à &lt;strong&gt;deficiência ou falha de percepção&lt;/strong&gt; (que também chamo de &lt;strong&gt;Erro de Perspectiva&lt;/strong&gt; como explico adiante) de alguns empresários que atuavam de modo honesto e foram ludibriados financeiramente pelos especuladores, porque, apesar de suas qualidades honestas, não tinham visão empreendedorial, não eram visionários, e conduzia seus negócios, ainda que pelo senso comum, com um foco mais nos objetivos que na missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso não foram capazes de gerar ou criar uma teoria para seus negócios, mas, apesar disso, ainda conseguiram sobreviver no embalo do furacão. Alguns, alinhados ideologicamente ao sistema político vigente conseguiram algumas benesses do estado e estão, aos trancos e barrancos, se sustentando. Outros, menos comprometidos com as camadas políticas ficaram na expectativa de uma retomada do processo econômico, pendurados na linha crítica da curva deste Ciclo K que está em vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apreciem, agora, as premissas que a seguir proponho e procure fazer isto sem se deixar dominar emocionalmente pelos noticiários, pelas teorias econômicas e alguns princípios gerenciais (baseados no Management). Parta da leitura e interpretação de cada um dos termos que coligi para traduzir em sentido metafórico a palavra &lt;strong&gt;CRISE&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;omprometimento&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;esponsabilidade&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I&lt;/strong&gt;ntegralidade&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;ensibilidade (e/ou Serenidade)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;fetividade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginem que uma empresa reduza os juros e os preços de suas mercadorias a partir de um procedimento semelhante que ocorra nas instituições de crédito, ou seja, as quais também irão no mesmo momento reduzir seus juros, margens e preços dos empréstimos (que, diga-se bem são as que mais estão interessadas em sustentar ganhos astronômicos para seus papéis (muitos dos quais eram enganosos e se tornaram subprimes no mercado financeiro internacional), a fim de sustentar uma maior acumulação de renda), e também a esfera pública (os bancos centrais são grandes usurpadores de capital financeiro e quase nada dão em troca, o que se faz para sustentar, em muitos casos governos usurpadores) e, assim, se formasse uma &lt;strong&gt;corrente do menor preço para uma maior rentabilidade&lt;/strong&gt; a qual não é impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta premissa já foi discutida no final do século 19 por Luiz Tarquínio no caso do Brasil, que fez várias cartas ao então Ministro da Fazenda Ruy Barbosa e divulgou através de artigos sugerindo uma reorientação nas finanças públicas a fim de o país financiar o desenvolvimento econômico a partir de um sistema de importação que não sacrificasse o capital de investimento efetivo (capital que representa custos sadios para a economia e, por conseqüência, para as empresas) ou o que venho denominando de Revolução Industrial Brasileira. Esta mesma premissa foi também alvo de estudo por Proudhon, no caso da França, no século 19. Na próxima postagem falarei mais sobre O Menor Preço aliado a um projeto de Sócio-Cliente como forma de superar (parte) do problema gerado pela crise especulativa e financeira. Trata-se de uma opção entre tantas possíveis.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Vamos colaborar com os ODM e com as Metas Educativas 2021.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Visite também o Blog:&lt;/em&gt; http://&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-5542876596869527351?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/5542876596869527351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=5542876596869527351' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/5542876596869527351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/5542876596869527351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2009/04/crise-de-conhecimento-e-de-dignidade.html' title='CRISE DE CONHECIMENTO E DE DIGNIDADE'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-3162047872737002024</id><published>2009-04-04T23:22:00.002-03:00</published><updated>2009-04-04T23:32:12.832-03:00</updated><title type='text'>SOBRE CRISES E TURBULÊNCIAS (III)</title><content type='html'>&lt;p&gt;"&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos, e as grandes estratégias. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la".&lt;/span&gt; Albert Einstein&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta Parte vou tratar de uma metodologia que pode contribuir para o que denominei, na parte anterior, de Departamento de Engajamento de Clientes como uma forma de substituir a Administração Mercadológica ou Departamento de Marketing das empresas. Trata-se da &lt;strong&gt;Metodologia do Menor-Preço e do Cliente-Sócio (MP/CS).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma metodologia que depende da realização de uma transformação ou mudança radical da estrutura organizacional (ou o que poderia se chamar de Reengenharia Organizacional), a qual, muitas vezes, o dono ou sócios de uma empresa não se propõem a realizar. Esta metodologia é uma abertura para o que estou chamando de &lt;strong&gt;Metacapitalismo&lt;/strong&gt;, que, de alguma forma, representa uma preparação para a saída do capitalismo e entrada do sistema cooperativista de negócio. Parece uma utopia? Talvez. Mas, sem utopia estamos sujeitos a ficarmos engessados e presos a ideologias sanguinárias que até não agregaram valores à Humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto implica em mudanças e mudar é o que menos deseja os empresários que ainda estão presos ao modelo de management do capitalismo agressor e invasor da intimidade das pessoas tornando-as escravas de marcas, preços e exploração da mais valia do trabalhador. Daí ser mais fácil, por exemplo, reduzir o número de empregados quando se está diante de uma turbulência financeira como a que ora está em vigor porque – acreditam os empresários – sempre irão encontrar trabalhadores disponíveis no mercado de mão-de-obra com ofertas sempre crescentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engano. Ele pode encontrar pessoas disponíveis no mercado, mas em sua maioria sem a competência necessária ou requerida para alavancar no curto prazo o seu negócio numa retomada do consumo (demanda descomprimida) e aí, neste caso, os seus custos tendem a aumentar em sentido geométrico e ultrapassar aquela economia ou redução financeira que ele obteve com a dispensa de pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto que se salienta desta decisão ingênua é que, mesmo reduzindo o quadro de pessoal ele não consegue alcançar mais o nível ótimo de economia do negócio que possa ser repassado para os consumidores e, assim, nunca irá por em execução a &lt;strong&gt;Metodologia do Menor-Preço/Cliente-Sócio.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É importante não confundir (e alerto mais uma vez) Menor-Preço com Preço-Baixo. Na verdade você não vai reduzir o preço do seu produto ou serviço de modo meramente linear ou simples ou instantâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O procedimento que vejo nesta Metodologia tem a ver com as estratégias de Qualidade e de Engajamento do Cliente ao Negócio. Você estará pondo em prática um conjunto de estratégias tectônicas, as quais considerarão as evidências segundo seu grau de importância para o negócio, para o ambiente, para o mercado como sejam: as &lt;strong&gt;Evidências Muito Importantes (EMI),&lt;/strong&gt; as &lt;strong&gt;Evidências Pouco Importantes (EPI),&lt;/strong&gt; as &lt;strong&gt;Evidências Quase Importantes (EQI)&lt;/strong&gt; e as &lt;strong&gt;Evidências Importantes (EI)&lt;/strong&gt; e, por conseqüência, estará envolvendo em seu planejamento pelo menos quatro cenários possíveis que sejam capazes de impactar os Clientes a partir de uma matriz de preços, a qual você desenvolverá juntamente com esses clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe que você precisará “ensinar” aos clientes a montante (os Fornecedores), os clientes internos (os Colaboradores) e os clientes a jusante (os Consumidores) a serem seus sócios nesta empreitada nova e desafiante. Este eu chamo de Triângulo do Menor-Preço/Cliente-Sócio que trataremos aqui como uma das partes deste artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma metodologia para CRISES e tem como base (e exemplo) a experiência vivida, entre outros, por Henri Fayol e, sobretudo a experiência de Tomás Bata na Tchecoslováquia nas primeiras décadas do século 20 no auge das crises de 29 e 30. Em outro momento falarei um pouco mais sobre as experiências de Bata, conforme consta de sua biografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto, contudo, não quer dizer que aquelas soluções assumidas por Bata representem as melhores soluções para todos os negócios ou uma solução definitiva para todas as CRISES econômico-financeiras. O que Bata conseguiu ontem (passado) não vale totalmente para hoje (presente) e muito menos para amanhã (futuro). É necessário avaliar quais das melhores práticas realizadas por ele podem contribuir para a criação de melhores práticas hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso um estudo profundo de cada situação, antes de se aplicar as experiências de ontem, especialmente no caso de CRISES que são geradas pelo uso imoral dos recursos; pelo uso desonesto de títulos de negócio que são supervalorizados através de uma mídia também desonesta a fim de alguns embolsarem sem qualquer decência de recursos muito além do valor real dos papéis comercializados em público (bolsas de valores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem vários tipos de crise (e de problemas geradores de crise). Pelo que pude perceber, até agora, os tipos que mais impactam os resultados financeiros e econômicos dos negócios estão entre os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Crise Financeira&lt;br /&gt;2) Crise Econômica&lt;br /&gt;3) Crise de Valores Éticos&lt;br /&gt;4) Crise de Tecnologia&lt;br /&gt;5) Crise de Mercado&lt;br /&gt;6) Crise Organizacional&lt;br /&gt;7) Crise Política&lt;br /&gt;8) Crise Social&lt;br /&gt;9) Crise de Conhecimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada uma dessas crises, ou várias delas ao mesmo tempo, pode gerar turbulências tanto agregadoras quanto desagregadoras para o sistema empresarial. Cada uma delas possui roupagem própria ou características bem definidas de acordo com as variabilidades do sistema em ela ocorra. Contudo – e este é o lado bom das crises – todas elas trazem no seu âmago as próprias soluções ou variáveis solucionadoras que podem ser traduzidas como oportunidades. Se uma crise aparenta ser uma ameaça essa mesma crise também aparenta ser uma oportunidade se olharmos segundo um enfoque sistêmico ou holístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Vamos colaborar com os ODM e com as Metas Educativas 2021&lt;/em&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-3162047872737002024?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/3162047872737002024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=3162047872737002024' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3162047872737002024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3162047872737002024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2009/04/sobre-crises-e-turbulencias-iii.html' title='SOBRE CRISES E TURBULÊNCIAS (III)'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-7587558220343048638</id><published>2009-03-28T14:37:00.001-03:00</published><updated>2009-04-01T11:40:55.972-03:00</updated><title type='text'>SOBRE CRISES E TURBULÊNCIAS (II)</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Quando termina o trabalho de um bom líder, as pessoas dizem "Nós mesmos fizemos".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Lao- Tzu&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Este assunto sobre a crise socioeconômica que está a suceder no mundo é muito interessante e tem servido para a criação de inúmeros artigos. Todos os sites relacionados com Empreendedorismo, Economia, Finanças, Gestão, Administração que tenho visitado apresentam artigos de autores conhecidos, desconhecidos, de CEOs a professores e acadêmicos. Nos Blogs o assunto que rola é crise, quebradeira e outros fatos relacionados com o (pseudo) fim do capitalismo. Não era minha intensão ampliar este debate com idéias que tenho defendido sobre a incompetência gerencial pragmática (que está mais recheada de gestão que de administração) de economizar e manter a margem de lucro utilizando a já batida solução de demitir pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela minha ótica administrativa dever-se-ia demitir, primeiro alguns chefes e extinguir o Departamento de Recursos Humanos, bem como mudar totalmente o departamento de Marketing para Departamento de Engajamento de Clientes com um dos principais propósitos de convidar os clientes para administrar suas próprias compras. Aliás, as grandes indústrias são as empresas que mais demitem pessoal em momentos de crise o que prova que tamanho não é documento para definir competências administrativas. E são as que mais ganham com as crises. Os valores ou índices que divulgam para expressar queda de lucros e outras ocorrências empresariais, nem sempre representam a realidade contábil-financeira da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou concluindo a leitura de Você Está Louco! de Ricardo Semler, que comentarei no Blog Diálogos para o Futuro, e seria sugestivo que empresários, políticos, professores e estudantes de Administração, Economia e Contabilidades lessem este livro. Creio que os empresários, em especial de médias e grandes corporações, teriam uma boa oportunidade de fazer benchmark com algumas das idéias e práticas administrativas de Semler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volto a minha discussão sobre os abalos sísmicos que vêm acontecendo nas organizações para reforçar minhas idéias de uma &lt;strong&gt;Administração Estratégica Tectônica&lt;/strong&gt; (ADETECT) não apenas porque o momento é propício diante das evidências de fechamento de mais um grande Ciclo K (de Kondratiev) da economia glocal, mas porque penso que as técnicas desta metodologia são para qualquer ocasião mesmo que se esteja em estado de calmaria ou de bonança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As idéias que estou desenvolvendo sobre a ADETECT tomam como referência as geociências, o que não é nada especial uma vez que atualmente se fala muito em DNA de negócios tendo como inspiração as biociências. Aliás, vira e meche e a Biologia é parceira da Administração em muitos temas e até princípios gerais de administração, como foi o caso da TGS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já usava a ADETECT em minhas atividades profissionais, porém sem estabelecer uma codificação ou uma terminologia que explicasse cada ação para tomar decisões, em especial no ambiente de negociações de compra ou em ambiente de conflito funcional. Como consegui crescer em termos de conhecimento e aprendi muito nessas várias décadas de trabalho, acabei descobrindo que as ocorrências como as crises e as turbulências socioeconômicas se assemelhavam às turbulências que ocorrem no Planeta e nas Galáxias. Aqui denominadas entre outras de terremotos, maremotos, tsunamis, etc. Todos esses fenômenos terrestres ou galácticos têm um foco que, no caso da tectônica de placas, foi chamado de &lt;strong&gt;epicentro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, o que proponho em meu trabalho é justamente a localização dos epicentros relacionados com os fenômenos ou evidências administrativas (ou organizacionais) como ponto de partida para a solução de problemas. Por exemplo, nas grandes empresas podem existir vários epicentros para vários tipos de fenômenos ou várias evidências administrativas. Nas pequenas empresas estes epicentros são poucos e facilmente detectáveis, para a felicidade dos micro-empresários, o que se pode perceber pelo número de demissões que é bem menor nas pequenas empresas em comparação com as grandes empresas. Para começar a manter uma linguagem mais sociável vou chamar de &lt;strong&gt;organocentro&lt;/strong&gt; o ponto ou lócus de evidência dos organomotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode aludir que se demite mais nas grandes empresas devido ao tamanho e ao grande número de colaboradores. Pode até ter sentido sua alusão, mas penso um pouco diferente quando avalio a partir dos princípios da ADETECT. Considero a questão tipicamente de baixo grau de competência administrativa em lidar com o elefante. No caso da pequena empresa você está lidando com uma cotia ou um tapir. Através da Administração Tectônica o que proponho é estudar vários organocentros dentro da empresa e não se prender a apenas um ou dois, como no caso a folha de pagamento ou os números da contabilidade estática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na crise, além de ser criativo e inovador, o empreendedor deve ser racional também, e neste caso destrua o organograma, esqueça os níveis hierárquicos, acabe com as chefias e gerências e passe tudo isto para o pessoal de chão de fábrica. &lt;strong&gt;Administre sem Gerentes&lt;/strong&gt;. Crie várias micro ou pequenas empresas dentro de sua empresa (pequena ou grande): uma para cada organocentro onde se evidencie a possibilidade de um movimento organossísmico. Este é o momento de você mostrar que é Administrador e não meramente um gestor de atividades e especializações baseadas no passado. &lt;strong&gt;Além de Empresário seja Empreendedor&lt;/strong&gt;. E use a epígrafe como sua missão ou parte dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Vamos colaborar com os ODM e com as Metas Educativas 2021&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-7587558220343048638?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/7587558220343048638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=7587558220343048638' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7587558220343048638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7587558220343048638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2009/03/sobre-crises-e-turbulencias-iii.html' title='SOBRE CRISES E TURBULÊNCIAS (II)'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-7878995047262915966</id><published>2009-02-23T17:55:00.004-03:00</published><updated>2009-02-23T18:59:43.110-03:00</updated><title type='text'>Sobre Crises e Turbulências</title><content type='html'>Estamos reiniciando o período letivo e, como sempre, também recomeço as minhas postagens nos Blogs, dando as boas vindas aos colegas e estudantes que estiveram descansando durante esses meses. O que dizer neste início de semestre letivo para vocês? Estamos em crise? Ou estamos vivendo apenas as turbulências da reorganização política e econômica mundial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou trabalhando um tema que é deveras interessante e que alude a questões estratégicas e prospectivas, o qual já fiz referência em outros artigos. Trata-se da &lt;strong&gt;Administração Estratégica Tectônica&lt;/strong&gt; que em breve lançarei em formato de livro. Neste tema trato turbulências e crises, como esta que estamos agora vivenciando (mas que já tinha sido anunciada no passado), como fenômenos administrativos organizacionais que denominei de &lt;strong&gt;organomotos &lt;/strong&gt;tomando como referência os abalos sísmicos ou terremotos que ocorrem na esfera terrestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Planeta é uma grande organização, grande e complexa, cuja complexidade nós, únicos animais inconclusos que existem na face da Terra, também complexos, não conseguimos até agora compreende-lo e nem sabemos como administra-lo devidamente e lucrativamente. Criamos, então, organizações (empresas, instituições) com o objetivo de melhorar um pouco a nossa completude e, infelizmente, não aprendemos nada dos fenômenos que a Terra nos oferta como base para a sobrevivência. Não sabemos ou pouco sabemos aproveitar as evidências que estão claras (ou mesmo ocultas, mas disponíveis) e uma delas vem rotulada pelos Ciclos Socioeconômicos que muito se assemelham aos Ciclos Tectônicos. Esse foi um dos caminhos que segui para iniciar a redação do trabalho que faço referência aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho lido muito nos últimos meses sobre a crise que está abalando o capitalismo e percebi que se criou um clima de euforia, medo e desespero entre políticos, estados (países), empresários, estudiosos (sobretudo os economistas) e administradores por causa da quebradeira que vem ocorrendo com bancos, empresas, governos. Estão todos lutando contra manadas de elefantes (ou rinocerontes?) e como ninguém quer carregar sozinhos esses bichos, apelam para propostas ou soluções drásticas como já ocorreram no passado: quais sejam, reduzir quadro de pessoal, fechar unidades fabris em vários países, enfim, recorrendo rapidamente a elementos macro e visíveis (elefantes) que representam, talvez, menos de 10% dos problemas ou melhor de solução para os problemas e são como a ponta de um iceberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em princípio as empresas não estão quebrando por falta de dinheiro, mas por falta de ética, de prudência, de organização salutar, de administração efetiva. Tanto os países como as empresas se acomodaram nas placas (ou camadas) organizacionais confortáveis e esqueceram que elas se mexem, se movimentam com grande velocidade e desprendimento de energia, daí quando se chocam geram os organomotos que já foram vividos anteriormente (como a crise de 1929, a crise do petróleo, etc.) os quais requerem ajustes importantes que estão, ainda, ocultos na base do iceberg e, por comodismo e por modismo, os especialistas não conseguem ou não se interessam em investigar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de uma crise como esta faria um benchmark com o caso de Tomas Bata (Ver sua biografia ou leiam trechos no livro de Harmon e Jacobs , &lt;em&gt;A Diferença Vital&lt;/em&gt;) procurando em seguida apoio em bases de simulação atuais e trazer para dentro da empresa a força do cliente (ou a Voz do Cliente) interno e externo e não apenas demitir os trabalhadores. É certo que se existe uma produção muito elevada em relação a uma demanda muito baixa torna-se necessário, em algum momento, reduzir esta produção. Contudo, reduzir a produção é o caminho mais fácil desse malabarismo com elefantes. Por que não aumentar a demanda reduzindo os custos e os preços de venda? Por que não ajustar com os trabalhadores a redução dos salários em troca de suas participações cooperativas nos negócios, nos lucros e nas vantagens que a empresa possa obter? Este é o lado empreendedorial ou coopreendedorial que falta nos empresários pragmáticos (capitalistas fechados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe, também, o lado social, o político e neste vamos encontrar uma outra crise que não a econômica: a crise ideológica, a qual tende a gerar vários organomotos difíceis de controlar, às vezes, mas não impossíveis. Os estados não querem abrir mão de suas posições ideológicas e preferem que as organizações econômicas e negociais assumam, sozinhas, a culpabilidade pelas turbulências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um fato interessante, senão curioso que pude constatar em minhas leituras. O que observei, até agora e nos textos lidos, nessa crise foi o equilíbrio do sistema cooperativo de crédito. Os abalos &lt;strong&gt;organossísmicos&lt;/strong&gt; parecem que não foram tão ruidosos ou violentos para as cooperativas de créditos, em especial no Canadá, na Alemanha, na França e, até, nos Estados Unidos. A que se atribui que algumas cooperativas não tenham sofrido tanto quanto ocorreu com os bancos e empresas em geral, com a quebradeira financeira que abalou o sistema de crédito mundial? Deixo esta pergunta para vocês responderem ao longo do semestre letivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Por uma sociedade cooperativa e mais educada&lt;br /&gt;Vamos colaborar com os ODM e com as Metas Educativas 2021&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-7878995047262915966?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/7878995047262915966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=7878995047262915966' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7878995047262915966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7878995047262915966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2009/02/sobre-crises-e-turbulencias.html' title='Sobre Crises e Turbulências'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-6140078487913124360</id><published>2008-12-30T07:10:00.002-03:00</published><updated>2008-12-30T07:20:30.998-03:00</updated><title type='text'>O Desenvolvimento Humano e as Habilidades Essenciais (II)</title><content type='html'>Continuo com a re-publicação de artigos de 2007, apresentando a segunda parte de um tema que reputo um dos mais importantes para a formação, desenvolvimento e sucesso do profissional de Administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As Habilidades do Administrador de Sucesso&lt;/em&gt; (2)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segundo estudos que realizo e avalio, a&lt;strong&gt; falta de leitura&lt;/strong&gt; gera alguns dos tipos mais curiosos de analfabetismo conhecidos, tais como: o social, o tecnológico, o cultural, o legal, o estrutural, e outros tantos que têm criado problemas de perdas e custos doentes para as empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante destes problemas as áreas de pessoal estão sendo modificadas e ajustadas a programas que envolvem desde Endomarketing, Endoqualidade, até um modelo de Universidade Corporativa em grandes empresas que está pouco a pouco promovendo a extinção dos “Departamentos de Recursos Humanos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes estudos que venho realizando levaram-me a criar uma metodologia de trabalho dedicada ao desenvolvimento de pessoas que estou denominando de &lt;strong&gt;Sistema L.I.D.E.R&lt;/strong&gt;., sobre o qual falarei em outra oportunidade e que vocês podem ler os dois primeiros capítulos que publiquei no site: &lt;a href="http://www.incubem.com/"&gt;www.incubem.com&lt;/a&gt; e que serão publicados no site &lt;a href="http://www.sheng.adm.br/"&gt;www.sheng.adm.br&lt;/a&gt; que se encontra em fase de construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a relação entre esta situação crítica por que passa a educação superior e a falta de interesse, vontade ou mesmo competência para estudar, ler, aprender e desenvolver conhecimentos, e as &lt;strong&gt;Habilidades Essenciais (HE)&lt;/strong&gt; de um Administrador de Sucesso? Por que a preocupação em obter uma boa colocação ou uma ocupação bem remunerada é dirigida com mais intensidade para a obtenção do diploma do que para a obtenção do conhecimento e, por conseqüência, desenvolvimento ou aprimoramento das HE?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Insisto que o diploma sem o conhecimento e sem o desenvolvimento com a permanente atualização das Habilidades Essenciais pode não ter grande valor. Deve-se observar que o diploma pode, inicialmente, proporcionar a abertura do labirinto empresarial para o neófito Administrador, mas o ritual de passagem para o interior desse labirinto para se completar necessita passar por uma complexa avaliação que inclui, hoje, e acredito que no futuro será mais complicada ainda, desde a competência e maturidade lógica até a competência e maturidade emocional do candidato e nisto estão envolvidos desde conhecimentos teóricos até ações intuitivas que o profissional vai adquirindo ao longo do curso de graduação e que amplia ao participar de cursos de pós-graduação completando com a busca do auto-conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, já realizei várias discussões sobre as HE, em especial nos encontros da ANGRAD e em seminários relacionados com o currículo do curso de Administração. Em uma (ou talvez duas) oportunidade quando fui solicitado a manifestar minhas idéias e sugestões sobre a elaboração de matriz curricular, como foi o caso das discussões sobre Novas Diretrizes Curriculares para Administração, procurei indicar caminhos que conduziriam nossos cursos para uma amplitude que difere muito dos modelos fragmentados, mecanicistas e pragmáticos que ainda perduram como conteúdo de vários cursos de Administração. As minhas idéias seguem a direção da transdisciplinaridade em uma estrutura de multiversidade, a qual representa o melhor seguimento para enfrentar as complexidades dos ambientes empreendedoriais e negociais competitivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um trabalho que estou revisando para posterior publicação e que tem por título: “O PROFISSIONAL DE ADMINISTRAÇÃO E AS HABILIDADES ESSENCIAIS: &lt;em&gt;Algumas discussões críticas sobre princípios para uma Administração Brasileira&lt;/em&gt; e realizações empreendedoriais” apresento as várias fases das discussões que desenvolvi e desenvolvo sobre este assunto. Em breve ele estará à disposição dos leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou continuar com este assunto sobre Habilidades Essenciais (HE), mas você pode sugerir algum outro que seja interessante para todos, desde que esteja dentro das seguintes abordagens: Estratégia e Prospectiva; Empreendedorismo e Desenvolvimento de Negócios; Associativismo e Cooperativismo; Qualidade Integral em qualquer área negocial; Sistemas Humanos Estratégicos; Sistemologia; Metodologia do Trabalho Científico; Pedagogia e Educação Integral; Administração Integral, e outros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vamos energizar, agora, o futuro 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Visite o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;www.blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-6140078487913124360?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/6140078487913124360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=6140078487913124360' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6140078487913124360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6140078487913124360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/12/o-desenvolvimento-humano-e-as.html' title='O Desenvolvimento Humano e as Habilidades Essenciais (II)'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-2433109650222476903</id><published>2008-11-24T17:27:00.003-03:00</published><updated>2008-11-24T17:32:53.432-03:00</updated><title type='text'>O Desenvolvimento Humano e as Habilidades Essenciais (I)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Às vezes é bom reler livros e artigos como uma forma de reciclar a Arte de Ler, sobretudo no que concerne à Arte de Interpretar, ambas não muito bem desenvolvidas entre nossos estudantes e profissionais. Assim, como uma forma de recordar e permitir àqueles que não tiveram a oportunidade de visitar meu antigo Blog estou abrindo uma série de postagens com a memória daqueles artigos divulgados no ano passado. Espero que esta colaboração seja interessante para os leitores, em especial para os estudantes que estão ingressando nos cursos superiores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Habilidades do Administrador de Sucesso (Parte 1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vezes fico insistindo em alguns pontos e, em determinados momentos, me torno redundante e chego a incomodar muitas pessoas. Todavia, faço isto porque tenho percebido que existe uma imagem enganosa que contamina o cérebro de nossos estudantes, qual seja a de que o diploma vale tudo e que, por isso, estudar, ler, pesquisar para ganhar dinheiro deve se restringir ao suficiente para se promover dentro de um curso, ser aprovado em uma disciplina e seguir em frente. Acontece que o diploma não agrega tanto valor às competências profissionais como o conhecimento que a pessoa adquire, constrói e desenvolve através da Arte de Aprender em sua vida estudantil e quando sai da faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A culpa pela deficiência na agregação de conhecimentos não é apenas do estudante, mas uma parte significativa desta corresponde à falta de competência para estudar, ler e aprender que ele traz para dentro da faculdade em virtude, por outro lado, da fragmentação do saber que gerou uma pedagogia do não ou de almoxarifado, a qual obriga (e condiciona o indivíduo) a ler para decorar textos e não estudar para interpretar, aprender e refletir sobre o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao decorar um texto, um problema, uma idéia, uma solução, o estudante imagina que está aprendendo alguma matéria ou aperfeiçoando um conhecimento, o que não é totalmente verdade, como se tem comprovado através de vários tipos de teste realizados para investigar a intensidade de aprendizagem de uma pessoa. Esta é uma das condições que reduzem a competência do profissional ao se defrontar com as situações conflitantes e críticas do ambiente de trabalho, do mercado bem como no enfrentamento das turbulências no ambiente global atual, e não pela falta de uma prática administrativa, como imagina a maioria, com vista a estar preparado para participar de uma seleção para ocupar uma dada vaga em uma empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática é importante, porém ela também se torna um dos fatores limitados e limitantes da competência e, algumas vezes, se transforma em um complicador para o sucesso profissional porque torna o profissional escravo de modelos e modismos pragmáticos ao adquirir aptidões em um dado estágio ou mesmo em um treinamento. O estágio é bom, mas deve se fazer aqui um alerta para que o profissional não confunda conhecimento amplo e generalizado em gestão com os modismos, os automatismos percebidos, praticados e adquiridos pela cultura de uma dada empresa na qual ele praticou seus conhecimentos administrativos. É neste sentido que minha crítica à obsessão pela prática me remete a uma discussão permanente, em todas as disciplinas, das Habilidades Essenciais que estão acima de qualquer cultura empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale ressaltar que estas Habilidades são a base do Conhecimento Tácito que o profissional adquire e leva consigo para onde for (e raramente transfere para outros ou para a própria empresa). É este Conhecimento que faz dele um dos mais importantes Ativos, atualmente, para empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas já estão descobrindo que admitir pessoal que já tenha prática e experiência em uma dada área de negócio pode se tornar ou tem sido um gerador de &lt;strong&gt;custos doentes&lt;/strong&gt;, implicando em alguns prejuízos difíceis de recuperar. Para evitar ou minimizar esses custos doentes, as empresas estão investindo na formação e desenvolvimento de seu próprio capital intelectual ou melhorando aquele capital que os cursos superiores estão disponibilizando para o mercado. Pouco a pouco o &lt;strong&gt;Desenvolvimento de Sistemas Humanos&lt;/strong&gt; (DSH) está se tornando uma realidade passando a predominar como recurso administrativo mais importante que o &lt;strong&gt;Treinamento de Sistemas Humanos&lt;/strong&gt; (TSH) que passa a ser utilizado em situações preliminares ou nos casos que envolvem atividades especializadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebo que, muitas vezes, o estudante reclama que uma disciplina no curso é muito teórica ou cheia de teorias (como eles afirmam), sobretudo como uma tentativa de livrar-se do estudo e interpretação de textos ou mesmo da obrigação ler e construir textos e escrever resumos e artigos para avaliação do conhecimento em uma disciplina. Esta minha afirmação tem como suporte a quantidade de texto que recebo todos os semestres como trabalhos feitos por alunos, cujos conteúdos ficam muito a desejar para um estudante de nível superior, sinalizando que ele perdeu ou nem chegou a alcançar um contato com a leitura. E com as facilidades geradas pela Internet a situação ficou mais crítica porque o estudante copia ou baixa um texto de uma página da web e nem se dá o trabalho de ler o que baixou quando está fazendo um texto para avaliação de uma dada disciplina. (Continuarei com este tema).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Educação:&lt;em&gt; a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Mensagem ICA:&lt;em&gt; “Luta contra a mudança climática através das cooperativas”&lt;br /&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-2433109650222476903?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/2433109650222476903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=2433109650222476903' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2433109650222476903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2433109650222476903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/11/o-desenvolvimento-humano-e-as.html' title='O Desenvolvimento Humano e as Habilidades Essenciais (I)'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-2013952796613740275</id><published>2008-10-31T09:37:00.002-03:00</published><updated>2008-10-31T09:49:05.287-03:00</updated><title type='text'>Desenvolvimento Humano e Liderança</title><content type='html'>Volto ao tema de Liderança. Gosto deste tema e estou sempre que possível falando sobre ou copilando textos de pensadores e escritores que estudam e pesquisam este assunto, como mostrei em outros artigos. Hoje vou publicar um artigo que me foi concedido pelo amigo Carlos Hilsdorf. Este é o segundo trabalho de Hilsdorf que publico nos Blogs com muita alegria. Convido o leitor a visitar a sua página aonde encontrarão outros trabalhos muito bons.Vamos ao tema e ao artigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25/08/2008&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comunicação e Liderança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma empresa permite que as pessoas atinjam resultados que não poderiam atingir individualmente. A interdependência e a soma das competências individuais multiplicam o resultado, tanto em uma pequena empresa quanto em uma mega corporação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A qualidade dos resultados depende diretamente da maneira como estas competências individuais estão conectadas e alinhadas com os objetivos estratégicos da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ausência de uma estratégia coerente e claramente comunicada, estes mesmos talentos que geram os resultados irão “atrapalhar” uns aos outros, diminuindo radicalmente as possibilidades de sucesso. Este seria o modelo “Torre de Babel”! O modelo “Torre de Babel” ocorre em função de uma grave deficiência de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunicação precisa ser objetiva, clara, transparente e deve seguir sempre o menor caminho possível entre aquele que comunica e aquele que recebe a comunicação. Quanto maior o número de intermediários necessários para fazer com que a mensagem chegue ao seu destino, maiores serão as distorções e dissonâncias, comprometendo gravemente a qualidade do resultado. &lt;strong&gt;A eficácia da comunicação é responsável por manter as pessoas conectadas com os objetivos e metas da empresa.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Qualquer profissional exercendo liderança deve primar por sua competência em traduzir as metas, crenças e valores da organização em exemplos que inspirem seus liderados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprometimento deve ser estabelecido top-down (partindo dos níveis hierárquicos superiores para os seguintes). O papel fundamental da liderança pressupõe o exercício contínuo do capital ético e do capital moral, somente assim será conseguida coesão entre as pessoas e os objetivos propostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicas importantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.  Em uma organização, todas as pessoas e fatos estão, direta ou indiretamente, interconectados. Qualquer fato novo, bem como qualquer atitude nova, afetará de maneira global os resultados dos negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Todos devem conhecer o que são e quais são os canais de comunicação. E-mails servem apenas para documentar comunicações e acordos, não devem, em hipótese alguma, serem utilizados como substitutos para a comunicação interpessoal. Nada absolutamente sério e relevante, cujas repercussões levem a dúvidas ou mudanças significativas, deve ser comunicado apenas por e-mail!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Cabe ao profissional exercendo funções executivas nutrir o “orgulho em pertencer”, a coerência das crenças e a importância dos valores da organização. Líderes devem saber estabelecer um sentimento de valor e segurança em seus liderados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. É essencial compreender a empresa como um conjunto de pessoas unidas por um sonho coletivo, sonho que somente podem construir juntas, em regime de interdependência. Egoísmo em empresas é um profundo elemento desagregador. Não há comprometimento verdadeiro na presença do egoísmo e da fogueira das vaidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.  O comportamento dos líderes estabelece um código de conduta moral para seus liderados. A velha forma “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” demonstra hipocrisia, jamais liderança. Na ausência de coerência ético-moral não existe liderança. Na ausência do exemplo positivo, o contra-exemplo, lamentavelmente, suscita ao boicote, desrespeito e sabotagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade de um líder e de um gestor não está, e jamais esteve restrita às ações de medir, controlar e supervisionar. Um verdadeiro líder inspira as pessoas com suas atitudes e trata com muita habilidade os ativos intangíveis da organização, tais como: prazer, satisfação, reconhecimento, auto-estima, motivação, inspiração, clima e atmosfera organizacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os verdadeiros gestores e líderes estão conscientes que os resultados só acontecem através das pessoas. Para eles, o capital humano não é apenas um belo discurso, mas a razão de ser da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo “Torre de Babel” só se instala quando as pessoas não falam a mesma língua e, elas jamais falarão a mesma língua se as palavras contradizem as atitudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se na sua empresa as pessoas são consideradas o maior capital da organização, faça duas coisas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Certifique-se de que elas se sentem verdadeiramente assim;&lt;br /&gt;2) Garanta as condições para que isto se mantenha como um valor inalienável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas incoerentes são mais perigosas para si mesmas que seus maiores concorrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode vencer seus concorrentes externos, mas se promover “concorrentes” dentro da organização em posições de decisão, a guerra está perdida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coerência é uma das maiores virtudes de uma organização e, não por acaso, do próprio ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Palestrante Carlos Hilsdorf" href="http://www.carloshilsdorf.com.br/"&gt;CarlosHilsdorf&lt;/a&gt;Considerado um dos 10 melhores palestrantes do Brasil. Economista, Pós-Graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero. Presença constante nos principais Congressos e Fóruns de Administração, RH, Liderança, Marketing e Vendas do país e da América Latina. Referência nacional em desenvolvimento humano.&lt;br /&gt;&lt;a title="Palestrante Carlos Hilsdorf" href="http://www.carloshilsdorf.com.br/"&gt;http://www.carloshilsdorf.com.br/&lt;/a&gt;. Download em 16/10/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil&lt;/em&gt; (OIT)&lt;br /&gt;Mensagem ICA: &lt;em&gt;“Luta contra a mudança climática através das cooperativas”&lt;br /&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-2013952796613740275?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/2013952796613740275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=2013952796613740275' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2013952796613740275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2013952796613740275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/10/desenvolvimento-humano-e-liderana.html' title='Desenvolvimento Humano e Liderança'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-328433768293005113</id><published>2008-10-19T10:48:00.002-03:00</published><updated>2008-10-19T11:00:42.706-03:00</updated><title type='text'>Desenvolvimento Humano e Desenvolvimento Econômico IV</title><content type='html'>As discussões do momento giram em torno do &lt;em&gt;crash&lt;/em&gt; em andamento de &lt;em&gt;Wall Street&lt;/em&gt; e sua repercussão na economia mundial. Os especuladores, principalmente, estão com as barbas de molho porque a quebradeira que está em andamento desde o final do século 20, e que não foi bem percebido em seus detalhes porque a mamata da grana virtual era quase que garantida e a ilusão do permanente estava vagando em todas aquelas cabeças, está amedrontando a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gosto muito de meter meu nariz em assuntos de economia financeira, embora precise realizar análises de cenários neste campo para completar projetos estratégicos. Contudo, como a conversa que rola no momento entre meus jovens estudantes é sobre a quebra de bancos, e assuntos correlatos vou reeditar aqui um artigo que escrevi em 2001 que me parece está ainda atual. Vamos ao artigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DA SERIEDADE À ESPECULAÇÃO: Os descaminhos atuais da Economia Global&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos observando uma interessante fase de turbulências que têm gerado sérias mudanças no processo econômico-financeiro mundial. Estas mudanças não podem (ou não devem) ser responsabilizadas a esse ou aquele &lt;strong&gt;modo de produção&lt;/strong&gt; em particular, como geralmente vem sucedendo com os “críticos” de sistemas políticos, sobretudo aqueles de partidos opostos (ou mesmo pelos dissidentes dentro de um mesmo partido) que saem à procura de culpados para caçar como troféu para seus projetos de chegada ao poder. (De acordo com a Economia Política Clássica Marxista, os Modos de Produção são: &lt;em&gt;comunal-primitivo; escravista; feudal; capitalista; e comunista&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas mudanças teriam que acontecer, mas cedo ou mais tarde, em todo o Planeta, porque o sistema capitalista não tem estrutura para suportar por longo tempo a especulação financeira, sobretudo quando uma boa parte dos mercados está caminhando numa direção deflacionária em substituição a atual fase inflacionária que dominou por mais de vinte anos na maioria dos países, em especial nos de economia emergente, como o Brasil. Ainda mais, não há como suportar a ditadura bancária especulativa prolongada e imposta pelo capital internacional virtual e volátil por um longo tempo, sem que se procure estimulá-lo a se transformar em capital fixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este quadro especulativo que se espalhou na economia global, possivelmente, tem por trás alguns grupos capitalistas irresponsáveis, mas isto não nos autoriza a nomeá-los, agora, no auge da explosão dos mercados, como sendo os culpados únicos, uma vez que, à sombra desses especuladores muitas empresas tiveram, de alguma maneira, alguns benefícios, mesmo que rápidos e voláteis. O que interessa, neste quadro analítico é, pois, absorver o máximo de aprendizagem, a fim de podermos consolidar a economia local e nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem, em nível internacional (como sabemos existir também em nível local), os indivíduos ou grupo de indivíduos que “trabalham” apenas com dinheiro (tanto em sentido oficial, formal, como clandestino, informal), para os quais o “produto final” de seus negócios é resultante da aplicação de suas reservas de capital (dinheiro); ou seja, compram e vendem dinheiro no mercado e isto se faz tanto através de bolsas de valores como através de corretoras e bancos que agenciam para esses grupos a aplicação no sistema de trocas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale salientar que o sistema de bolsas de valores tem por finalidade uma troca (geralmente temporária, e muitas vezes numa dimensão temporal de um dia, um mês e, às vezes, um ano) de dinheiro por títulos e papéis financeiros que são emitidos pela parte interessada em captar recursos em montante elevado, seja para atender a fins de investimento, seja até para especular com mercadorias e ativos diversos dentro de suas atividades empresariais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, a bolsa é um centro de troca temporária, no qual alguém (ou grupo) necessita de dinheiro real, rápido, e oferece em respaldo títulos que têm como cobertura os valores patrimoniais de seus negócios. Devemos considerar que essa progressão temporal relaciona-se com a seriedade e a confiabilidade que uma empresa geradora de títulos (ações) oferece durante o seu ano operacional, o que vem expresso pelos resultados publicados no seu balanço patrimonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros fatores também são considerados, além destes que compõem a chamada Teoria da Firma (Microeconomia), hoje, dentro deste processo econômico-financeiro, entre os quais se encontram os aspectos macroeconômicos, político-econômicos, socioeconômicos e legais do local (município, estado, país) onde se encontram instaladas essas unidades produtivas captadoras de dinheiro, além de se estender este processo ao próprio Estado que atua como facilitador, regulador e até como especulador dentro do grande sistema de valores mobiliários (SVM) através da gestão da chamada comissão de valores mobiliários (CVM), do Banco Central e outros organismos fazendários do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na medida em que a confiabilidade se reduza nesses aspectos macroeconômicos, aumenta a fuga de dinheiro especulativo, chamado também de capital volátil e de curto prazo, e isto tem ocorrido quase que diariamente no mundo dos negócios financeiros com maior ou menor intensidade, especialmente a partir da queda da economia mexicana em 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em linhas gerais este é o quadro principal desta situação que vai da seriedade à especulação financeira. Mas outros fatos são interessantes para o analista considerar antes de sair por aí apregoando que A ou B são culpados disso ou daquilo em termos de economia (atualmente os grandes culpados são o neoliberalismo e a globalização da economia, os quais são apenas partes do grande problema).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros aspectos, portanto, que identificamos nos cenários estudados além do &lt;strong&gt;tempo de aplicação dos recursos&lt;/strong&gt; referem-se às &lt;strong&gt;modalidades ou formas de aplicação&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;desses recursos&lt;/strong&gt; em relação ao conteúdo patrimonial das instituições. As aplicações financeiras compõem dois grandes tipos de &lt;strong&gt;Ativos&lt;/strong&gt;: um de curto prazo que, em gestão estratégica financeira costumamos classificar de &lt;strong&gt;contas cíclicas e contas erráticas&lt;/strong&gt; e que estão posicionadas nos níveis Tático e Operacional do Balanço Patrimonial e outro de longo prazo que também pode ser chamado de Ativo Fixo ou &lt;strong&gt;conta estratégica&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, para fecharmos a discussão, podemos dizer que, aliado aos demais aspectos que consolidam a especulação financeira internacional nos países, encontramos a aplicação de dinheiro (capital financeiro) em ativos de curto prazo (ACP) e ativos de longo prazo (ACL) que em algumas situação são chamados de permanentes. Isto é válido para uma empresa, um município, um estado e um país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que ACP (&lt;strong&gt;maior do que&lt;/strong&gt;) ACL as instituições ficam vulneráveis às mudanças bruscas de valores financeiros, econômicos, políticos, legais, sociais que ocorrem em uma região e isto contribui para que o dinheiro volátil saia rapidamente do mercado, sobretudo hoje com a rapidez da informação e as facilidades de comunicação dentro da Aldeia Global. Esta situação varia de país para país e no caso específico do Brasil a queda (ainda) não foi brusca ou grande porque (felizmente) a situação apresenta-se, possivelmente, dentro de um nível de relação do tipo ACP (&lt;strong&gt;menor ou igual a&lt;/strong&gt;) ALP e existe, ainda, um pouco de confiabilidade política e social (seriedade) na moeda e nos projetos de médio e longo prazo do governo, malgrado os apelidos que lhe dêem aqui dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, a situação entre nós embora seja delicada não é de provocar grande susto, pelo menos por enquanto ou enquanto esses “políticos” de favores não jogarem água no fogareiro deixando de promover as mudanças legais que carecemos para manter ou reforçar a credibilidade do país diante dos investidores internacionais, mesmo aqueles especulativos os quais nunca deixarão de existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima postagem irei publicar um artigo de Carlos Hilsdorf.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil&lt;/em&gt; (OIT)&lt;br /&gt;Mensagem ICA: &lt;em&gt;“Luta contra a mudança climática através das cooperativas”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; Publicado em 2001 no Jornal O Município em Vitória da Conquista-BA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-328433768293005113?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/328433768293005113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=328433768293005113' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/328433768293005113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/328433768293005113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/10/desenvolvimento-humano-e_19.html' title='Desenvolvimento Humano e Desenvolvimento Econômico IV'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-8564803423347481194</id><published>2008-10-11T13:07:00.003-03:00</published><updated>2008-10-11T13:20:54.270-03:00</updated><title type='text'>Desenvolvimento Humano e Desenvolvimento Econômico III</title><content type='html'>Continuo revisitando os artigos do meu primeiro Blog e apresento a segunda parte sobre a morte de empresas no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que as empresas morrem cedo no Brasil? Segunda Parte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então? O que vocês pensam da estrutura do curso de Administração semelhante ao organograma de uma empresa? O problema da matriz curricular deste curso tem origem no próprio projeto que foi desenvolvido para a criação dos cursos de administração no Brasil o qual tinha como modelo a estrutura organizacional segundo o formato militar ou Eclesiástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o curso voltado para empresas deve ter seguido as necessidades do mercado no momento em que começa a crescer o processo que culmina com a Segunda Revolução Industrial (?) Brasileira (Creio que o Prof. Bresser Pereira fala um pouco sobre isto em um de seus livros) com o surgimento do Pólo de Cubatão que serviu de matriz para os demais pólos dentro do projeto de desenvolvimento econômico que se instalou no país durante o período de 60-70, com o regime político vigente naquela década e na seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela época o país precisava de &lt;strong&gt;gerentes&lt;/strong&gt;, sobretudo as empresas estrangeiras (ditas multinacionais), as quais se instalavam no Brasil e precisavam substituir a mão-de-obra gerencial estrangeira cara por outra nacional barata e estavam recrutando no mercado pessoas que tivessem pelo menos uma das habilidades necessárias ao gerente de sucesso que era a &lt;strong&gt;Habilidade Técnica&lt;/strong&gt;, a qual estava mais focada nos aspectos práticos que nos teóricos da Administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero lembrar que, em um primeiro momento, as empresas instaladas e que se instalaram no país, a partir dos anos cinqüenta apresentavam uma grande carência de mão-de-obra técnica, em especial de profissionais que atuassem no chão da fábrica como mestres de produção ou mesmo como operários. Para atender a esta lacuna o país criou o SENAI, SENAC ao que seguiram outras organizações chamadas “S”. Considerando apenas o SENAI, poucos são os que se recordam – e a literatura que trata do desenvolvimento econômico e industrial do Brasil também pouco faz referência a isto – dos cursos de &lt;strong&gt;TWI&lt;/strong&gt; que foram adquiridos pelo governo para a formação de mão-de-obra adequada para as indústrias que se instalavam no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TWI! O que é isto?&lt;strong&gt; T&lt;/strong&gt; de &lt;em&gt;Training&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;W&lt;/strong&gt; de &lt;em&gt;Worker&lt;/em&gt; e &lt;strong&gt;I &lt;/strong&gt;de &lt;em&gt;Industry&lt;/em&gt;, são cursos desenvolvidos (criados) segundo a tecnologia educacional e técnica dos Estados Unidos do período da Segunda Guerra e destinados a treinamento de pessoal (recursos humanos traduzido de Human Resources) para atender às demandas das indústrias, em especial nos níveis de supervisão, chefia e liderança, formação de mestres e contramestres de produção, etc. Tive oportunidade de conhecer de perto alguns desses cursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente estes cursos antecedem os cursos técnicos do país, tanto assim que o profissional formado em Administração de Empresas era classificado até os anos 70 como Técnico em Administração. Os cargos de direção nas décadas de 50, 60 e 70 eram ocupados por engenheiros, economistas e advogados mesmo quando a função não era específica ou técnica destas áreas de conhecimento. Por outro lado, isto se devia à inexistência de Administradores formados com competência para assumir tais cargos. Muitos desses profissionais de outras áreas tinham se aperfeiçoado em conhecimentos de gerência, o que levava as empresas a recrutarem e treinarem profissionais de nível superior das diversas áreas existentes no país para desempenharem essas funções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surge em seguida o interesse das empresas em treinamento de Relações Humanas no Trabalho (que também era atendido pelo TWI) isto visando melhorar as &lt;strong&gt;Habilidades Humanas e Sociais&lt;/strong&gt; dos trabalhadores ou, pelo menos, dos supervisores e mestres de produção. Temos então uma segunda habilidade essencial posta em ação. Finalmente as empresas entendem que era preciso melhorar, também, a comunicação e, assim, surgem as &lt;strong&gt;Habilidades Conceituais e Interpretativas&lt;/strong&gt; para fechar o circuito, provisório, das HE. Estas três habilidades iniciais eu as classifiquei de habilidades pragmáticas (depois explico porquê esta classificação). Através de estudos e pesquisas acrescentei mais três habilidades que denominei de: &lt;strong&gt;Habilidades Heurísticas, Habilidades Praxiológicas e Habilidades Emocionais e Espirituais&lt;/strong&gt;, que classifiquei de holísticas (como explicarei também depois).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (OIT)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mensagem ICA&lt;em&gt;: “Luta contra a mudança climática através das cooperativas”&lt;br /&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-8564803423347481194?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/8564803423347481194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=8564803423347481194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/8564803423347481194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/8564803423347481194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/10/desenvolvimento-humano-e.html' title='Desenvolvimento Humano e Desenvolvimento Econômico III'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-3488431269304060883</id><published>2008-09-27T14:51:00.003-03:00</published><updated>2008-09-27T15:01:39.774-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO HUMANO e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO II</title><content type='html'>O desenvolvimento humano de que trato aqui envolve algo além do IDH conforme proposto pela ONU. Aqui estou trabalhando a idéia de desenvolvimento de Sistemas Humanos dentro da empresa que chamo de IDH-E, mesmo que o material obtido através dos RDH (Relatórios de Desenvolvimento Humano) contribua para melhorar ainda mais as idéias que proponho para inserção no ambiente empresarial. Contudo, para que o IDH-E possa se concretizar é muito importante que de proceda um desenvolvimento econômico consistente. Isto é o que estou discutindo aqui e aproveito para reprisar mais um trabalho publicado ano passado no meu primeiro Blog, o qual mostra que podemos introduzir nos cursos de Administração o mesmo procedimento que procuro mostrar como viabilização de negócios dentro da Infoeconomia. Vejamos o artigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05/03/2007&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que as empresas morrem cedo no Brasil? Primeira Parte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem muito assunto para tratar sobre o retorno às aulas porque trabalho com várias turmas e pelo menos quatro disciplinas. (...) Normalmente tenho trabalhado com os mesmos estudantes no semestre seguinte (Sétimo Semestre) na disciplina Empreendimento I e começo quase sempre esta disciplina discorrendo sobre aprendizagens anteriores de assuntos que foram tratados em TGA I e II e Planejamento Estratégico. Hoje, comecei a aula colocando uma questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente gosto de iniciar meu trabalho a partir de uma questão a qual serve de guia para que possamos (eu e os estudantes) desenvolver nossos temas. A questão serve também de raiz para que possamos construir Mapas Mentais que usamos para evitar a decoração de textos. Isto sem contar que a interrogação é o meu “amuleto” de trabalho em aula. Pois bem, a questão que abri hoje a aula para Planejamento Estratégico foi: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por que as empresas morrem muito cedo no Brasil?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Trata-se de uma questão pertinente ao conteúdo da disciplina Empreendimento I e que também vale para Empreendimento II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abri o assunto para discussão, porém fiz, antes, uma viagem por um tema que trato desde os primeiros semestres em TGA I e II. Trata-se das &lt;strong&gt;Habilidades Essenciais (HE)&lt;/strong&gt; para um Profissional de Administração ter sucesso. Geralmente poucos estudantes realmente recordam das HE o que me leva a pressupor que não estamos, AINDA, formando Administradores em nossos cursos. Pela minha experiência estamos, no máximo, formando técnicos com alguma dose de especialização em alguns tópicos para trabalharem no ambiente administrativo de empresas, mas não para atuarem como Administradores. Esta tese não é difícil de ser percebida na prática das empresas e nem na prática pedagógica dos nossos cursos. Como pude perceber que nossos cursos ainda não estão formando Administradores e como isto tem significativa repercussão no desenvolvimento de negócios? E aqui surge outra questão interessante. Pois bem. Temos, portanto, duas questões que são congruentes ou mutuamente includentes e para melhorar a compreensão para discussão da primeira questão começo pela segunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliando o conteúdo das matrizes curriculares dos cursos de Administração o que se percebe logo é uma estrutura disciplinar semelhante a um organograma. Para ser breve, você vai sentir isto ao longo do curso quando se tem um conjunto de matérias (disciplinas) que fundamentam o curso, formando o conteúdo principal. São cinco ou seis, a depender da orientação curricular que se dê ao curso: &lt;em&gt;Administração Financeira; Administração de Materiais; Administração de Produção; Administração de Pessoas; Administração Mercadológica&lt;/em&gt;; e uma sexta geralmente encorpando disciplinas mais laterais que chamo de &lt;em&gt;Administração Geral&lt;/em&gt; aqui se incluindo: TGA; Administração Estratégica; Administração da Qualidade; OSM; Administração Contábil; Comportamento Humano e outras. Estas seis disciplinas representam, em termos gerais, os Departamentos principais de uma empresa. Isto tem regulado o conteúdo teórico e prático dos cursos, o que faz com que os professores sigam uma orientação pedagógica pragmática segundo o estilo Management, dificultando a interdisciplinaridade e, muito mais crítico, a transdisciplinaridade. Ou seja, fica difícil aplicar, nas condições atuais de educação, uma metodologia que siga os princípios preconizados por Edgar Morin,&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt; o que nos leva a perceber a dificuldade de os estudantes memorizarem os conhecimentos através da construção de mapas mentais, como tenho observado com o caso das &lt;strong&gt;Habilidades Essenciais&lt;/strong&gt; que eles logo esquecem ao terminar o semestre, ocorrendo o mesmo com a maioria de outros assuntos. Para os estudantes prevalece o conhecimento presente, aquilo que eles estão “estudando” agora, porque não percebem a conexão dos saberes entre uma disciplina e outra e preferem permanecer, como os professores, presos apenas aos conteúdos que estão sendo trabalhos dentro de um semestre ou, no máximo, tentam juntar alguns conhecimentos aprendidos na semestre imediatamente anterior com os do presente. Seguirei na discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil&lt;/em&gt; (OIT)&lt;br /&gt;Mensagem ICA: &lt;em&gt;“Luta contra a mudança climática através das cooperativas”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;&lt;strong&gt;[i]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; Ver Diálogos com Morin no http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-3488431269304060883?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/3488431269304060883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=3488431269304060883' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3488431269304060883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3488431269304060883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/09/desenvolvimento-humano-e.html' title='DESENVOLVIMENTO HUMANO e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO II'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-7873407931727440738</id><published>2008-09-26T10:44:00.004-03:00</published><updated>2008-09-26T10:53:54.908-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO HUMANO e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO I</title><content type='html'>Estava relendo alguns dos artigos que lancei em meu primeiro Blog (UOL, 2007) e pensei reprisar aqueles que mais ênfase apresentasse em relação à economia e sua importância para o desenvolvimento humano. Também pensei em iniciar este tema fazendo alguns breves comentários sobre a conjuntura financeira atual e os eventos que estão ocorrendo no mundo econômico, empresarial e financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a rede está cheia de informações, relatos, posições críticas sobre o descalabro do velho (e defunto) capitalismo, bem como tratando de casos como do Lehman Brothers, vou começar pela recopilação daqueles artigos já publicados tendo em vista que eles poderão ajudar aos estudantes que não tiveram acesso ao antigo Blog. Segue, então, a primeira desta série de releitura de postagens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Desenvolvimento econômico como alavanca para o DH&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(02/03/2007)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria continuar escrevendo sobre o começo das aulas, um assunto atraente e cheio de novidades, mas interrompo para discutir um tema que é intrigante e que de certa forma está relacionado com o Desenvolvimento Humano (DH). Trata-se dos números relacionados com o PIB e a situação (também posição) do Brasil diante de outras nações, inclusive da América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nota divulgada em O Globo apresenta uma análise baseada em estimativas do resultado que seria alcançado pelo PIB em 2006 como sendo da ordem de 2.7%. Logo depois desta nota o IBGE divulga o resultado medido de acordo com sua metodologia atual como sendo da ordem de 2.9%. Embora com uma diferença pequena entre a estimativa e o real, vale a pena refletir sobre o conteúdo daquela nota do jornal. Em certo momento assim se refere o articulista (ou editorialista) com respeito ao assunto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Brasil deve ter reprisado em 2006 o penúltimo lugar no ranking de crescimento econômico da América Latina, além de ter registrado a última — e distante — posição entre os países do chamado Bric (o grupo dos grandes emergentes: Brasil, Rússia, Índia e China). O governo divulga o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto das riquezas produzidas no país) amanhã”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que a situação não é das melhores; mesmo que o país apresente alguns índices razoáveis em certos itens de sua economia estes não direcionam o foco para o desenvolvimento porque é uma espécie de crescimento amebiano (ou seja, crescimento apenas numérico dentro de umas poucas cadeias produtivas mais ligadas ao agronegócio). Para instigar nossa memória e conduzir discussões voltadas para estudos de cenários, sobretudo na disciplina Planejamento Estratégico, vou listar aqui alguns detalhes dos artigos e textos que considerei mais pertinentes para nosso tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) &lt;em&gt;“Considerando a média de crescimento do PIB real no período 2003-2007, se as previsões das Nações Unidas se confirmarem, a economia brasileira crescerá apenas 2,8% ao ano, enquanto a média mundial será de 3,4% ao ano e a média das economias em desenvolvimento de 6,2% a.a. Com isso, a expansão da economia brasileira corresponderá a apenas 85% do crescimento da economia mundial, o pior desempenho dentre um conjunto de países em desenvolvimento selecionados, e em flagrante contraste com o desempenho da Argentina (238%), Venezuela (198%) e Chile (155%)”.&lt;/em&gt; (Carta IEDI n.247, Publicada em: 16/02/2007. Baixado em 27/02/2007 de &lt;a href="http://www.iedi.org.br/"&gt;http://www.iedi.org.br/&lt;/a&gt;, tendo como base o recém-publicado relatório World Economic Situation and Prospects 2007, elaborado por pesquisadores da Organização das Nações Unidas (ONU) que examina o desempenho recente da economia mundial e apresenta projeções para 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) &lt;em&gt;Com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,9% em 2006, o Brasil se consolidou na posição de 10ª maior economia mundial e pode voltar a ser a oitava em até dois anos, avalia o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini&lt;/em&gt;. (O Estado de São Paulo, artigo assinado por Célia Froufe, publicado Quinta-feira, 1 março de 2007). (Para o economista citado o Brasil pode avançar duas posições daqui a dois anos, provavelmente estimado um cenário com crescimento do PIB maior que o atual).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre janeiro e fevereiro, foram publicados vários artigos e textos relacionados com a questão do desenvolvimento econômico brasileiro a maioria mostrando ceticismo diante dos índices e comparando séries históricas, o que deixa em alerta a construção de cenários econômicos e sociais para os próximos anos. Pelo que se pode perceber nas pequenas citações selecionadas acima, o país está parado e retrocedendo em muitos itens, o que poderá dificultar os negócios nos próximos 5 anos. Precisamos fazer algumas reflexões sérias. Os sinais de debilidade social, política e econômica do país já estão fazendo vítimas e fica muito difícil fazer-se investimento no desenvolvimento de negócios enquanto não se tomar algumas medidas sérias, sobretudo buscando realizar uma administração estratégica no conjunto da economia nacional. Precisamos continuar esta discussão e vamos tentar inseri-la no ambiente acadêmico para que nossos estudantes possam refletir comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil&lt;/em&gt; (OIT)&lt;br /&gt;Mensagem ICA: &lt;em&gt;“Luta contra a mudança climática através das cooperativas”&lt;br /&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-7873407931727440738?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/7873407931727440738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=7873407931727440738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7873407931727440738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7873407931727440738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/09/desenvolvimento-humano-e-econmico-i.html' title='DESENVOLVIMENTO HUMANO e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO I'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-6293128737790368899</id><published>2008-09-18T23:15:00.000-03:00</published><updated>2008-09-18T23:18:44.394-03:00</updated><title type='text'>V ENCONTRO DE PESQUISADORES LATINO-AMERICANOS DE COOPERATIVISMO III</title><content type='html'>As comunidades (e sociedades) dinásticas e patrimonialistas têm medo do Cooperativismo como base filosófica e estruturalista da economia porque cooperação está associada a liberdade e a idéia de liberdade tira o sono dos senhores feudais modernos como tirava dos senhores feudais do passado. Leia-se aqui feudal não só no sentido de latifúndio, mas inclusive no sentido mercantilista, visto que o feudalismo comercial é tão grave ou retardador do desenvolvimento quanto o feudalismo latifundiário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disto, a idéia de feudalismo aqui não representa apenas o sentido de acumulação territorial e também comercial como base para o enriquecimento, mas a atitude que os proprietários ainda conservam para sustentar um poder sobre as comunidades e as populações que, infelizmente, ainda é a regra dominante nas regiões paradoxais. E ambas as atitudes ainda são fortes nas regiões paradoxais e representam elementos retardadores do desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dificuldade que se percebe hoje para criação de cooperativas ou para iniciação e ampliação do espírito cooperativista nessas regiões é equivalente àquela que tem dificultado a realização de revolução industrial brasileira. O medo do industrialismo tem dificultado o desenvolvimento socioeconômico que resultaria da criação e implantação de indústrias (através da criação de pólos e distritos industriais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se passaram mais de duzentos anos desde que o industrialismo transformou os Estados Unidos numa potência econômica enquanto o Brasil ainda está engatinhando até agora para gerar e realizar um modelo de desenvolvimento. Enquanto isto não ocorre efetivamente o espaço negocial vai sendo ocupado pelos “de fora”. A fuga à incerteza levou as pessoas com idéias negociais e com recursos a investir no comércio e não na indústria ou na aquisição de terras, vindo a formar uma nova burguesia feudo-comercial que prefere importar produtos e informações do que arriscar a produz alguma coisa aqui mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo comercial brasileiro é anti-empreendedorial e anti-educacional; ou seja, dificulta ou não estimula nem incentiva o empreendedorismo e a educação e amplia ainda mais o empobrecimento das regiões porque também exerce uma influência anti-industrial. No máximo o setor econômico comercial e de serviços proporciona o empreendedorismo por necessidade e imitação, o qual requer pouca ou nenhuma criatividade para sua consecução e pequeno risco; e o que mais vemos nas regiões pobres e com baixo IDH é lavoura primitiva e comércio de varejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cooperativas de um modo geral e as de educação em especial são organizações perigosas para os pressupostos de empresários e políticos, sobretudo políticos que ainda agem segundo os ditames do (falso) socialismo e ainda atuam de acordo com cartilhas soviéticas e cubanas. Em teoria eles apreciam e dizem adotar os princípios filosóficos do cooperativismo, do mutualismo e da autogestão. Chegam a criar os instrumentos que possibilitam a realização prática de organizações que eles chamam de economia popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;,Mas a realidade diretiva e processual desses instrumentos segue as orientações contidas nos seus manuais ideológicos, o que impede que haja real atuação cooperativa e mutualista de seus associados. Cada órgão desses atua como verdadeiras células partidárias e sob o regime ditatorial do líder de plantão. Com isto os valores filosóficos, educacionais e humanos que seriam importantes para aprimorar e realizar o Homem Integral são jogados no lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação de Cooperativas Educacionais, desde que se tenham professores preparados para realizar seus projetos pode contribuir para a formação de um espírito empreendedorial que prime pela criatividade; e isto pode resultar no desenvolvimento de negócios novos e orientados para a industrialização, desde que construam os seus currículos segundo uma visão multidisciplinar e multitecnológica. As Cooperativas Educacionais devem ser criadas segundo uma visão empreendedorial a fim de se tornarem reais incubadoras de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Educação: &lt;em&gt;a resposta certa ao trabalho infantil&lt;/em&gt; (OIT)&lt;br /&gt;Mensagem ICA: “&lt;em&gt;Luta contra a mudança climática através das cooperativas&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: &lt;em&gt;Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-6293128737790368899?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/6293128737790368899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=6293128737790368899' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6293128737790368899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6293128737790368899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/09/v-encontro-de-pesquisadores-latino_18.html' title='V ENCONTRO DE PESQUISADORES LATINO-AMERICANOS DE COOPERATIVISMO III'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-4601034789805136279</id><published>2008-09-11T09:40:00.003-03:00</published><updated>2008-09-11T09:50:00.849-03:00</updated><title type='text'>V ENCONTRO DE PESQUISADORES LATINO-AMERICANOS DE COOPERATIVISMO II</title><content type='html'>Apresentamos neste V ENCONTRO outro artigo baseado em um projeto que tínhamos iniciado quando estávamos atuando em Vitória da Conquista – Bahia, e que vamos retomar (a partir de 2009) tendo em vista que pensamos se tratar de um trabalho que resultará em benefícios para as comunidades de nossas regiões paradoxais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se da Educação Cooperativada, ou seja, da criação de cooperativas educacionais como base para a redução do analfabetismo, formação profissional em nível técnico e de tecnólogos e criação de um espírito empreendedorial voltado para o desenvolvimento socioeconômico regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos o resumo deste artigo, o qual será disponibilizado na íntegra na página &lt;a href="http://www.sheng.adm.br/"&gt;http://www.sheng.adm.br/&lt;/a&gt; tão logo esteja concluída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Este trabalho baseia-se no Projeto ECOOPEM (Educação, Cooperação e Empreendedorismo) e envolve como estudo e pesquisa a criação e implantação de cooperativas educacionais (COOPED) e sua importância para o desenvolvimento humano sustentável. O artigo procura mostrar as bases de sustentação do projeto acrescentando como propósito inicial discussão sobre a necessidade de se desenvolver o espírito cooperativista nas escolas de um modo geral e com um enfoque empreendedorial, e utiliza como case study a COEDUC (Cooperativa Educacional de Vitória da Conquista – Bahia). O Cooperativismo como uma filosofia que assenta as bases para a Socioeconomia Aplicada ainda está carecendo de uma ampla discussão dentro do ambiente acadêmico e pedagógico, em especial nos cursos de formação de professores e nas licenciaturas, porque só podemos alcançar as salas de aula e educar crianças e jovens, segundo uma orientação embasada na cooperação e no cooperativismo, se houver professores bem preparados para isto. Segundo os estudos que realizamos junto a colégios, desde as séries iniciais até o nível médio, a idéia de cooperativismo ou mesmo o conhecimento sobre cooperação e cooperativismo ainda é muito fraco. Estamos apresentando aqui um relato preliminar, breve e parcial dos trabalhos que estamos realizando com esta linha de pesquisa em andamento.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PALAVRAS-CHAVE&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Cooperativa Educacional; Cooperação; Desenvolvimento Humano; Empreendedorismo; Educação de Jovens&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;Sistema ECOOPEM&lt;/strong&gt; que criamos para orientar o estudo e a pesquisa tem como base introdutória um contexto que considera como ponto de partida o Homem como um Ser Integral e como foco a formação de professores com visão cooperativada de negócios. Vejamos um trecho do artigo, no qual esta proposição é bem acentuada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;De um modo geral quando se fala em cooperativismo, no Brasil e em particular no Nordeste, as pessoas o confundem com associativismo de sorte que pensar em criar cooperativas nessas regiões paradoxais tem o mesmo sentido que criar uma associação. Os professores e pesquisadores têm diante de si duas grandes tarefas, entre outras de suma importância: a) desmistificar o conceito de cooperativismo e desenvolver temas que discutam em sala de aula em todos os graus (do elementar ao superior) a importância da Cooperação como fator fundamental para formação do Homem Integral; e b) promover atividades extensivas que possam levar às comunidades e, sobretudo, às famílias tanto na zona urbana periférica quanto na zona rural, a importância do cooperativismo como uma forma de aumentar a renda familiar, de reduzir a pobreza e promover a inclusão em todos os sentidos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Segundo o enfoque do Sistema ECOOPEM uma das dificuldades de ampliarmos a massa crítica de pessoas com visão e foco cooperativista no Brasil e em particular na Região Nordeste deve-se a fatores culturais e políticos orientados para o passado provincial e para posicionamentos patrimonialistas e dinásticos, sobretudo centrados no conceito arcaico e territorial de propriedade como base de poder, focalizando o fator Terra como marco maior de um direito sobre este e explorando de modo medíocre o fator Trabalho, o qual é tratado como um meio de obtenção da riqueza sem que se dê ao trabalhador ou se reconheça o seu direito de propriedade sobre os seus próprios esforços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tema é fascinante e vou continuar falando sobre ele nas próximas postagens visto que é importante promover um debate sobre o sistema ECOOPEM, apesar da grande resistência que persiste no ambiente ideológico acadêmico e nas organizações empresariais dessas regiões. Aliás, essa resistência ao desenvolvimento e criação de cooperativas tem dificultado nossos estudos e pesquisas como temos discutido nos artigos apresentados nos nesses Encontros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Mensagem ICA: “Luta contra a mudança climática através das cooperativas”&lt;br /&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leia também o&lt;/strong&gt; Blog: &lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-4601034789805136279?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/4601034789805136279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=4601034789805136279' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4601034789805136279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4601034789805136279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/09/v-encontro-de-pesquisadores-latino.html' title='V ENCONTRO DE PESQUISADORES LATINO-AMERICANOS DE COOPERATIVISMO II'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-6467846132318200724</id><published>2008-08-20T07:31:00.003-03:00</published><updated>2008-08-20T07:40:25.902-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO HUMANO e COOPERATIVISMO</title><content type='html'>V ENCONTRO DE PESQUISADORES LATINO-AMERICANOS DE COOPERATIVISMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interrompemos por alguns dias nossas postagens neste Blog em virtude de nossa viagem para participar do V Encontro de Pesquisadores Latino-Americanos de Cooperativismo, quando apresentamos dois trabalhos científicos relacionados com os estudos que estamos efetuando em nossa região Sudoeste da Bahia. Apresento aqui o resumo de um dos artigos e falarei um pouco sobre este V Encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULO DO ARTIGO&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COOPREENDEDORISMO: Transformação socioeconômica e Desenvolvimento Humano como base para a redução da pobreza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESUMO DE ARTIGO&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Este artigo relata algumas experiências alcançadas, com base nos trabalhos realizados em comunidades rurais e urbanas, durante as atividades do projeto de criação e desenvolvimento de cooperativas setoriais na Região Sudoeste da Bahia. Os conhecimentos adquiridos sobre o comportamento, o desempenho e a atuação dos indivíduos e a convivência com os grupos de referência foram muito importantes, tanto para ampliar as contribuições definidoras do Coopreendedorismo, como pela oportunidade de identificar fatores críticos que contribuem com ameaças e oportunidades para os propósitos de projetos como este. Foi possível identificar, até agora, pelo menos cinco fatores que contribuem para o desenho de características impulsionadoras do tipo retardador ou propulsor de projetos que venham a ser criados com vistas ao desenvolvimento de formas cooperativas setoriais, em especial com objetivos direcionados para a redução da pobreza. Também foram detectadas algumas dificuldades derivadas desses fatores durante os trabalhos de campo, bem como identificados dois tipos de possibilidades para a criação de cooperativas. Apesar de não ter sido criada alguma cooperativa durante o período de execução do projeto, os seus resultados foram muito positivos e proveitosos pelo fato de se ter alcançado progressos para a identificação de parâmetros para consolidar perfis coopreendedoriais.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;PALAVRAS-CHAVE: Coopreendedorismo; Cooperativismo; Redução da Pobreza; Cooperativas setoriais; Administração de Cooperativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo completo será disponibilizado em breve em nossa página &lt;a href="http://www.sheng.adm.br/"&gt;http://www.sheng.adm.br/&lt;/a&gt; que está em construção, quando então aqueles que se interessam por temas sobre Cooperativismo poderão acessar. Vou falar um pouco sobre o V Encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante esclarecer que este evento é fruto do trabalho que realiza a Rede Latino-Americana de Pesquisadores em Cooperativismo, organização ligada ao Comitê de Pesquisa Latino-Americano da Aliança Cooperativa Internacional (ACI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atuo nesta rede como membro-pesquisador representando a UESB e as FIJ e já participei de quatro dos cinco encontros realizados até o momento. Em todos esses encontros consegui aprender muito sobre o Cooperativismo, além de apresentar, também minhas idéias e coloca-las em discussão diante de vários companheiros pesquisadores latino-americanos que têm participado de modo ativo dos trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este V Encontro realizou-se em Ribeirão Preto SP no campus da FEA-RP/USP, quando estiveram presentes membros e representantes de vários países da América Latina, Caribe, Canadá, EUA, Espanha, Etiópia, Irã, Índia e outros. Do Brasil tivemos vários trabalhos de todas as regiões, sendo que Norte, Nordeste e Centro-Oeste foram aprovados cerca de 7% dos trabalhos e a Bahia esteve presente com três artigos da UESB (2) e FIJ (1). Se computar os trabalhos por pesquisadores a UESB participou com três trabalhos e as FIJ com um trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um modo geral, como venho salientando em artigos e discussões inclusive neste Blog, ainda não sabemos a população não conhece bem a importância do Cooperativismo para o desenvolvimento econômico, em especial de regiões paradoxais nas quais a pobreza é intensa, o IDH é baixo e o analfabetismo alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desconhecimento dos princípios e da importância do cooperativismo como um &lt;strong&gt;Quarto Setor Econômico&lt;/strong&gt; e, sobretudo, como a principal âncora para a concretização da Socioeconomia como ciência e como disciplina educacional, tem dificultado a criação e o desenvolvimento de cooperativas singulares e, especialmente, aquelas setoriais que poderiam minimizar a pobreza, ampliar a renda familiar e reduzir o analfabetismo de nossas regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como parte dos trabalhos realizados pelo grupo brasileiro do Comitê um item foi de significativa importância e que requer a atenção dos colegas pesquisadores do Brasil. Trata-se da proposta de realização anual de um evento voltado para promover as ações investigativas tais como projetos, estudos sobre o desenvolvimento do cooperativismo e, sobretudo, para a integração dos pesquisadores e estimulo aos novos pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este evento está sendo estruturado pelo programa de estudos e pesquisas do cooperativismo FEA-RP/USP (E-COOP) sob a coordenação do Prof. Dr. Sigismundo Bialoskorski, e deve anteceder aos ENCONTROS do Comitê da ACI que se realiza a cada dois anos. Em breve teremos informações mais precisas e definidoras deste projeto de encontro anual no Brasil para pesquisadores em cooperativismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou desenvolver, mais uma vez, nas próximas postagens, o tema Desenvolvimento Humano e Cooperativismo para poder discutir um pouco mais os trabalhos que apresentamos neste V Encontro bem como reavivar as idéias que proponho para o incentivo ao desenvolvimento e criação de cooperativas setoriais em lugar de meras associações de produtores, profissionais, técnicos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;OIT&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mensagem ICA&lt;/strong&gt;: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Luta contra a mudança climática através das cooperativas”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: &lt;em&gt;Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-6467846132318200724?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/6467846132318200724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=6467846132318200724' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6467846132318200724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6467846132318200724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/08/desenvolvimento-humano-e-cooperativismo.html' title='DESENVOLVIMENTO HUMANO e COOPERATIVISMO'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-130262977076388442</id><published>2008-07-23T12:50:00.001-03:00</published><updated>2008-07-23T12:57:38.400-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Educação, Aprendizagem e Maturidade de Sistemas Humanos (VII)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Há pelo menos duas formas de compreender qualquer informação: uma processada racional e sequëncialmente, em geral através do hemisfério esquerdo, e expressa pela idéia ‘eu penso’; e a segunda, processada visual e espacialmente, em geral através do hemisfério direito, e expressa pela idéia ‘eu vejo’. Os dois processos estão registrados em nossa memória. Às vezes lembramos de uma imagem, às vezes de uma palavra&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. Elaine de BEAUPORT e Aura Sofia DIAZ (1998, p.83)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta última parte tratarei apenas da maturidade tomando por base o trabalho de Overstreet (1978), de Goleman, Boyatzis e McKee (2002), Beauport e Diaz (1998) e outros que já foram citados e listados nas notas de fim de página.  Concluo esta série de artigos sobre Educação, Aprendizagem e Maturidade de Sistemas Humanos recorrendo, mais uma vez, ao assunto da Maturidade Profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa no Google em busca de artigos e trabalhos relacionados com o tema &lt;strong&gt;Maturidade Profissional&lt;/strong&gt; nos mostra, em português, apenas uma orientação com recursos e ferramentas de Psicologia todos voltados para a escolha de uma profissão, para medir a vocação das pessoas (estudantes em sua maioria) ou para medir o comportamento do indivíduo e seu desempenho (técnico) profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medir a maturidade com base em instrumentos ou inquéritos de Psicologia, no meu entender, não é suficiente para o desenvolvimento de sistemas humanos. Se tomarmos os resultados desses testes e inventários de pesquisa do tipo Alter-Dirigido não poderemos ter um perfil de evolução da maturidade de uma pessoa, mas, apenas um resultado &lt;strong&gt;localizado no limite&lt;/strong&gt; daquilo que essa pessoa desenvolveu em sentido mecanicista ou cartesiano. Não acredito em uma Matemática para Psicologia, por isso não discuto tanto os resultados de relatórios (alguns muito bons do ponto de vista estatístico) que são divulgados, apresentando a apuração de testes psicológicos com amostras de crianças e adolescentes de escolas públicas e particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa compilação de artigos e textos diversos encontrei o conceito de &lt;em&gt;maturidade&lt;/em&gt; quase sempre relacionado com o conceito de &lt;em&gt;escolhas profissionais&lt;/em&gt; e com o &lt;em&gt;conceito de formação profissional&lt;/em&gt;; contudo, não consegui encontrar em nenhum dos materiais estudados, um  trabalho relacionando de modo intenso &lt;em&gt;maturidade e emoções&lt;/em&gt;, muito embora os trabalhos divulgados relatando pesquisas de estudiosos da Psicologia, sempre buscavam uma associação entre maturidade e comportamento humano, sendo este ainda considerado segundo as premissas de uma ciência cartesiana na qual os estudiosos mediam ou procuravam medir, através de um instrumento de testes, o grau de maturidade que um indivíduo apresentava para desempenhar certas funções administrativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, em alguns dos artigos e relatórios de pesquisa, ou cases realizados a partir de amostras feitas em escolas e colégios (elementar e secundário) uma pessoa era considerada (ou classificada como tal quando se tratava de testes classificatórios) &lt;em&gt;madura&lt;/em&gt; se conseguisse “provar” algum conhecimento ou discernimento relacionados com técnicas profissionais, com raciocínio lógico e disciplinas cognitivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maturidade não quer dizer que a pessoa já alcançou um &lt;em&gt;limite de competência&lt;/em&gt; em alguma área de atividade ou campo de conhecimento. Em se tratando de &lt;strong&gt;Maturidade Profissional&lt;/strong&gt; não se deve confundir a maturidade com o Domínio Cognitivo e nem com o Domínio Lógico dentro de uma escala técnica de operações ou ações operativas para medir certo desempenho profissional, porque ela (a Maturidade Profissional) vai além destes domínios e não se trata de mera capacitação ou experiência prática em funções técnicas ou administrativas como querem os chefes de RH de muitas empresas. Vale lembrar que para a Maturidade Profissional ser alcançada (mas não concluída) torna-se necessário entre outros elementos, que a pessoa tenha desenvolvido competências: técnica, social, humana e científica além de competências emocionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observem que quando falo em meus textos sobre &lt;strong&gt;Habilidades Essenciais&lt;/strong&gt; como base para o sucesso empreendedorial, profissional, empresarial, estou também me referindo às &lt;strong&gt;Habilidades Emocionais&lt;/strong&gt;. Não é sem sentido que uma pessoa com um bom índice de Maturidade Profissional possui, também, bons indicadores de Maturidade Pessoal, Maturidade Técnica, Maturidade Operacional, Maturidade Emocional. Nada disto depende exclusivamente de o indivíduo ser jovem ou adulto, ter ou não curso superior, ter 18 ou 60 anos, porque não é a idade biológica que vai definir a idade emocional, a idade social, ou a maturidade de uma pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, repousa na &lt;strong&gt;Maturidade Pessoal e Profissional&lt;/strong&gt; um dos marcos mais significativos para atender às necessidades de Desenvolvimento de Sistemas Humanos e, com isto,k o desenvolvimento de uma &lt;strong&gt;Maturidade Organizacional&lt;/strong&gt; capaz de consolidar um modelo de negócio. Muitos falam ou escrevem sobre a importância de uma empresa iniciar sempre com um Projeto ou &lt;strong&gt;Plano de Negócio&lt;/strong&gt;. Isto é bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PN (Plano de Negócio) é uma ferramenta importante para a permanência de uma empresa no espaço mercadológico. Todavia, muitos outros elementos são de significativa importância e, entre eles está o &lt;strong&gt;Capital Humano&lt;/strong&gt;, o qual deve ser devidamente consolidado dentro da empresa ou da organização empresarial; isto não é possível unicamente com um projeto ou programa de treinamento, porque, como já afirmei em outros artigos, o treinamento atua em fragmentos do saber empresarial e negocial enquanto o desenvolvimento de sistemas humanos atua sobre a totalidade do ser atendendo à totalidade da empresa ou da organização negocial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes foram os propósitos deste ensaio. Levar aos colegas, amigos, estudantes e companheiros de estrada algumas idéias que têm ajudado a construir o conhecimento para pessoas e negócios.  Com esta postagem encerro este ensaio sobre Educação, Aprendizagem e Maturidade de Sistemas Humanos, embora o assunto continue sendo discutido no interior de outros temas relacionados com o Desenvolvimento Humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Mensagem ICA: “Luta contra a mudança climática através das cooperativas”&lt;br /&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; BEAUPORT, E. e DIAZ, A. S. &lt;em&gt;Inteligência Emocional. As três faces da mente&lt;/em&gt;. Brasília: Teosófica, 1998.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-130262977076388442?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/130262977076388442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=130262977076388442' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/130262977076388442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/130262977076388442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/07/desenvolvimento-e-amadurecimento-dos_23.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-58302921767799290</id><published>2008-07-13T18:38:00.004-03:00</published><updated>2008-07-13T18:54:33.083-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Educação, Aprendizagem e Maturidade de Sistemas Humanos (VI)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; pessoa madura não é a que terá alcançado certo nível de realizações e aí se deteve. É antes a pessoa em curso de maturação – aquela cujas ligações com a vida se tornam constantemente mais fortes e mais ricas, porque suas atitudes são de molde a estimular o seu desenvolvimento ao invés de sua cessação. Assim, por exemplo, a pessoa madura não é a conhecedora de grande número de fatos – mas aquela cujos hábitos mentais lhe permitem acrescer em conhecimentos e fazer bom uso destes.&lt;/em&gt; H. A. OVERSTREET (1978, p.27-28).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os Estágios que estou discutindo aqui são próprios de uma escala de maturidade, ou, melhor dizendo, de amadurecimento dos sistemas humanos, que tem dois extremos: o extremo inicial de total imaturidade e o extremo final, se assim se conseguir alcançar este ponto, de total maturidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que observei e observo ao longo dos anos de trabalho, estudo, percepção e acompanhamento com grupos registro aqui em termos relativos como Estágio I, representando uma grande população, ao qual atribui para fins de referência uma composição de cerca de 90% de indivíduos adultos que podem representar uma amostra com baixa maturidade ou em vias de amadurecimento e que classifiquei como pessoas Alter-Dirigidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos restantes 10% atribui 8% aos indivíduos que compõem o Estágio 2 e ficaram 2% para o Estágio III. O caminho que vai do Estágio I (Alter-Dirigido) ao Estágio II (Ego-Dirigido) é difícil e cheio de desafios que envolvem a busca de uma conscientização associada a um aperfeiçoamento de Habilidades Essenciais que irão, pouco a pouco, ampliar o estado de maturidade do indivíduo, tornando-o mais preparado para a vida e para o viver. É possível que alguns não consigam completar com efetividade o percurso para este Estágio tornando-se &lt;strong&gt;Ego-Dependente negativo&lt;/strong&gt;, o que pode ser percebido pelo estilo de liderança dissonante que predomina na maioria das organizações públicas (com mais ênfase) e privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Liderança Dissonante se manifesta com vários matizes ou comportamentos emocionais os mais diversos. Segundo Goleman, Boyatzis e McKee (2002) &lt;em&gt;há inúmeros tipos de líderes dissonantes, que não só são desprovidos de empatia (e, portanto, fora de sintonia com o grupo) como também transmitem tonalidades emocionais que quase sempre ressoam em um registro negativo&lt;/em&gt;. (O autor toma aqui como base de comparação a harmonia dos sons musicais. Neste caso um Líder Ressonante é aquele que está em sintonia e harmonia com o seu mundo, com sua comunidade e o Líder Dissonante aquele que apresenta desarmonia no sentido musical em relação a suas atitudes e relacionamentos emocionais em seu trabalho, em sua comunidade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liderança e maturidade andam de mãos dadas. Uma é o reflexo e apoio da outra. Na medida em que a maturidade se amplia, o indivíduo caminha no sentido do Estágio III que corresponde às ações Self-Dirigidas. Como mostra a seqüência decimal que nivela estes três estágios eles representam a figura de um cone invertido e assemelha-se a um funil. É verdade. Nem todos os indivíduos chegam ao Estágio III embora o ideal seria mudar a posição do cone e eliminar o funil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar o raciocínio sobre os dois extremos que salientei acima, vou citar mais uma vez Overstreet. Este autor faz uma análise considerando como o extremo inicial a infância e o extremo final o adulto. Para este autor, &lt;em&gt;um menino, com a força e a autoridade de um homem, seria um monstro – pois um menino, como tal, ainda não estabeleceu laços com a vida, exceto aqueles referentes aos seus desejos imediatos. Não tem discernimento e, portanto, seus atos seriam também atos de ignorância&lt;/em&gt; (1972, p.28).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste caso, diz Overstreet (1978, p.29):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Precisamente por esta razão, os membros mais perigosos de nossa sociedade são os adultos cujos poderes de influência se apresentam como tais, mas cujas motivações e reações são infantis. O adulto tem certos tipos de poder ausentes na criança. Dispõe de força física. Se ainda enfrenta a vida com a animosidade de uma criança frustrada, pode engendrar mais destruição e infligir maiores dores do que seria possível a pessoa fisicamente imatura. (...) (Quase sempre) tem autoridade sobre alguém: é pai, professor, empregador, capataz, diretor de clube, funcionário público, ou, talvez, simplesmente membro de um grupo majoritário, a quem é dado manter os membros de uma minoria “em seu lugar”. Poucos adultos deixam de ter autoridade sobre alguém. O adulto, portanto, cujos laços emocionais com a vida ainda não se encontram desenvolvidos, tem maior poder de tornar os outros infelizes do que a criança.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas observações mostram porque é importante para os negócios o &lt;strong&gt;desenvolvimento e o amadurecimento de sistemas humanos&lt;/strong&gt; e não simplesmente o treinamento. Uma empresa, em verdade, é uma organização viva na qual encontramos pessoas nos três estágios aqui discutidos. O sonho, o ideal, seria que tivéssemos menos pessoas nos Estágios I e II e mais nos Estágio III. Isto, possivelmente, nunca irá ocorrer enquanto se mantiver o sistema pré-histórico de propriedade (quase absoluta) dos meios e fatores de produção nas mãos de uma minoria muito bem organizada que pertence ao Estágio II e são do tipo dominante, em grande maioria, quanto à liderança. Em vista disto, muito raramente iremos encontrar organizações que estejam interessadas plenamente em programas DASH para os seus funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liderança de dominação e a dissonante prevalecerão com mais força nos ambientes onde exista menor número de indivíduos do Estágio III visto que estes são do tipo Self-Dirigidos e gostam de andar por suas próprias pernas. Neste estágio estão os artistas, os inventores, os criadores de modelos de negócio ou de produtos, os pensadores independentes, os empreendedores visionários (e por conseqüência os líderes visionários), etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o estágio da criatividade e da inovação e as regras e normas heterodoxas do Estágio II não se coadunam com a capacidade proativa, visionária e libertária das pessoas que estão no Estágio III. Todavia, este é o caminho do futuro da humanidade ou então tudo será destruído pela miopia da fragmentação do conhecimento como vem se processando nos últimos quatro séculos dentro do que chamo de Segunda Modernidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, mesmo que não se consiga aumentar o número de pessoas dentro de uma organização para se alcançar o Estágio III, isto não impede que se promova programas DASH, sobretudo quando os líderes do Estágio II são do tipo Ressonante. Estes são os futuros conquistadores de grandes oportunidades de negócio dentro de uma Infoeconomia e de uma Bioeconomia em ascensão. São o que se denomina de Intrapreendedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, podemos dizer que o Estágio III é aquele que apresenta um acentuado nível de educação, aprendizagem e maturidade sendo, portanto, o ponto mais extremo dentro de uma sociedade amadurecida e, hoje, pelas minhas observações, forma apenas 2% ou menos da população do Planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento será mais sustentável, a violência tenderá a ser mais reduzida e o Planeta mais estável e vivo na medida em que aumentar o número de pessoas no Estágio II Ressonante e no Estágio III. Esta é uma esperança que não descartamos e fazemos dela o ambiente estratégico negocial SHENG&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Mensagem ICA: “&lt;em&gt;Luta contra a mudança climática através das cooperativas&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: &lt;em&gt;Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; SHENG – Sistemas Humanos, Estratégias Negociais e Gerenciais. Organização que se está construindo para apoiar a reinvenção dos negócios tendo por base o Desenvolvimento de Sistemas Humanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-58302921767799290?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/58302921767799290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=58302921767799290' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/58302921767799290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/58302921767799290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/07/desenvolvimento-e-amadurecimento-dos_13.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-7898024355520216995</id><published>2008-07-06T20:07:00.000-03:00</published><updated>2008-07-06T20:16:30.188-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Educação, Aprendizagem e Maturidade de Sistemas Humanos (V)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pessoas não são “coisas” a serem manipuladas, rotuladas, enquadradas, compradas e vendidas. Acima de tudo, não são “recursos humanos”. São seres humanos inteiros que contêm a totalidade do universo em evolução, ilimitadas até começarmos a limitá-las. (HOCK, 1999).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de discutir o modelo que sustenta o Estágio III, vou transcrever um trecho do livro que estou concluindo e que tem como título provisório “Por uma Pedagogia da Ação”, o qual é o mesmo do artigo que escrevi sobre o tema e que serviu de base para esse livro. Contudo, creio que vou optar como título a “Pedagogia Integral” visto que o texto está direcionado para este objetivo, o qual é uma composição de &lt;strong&gt;Pedagogia da Ação&lt;/strong&gt; com &lt;strong&gt;Pedagogia da Atividade&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante considerar aqui este conteúdo tendo em vista que, embora no discurso, os nossos profissionais de Administração e até alguns empresários, começam a falar em sociedade do conhecimento, gestão do conhecimento, e outros termos, enquanto que, na prática, as pessoas ainda são tratadas como meros recursos, atitudes estas típicas de sistemas Alter-Dirigidos e Ego-Dirigidos ou dos Estágios I e II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pedagogia da Ação já foi citada e até exposta por mim em artigos anteriores por isso não vou expor detalhes sobre ela. Em verdade o que desejo discutir é a importância da Pedagogia da Ação em conjunto com a Pedagogia da Atividade para a construção de programas de DASH (Desenvolvimento e Amadurecimento de Sistemas Humanos) dentro das empresas os quais servem como base para a construção das Universidades Corporativas que estão na moda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal (ainda) é que as pessoas já cheguem às empresas preparadas pelas escolas técnicas e universidades segundo os critérios de uma Pedagogia Integral. Mas, infelizmente, ainda não consigo vislumbrar de forma nítida este momento, sobretudo porque o ensino (ou a alo-educação) foi transformado em um produto ou artefato desenvolvido numa linha de produção contínua (chamada sala de aula) e voltada para uma venda meramente lucrativa e não como um bem social precioso, mas sem utilização pragmática (leia-se comercial).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis o extrato do livro citado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;“Nunca é demais repetir que é importante a concepção do Homem como um Sistema e não como um Recurso. Esta tese foi formulada por mim no início dos anos 90 do século passado quando discutia a questão dos recursos humanos no curso de mestrado. Naquela época propus que a “disciplina” &lt;strong&gt;Administração de Recursos Humanos&lt;/strong&gt; deveria ser redesenhada em seu conteúdo e ter como denominação Administração de Sistemas Humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevi artigos, fiz palestras e, após vários meses de discussão em uma comissão para criação do novo projeto pedagógico do curso de Administração da UESB a minha proposta finalmente foi aprovada e tivemos dentro de um projeto de graduação a mudança da denominação e, em parte, do conteúdo desta disciplina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o curso (de Administração) da UESB foi o primeiro no Brasil a usar a expressão &lt;strong&gt;Administração de Sistemas Humanos&lt;/strong&gt; em lugar de Recursos Humanos (para esta disciplina), mesmo com a resistência de alguns professores com relação ao conteúdo. Isto, porém era o menos complicado, visto que o conteúdo só tem sentido a partir da postura do professor, de sua competência, sua capacidade de fazer a educação e proporcionar aos estudantes a oportunidade de ousarem em busca da aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem uma &lt;strong&gt;Pedagogia da Ação&lt;/strong&gt; nenhum conteúdo, por mais rico em informação, em materiais didáticos, em experiências e práticas, terá validade para o desenvolvimento de sistemas humanos. O cerne da mudança, na verdade, está dentro do professor e do aluno e não nos instrumentos didáticos. Eis porque as ditas reformas que os governos processam em seus sistemas educacionais não passam de meros retoques cosméticos ou maquiagem sem conteúdo transformador para produzir aquilo que os cidadãos anseiam em termos educativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livros, periódicos, conteúdos programáticos, matrizes curriculares, tudo isto representa apenas um conjunto de ferramentas e elementos aestruturais ou &lt;strong&gt;artefatos &lt;/strong&gt;à disposição das instituições e dos professores. Saber usá-los com efetividade é tarefa dos elementos estruturantes ou como se está atualmente denominando &lt;strong&gt;mentifatos&lt;/strong&gt; que, neste caso são representados pelos &lt;strong&gt;sistemas humanos&lt;/strong&gt; que estão dentro das organizações intensivas em aprendizagem e conhecimento como são as faculdades e as universidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrutura, ou elementos estruturais, que se constitui ou, naturalmente se consolida a partir dos artefatos vão incluir, entre outros, os &lt;strong&gt;sociofatos&lt;/strong&gt; de cujo formato o mais importante para a Pedagogia Integral é chamado aqui de Coletivo de Informação e Conhecimento do que resulta o pensamento coletivo de que trata Levy [Ref. LEVY, Pierre]”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Este pequeno trecho sobre &lt;strong&gt;Pedagogia Integral&lt;/strong&gt; mostra porque é importante considerar as maturidades pessoal e profissional como uma meta a ser alcançada pelas pessoas e pelas organizações e, mais ainda, mostra um dos possíveis caminhos para se alcançar o Estágio III de desenvolvimento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil&lt;/em&gt; (OIT)&lt;br /&gt;Mensagem ICA: &lt;em&gt;“Luta contra a mudança climática através das cooperativas”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Campaña Cooperativa Global Contra la Pobreza: &lt;em&gt;Cooperando Fuera de la Pobreza&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; SILVA, J. M. da. &lt;em&gt;Por uma Pedagogia da Ação&lt;/em&gt; (título provisório). Jequié: não publicado, 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-7898024355520216995?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/7898024355520216995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=7898024355520216995' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7898024355520216995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7898024355520216995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/07/desenvolvimento-e-amadurecimento-dos.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-5473375804771416952</id><published>2008-06-30T10:59:00.000-03:00</published><updated>2008-06-30T11:03:31.333-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Educação, Aprendizagem e Maturidade de Sistemas Humanos (IV)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O essencial quanto a um indivíduo, estamos sendo levados a aceitar, não é tanto o número de anos que tenha vivido, quanto a competência psicológica que esses anos lhe tenham assegurado.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; H. A. OVERSTREET (1978)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo este artigo com uma pergunta: É possível que a maturidade de uma organização (família, empresa, comunidade, cidade, etc.) seja um reflexo ou uma repetição da maturidade de seus líderes, dirigentes, cidadãos? Pelo que já falamos até agora podemos afirmar que sim, embora, a depender do tamanho da organização e da participação de cada Estágio na composição do quadro dirigente e no quadro dirigido, é possível ter-se empresas com tendências entre a imaturidade e a maturidade ou em um ponto médio entre os desempenhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, é quase certo que em uma organização com líderes de maturidade igual ou próximo ao Estágio III se possa perceber uma tendência maior no sentido da maturidade dos Sistemas Humanos do que da imaturidade ou, pelo menos, existem possibilidades de se promover com mais rapidez o desenvolvimento dos Sistemas Humanos, uma vez que organizações deste tipo são propensas a serem organizações de aprendizagem ou, como estou caracterizado em meus estudos, de &lt;strong&gt;OCAL-E&lt;/strong&gt;, ou seja, Organizações de Conhecimento, Aprendizagem, Leitura e Emoção e Estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a maioria da população em uma dada organização, comunidade, sociedade, cidade, estado ou país esteja situada no Estágio I, isto não implica que estas organizações sejam todas imaturas visto que existem alguns limites que, muitas vezes, não são possíveis de ser ultrapassados ou superados tão rapidamente e, mais ainda, elas existem e sobrevivem em função das competências que estes limites permitiram e preferem continuar assim, sem qualquer interesse em buscar mudanças ou desenvolvimentos. São, em sua maioria, organizações do tipo empreendedorial reativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Estágio II (Ego-Dirigido) já é possível se perceber organizações do modelo OCAL-E ou que estão interessadas em alcançar este modelo. Isto se torna possível quando o líder Ego-Dirigido não assume uma posição radical dominadora. Assim dentro deste Estágio existem organizações com um bom nível de Maturidade Organizacional (MO) e, por isso, promotora de programas de Desenvolvimento de Amadurecimento de Sistemas Humanos (DASH), bem como organizações de baixo MO que ainda não percebeu a importância de projetos DASH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente o perfil empreendedorial e organizacional do Estágio II oscila entre o tipo &lt;strong&gt;Ativo&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Adaptativo&lt;/strong&gt;, por isto as organizações apresentam estes dois modelos de liderança: a) Liderança Dominadora que também podemos chamar de dissonante; b) Liderança Primal ou ressonante para usar aqui as abordagens de Goleman, Boyatzis e McKee(2002)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_edn2" name="_ednref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudando a neuroanatomia da liderança Goleman, Boyatzis e McKee (2002, p.33) explicam que “a ressonância, em termos de funcionamento cerebral, significa que os centros emocionais das pessoas entram em sincronia de maneira positiva”. E acrescentam que “uma das maneiras mais poderosas e diretas de criar ressoante entre cérebros, é importante lembrar, é através do riso”. Isto mesmo, o riso que um dos componentes do elemento Humorativo de nosso sistema CACHHH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Humor e dentro dele o riso representa um elemento poderoso capaz de acionar, entre outros, o processo de maturidade que esteja em andamento em um indivíduo. Isto é possível observar nos ambientes emocionalmente maduros, nos quais as perturbações danosas não são suficientes para derrubar a auto-estima e auto-motivação das pessoas em especial quando se está atuando junto a um líder primal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente nas organizações do Estágio I e em algumas do Estágio II do modelo (a) Ativo, a Humorização deve ser fraca ou mínima não sendo suficiente para motorizar a dinâmica organizacional e torna-la criativa e inovadora. Pretendo explorar mais uma discussão sobre o sistema CACHHH para facilitar o entendimento ou esclarecer sua importância para o Desenvolvimento de Sistemas Humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; OVERSTREET, H. A. &lt;em&gt;A Maturidade Mental&lt;/em&gt;. São Paulo: Nacional, 1978.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_ednref2" name="_edn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; GOLEMAN, D., BOYATZIS, R. e McKEE, A. &lt;em&gt;O Poder da Inteligência Emocional&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: Campus, 2002.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-5473375804771416952?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/5473375804771416952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=5473375804771416952' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/5473375804771416952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/5473375804771416952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/06/desenvolvimento-e-amadurecimento-dos_30.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-9095667439243021541</id><published>2008-06-23T11:20:00.001-03:00</published><updated>2008-06-23T11:25:34.687-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Educação, Aprendizagem e Maturidade de Sistemas Humanos (III)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A teoria dos sistemas nos ensina que é mais fácil obter a alavancagem alterando-se a estrutura dos sistemas humanos do que controlando-se diretamente eventos ou comportamentos específicos&lt;/em&gt;. (PINCHOT e PINCHOT, 1994)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem duas maneiras de se usar a inteligência das pessoas atrelada à inteligência das organizações: uma é através do comando de massas que resulta da submissão dos indivíduos à vontade de um líder poderoso, dominador, o que geralmente acontece quando se está diante de indivíduos Alter-Dirigidos. A outra maneira é através do trabalho em equipe ou do coletivo de pessoas que se dirigem sem ser preciso um líder nomeado para tal função. Neste caso raramente tem-se pessoas totalmente Alter-Dirigidas na composição do coletivo ou equipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro caso, no máximo tem-se a associação temporária ou interessada de indivíduos que atuam regidos por normas, regras, regulamentos bastante rígidos. No segundo caso tem-se a cooperação e a colaboração dos indivíduos em torno de objetivos comuns e as regras e normas são transitórias e servem apenas como escudo protetor do grupo para que ele possa atuar dentro de ambientes com reações imprevisíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas no Estágio I ainda não aprenderam o bastante para conduzir sozinhas as ações organizacionais e as decisões nunca são, por isso, tomadas pela massa. Aqui as pessoas são dependentes de um comando forte com um controle intenso; da descrição de um cargo e um manual de funções bem detalhado; da descrição de tarefas e do que deve ser feito a partir de uma ordem determinada por alguém, geralmente um Ego-Dirigido, que estabelece o que deve e como deve ser o trabalho no ambiente produtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo as observações e estudos que faço em grupos de pessoas desde os idos dos anos 60 do século passado, posso ponderar que, como forma de indicativo empírico-indutivo, o Estágio I representa cerca (ou mais) de 90% de uma dada população, em especial nas organizações intensivas de mão-de-obra se estivermos nos referindo às empresas. Os demais 10% estimo que se possa distribuir considerando cerca de 8% (ou mais) formados de pessoas Ego-Dirigidas e 2% (ou menos) de pessoas Self-Dirigidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, temos que tanto as pessoas como as organizações Alter-Dirigidas são também Alter-Dependentes, ou seja, só são capazes de alavancar algum desempenho positivo de houver uma estrutura bem montada, um dirigente com pulso forte, geralmente do tipo dominador e, no caso de empresas iniciantes, de um entorno capaz de fornecer subsídios, recursos materiais e financeiros que ajudem nessa alavancagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as características reveladas pelos indivíduos, comunidades, organizações, etc. no Estagio I estão o nível educacional dependente, geralmente formado por uma educação predominantemente oral e reforçada pelo senso comum vulgar e com baixo nível de letramento; o conformismo seguido de uma aceitação muito firme de crenças e valores baseados em seitas, mitos e um imaginário religioso que prega a submissão como fator de relevância, justificando que o que se vive agora representa uma imposição divina com o objetivo purificador que prepara as pessoas para recepcionar um ser divino (uma divindade) que deve chegar a qualquer momento para a salvação de todos. Um bom indicador para mostrar estas e outras características é o IDH dessas regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, tem-se que o processo de industrialização é lento e, em algumas comunidades, inexiste, sendo até indesejado pelos líderes dessas regiões como fator de desenvolvimento. O processo educacional tem como ferramenta central a oralidade e com isto percebe-se uma busca muito forte por coisas que sejam práticas, que não requeiram ou não sejam intensivas em conhecimento. Isto pode ser percebido no caso de empresas no gasto e aplicação de recursos mais para treinamento que para desenvolvimento de sistemas humanos. Nas comunidades o ensino é tendencioso e dificulta o esclarecimento e procura ofuscar qualquer forma de aprendizagem que possa proporcionar alguma autonomia para os indivíduos ou que possa elevá-los aos Estágios II e III. Aqui ensina-se a aprender aptidões racionais e simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Estágio I a maturidade geralmente é confundida com a idade biológica de sorte que os “mais velhos” de uma organização, comunidade, etc. são “os mais sábios” porque acumularam experiências e transmitem mais informações orais baseadas em sua&lt;strong&gt; aprendizagem pelo senso comum vulgar&lt;/strong&gt;. Isto implica que a metodologia mais interessante é a que estimula os docentes (e os mais velhos) a ensinar as crianças, jovens, adultos apenas a responder e a não indagar ou duvidar. Em outras palavras, quanto maior e mais intensa a &lt;strong&gt;aprendizagem para respostas&lt;/strong&gt; mais dependente é um indivíduo, uma comunidade, uma organização, uma região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como assinala um provérbio chinês “a dúvida é a ante-sala do conhecimento”, ao que acrescento que &lt;strong&gt;a resposta é a ante-sala da dependência e da submissão&lt;/strong&gt; visto que ela impede que o esclarecimento evolua e torne a pessoa cada vez mais autônoma e preparada para alcançar a liberdade criadora de que tanto carece. A &lt;strong&gt;capacidade de responder&lt;/strong&gt;, portanto é o fator predominante no Estágio I enquanto a &lt;strong&gt;capacidade de duvidar&lt;/strong&gt; é intensamente empurrada para segundo plano em quase todas as organizações, senão em todas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incentivar o des-conhecimento a partir da dúvida como recurso para a transformação não é, portanto, um fator importante para as pessoas, os grupos, as comunidades, as organizações Alter-Dependentes e uma forma de reforçar isto é dificultar-lhes a aprendizagem das artes de: &lt;strong&gt;cooperar, colaborar, amorizar, humorizar, harmonizar e, enfim, humanizar&lt;/strong&gt;. Sobre o modelo &lt;strong&gt;CACHHH&lt;/strong&gt;, um dos produtos SHENG, sugiro reler os trabalhos anteriores, em especial o tópico “Temas interessantes...”, neste Blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; PINCHOT, G. e PINCHOT, E. &lt;em&gt;O Poder das Pessoas&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: Campus, 1994.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-9095667439243021541?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/9095667439243021541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=9095667439243021541' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/9095667439243021541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/9095667439243021541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/06/desenvolvimento-e-amadurecimento-dos_23.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-712668433992221331</id><published>2008-06-18T20:33:00.002-03:00</published><updated>2008-06-18T20:48:24.528-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Educação, Aprendizagem e Maturidade de Sistemas Humanos (II)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Educar é provocar a inteligência, é a arte dos desafios. Se um professor não conseguir provocar a inteligência dos alunos durante sua exposição, ele não os educou. O que é mais importante na educação: a dúvida ou a resposta?&lt;/em&gt; (CURY, Apud OLIVEIRA, 2007)&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Na última postagem informei que discutiria este tema com base nos três estágios apresentados anteriormente, como sejam: &lt;strong&gt;Alter-Dirigido; Ego-Dirigido&lt;/strong&gt;; e &lt;strong&gt;Self-Dirigido&lt;/strong&gt;. Vou começar pelo estudo do Estágio I, o qual denomino de Estágio Alter-Dirigido.  O desenvolvimento dos estágios passa pela aprendizagem das cinco (ou seis) disciplinas até agora pesquisadas pelos estudiosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação entre &lt;strong&gt;educação, aprendizagem&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;maturidade&lt;/strong&gt; pode ser demonstrada pela atuação e o desempenho das pessoas em cada um destes estágios. A questão proposta por Augusto Cury na frase da epígrafe serve para motivar a investigação da proporcionalidade de atores em cada um destes estágios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;dúvida (?)&lt;/strong&gt; representa a transformação, é a marca que uso para iniciar minhas aulas e palestras. Já a &lt;strong&gt;resposta (!)&lt;/strong&gt; representa a afirmação do agora, do momento, representa a busca da estabilidade. A metáfora que uso é ir além das montanhas para a dúvida e permanecer na planície, para a resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quase certo que a maioria dos estudantes e das pessoas está visivelmente &lt;em&gt;correndo atrás&lt;/em&gt; de &lt;strong&gt;respostas&lt;/strong&gt;; uma pequena parte do universo de seres viventes está dividida entre &lt;strong&gt;dúvida e resposta&lt;/strong&gt; ou mesmo, em alguns casos, equilibrada (homeostase) entre ambas; e uma parcela ínfima desse conjunto está efetivamente interessada na &lt;strong&gt;dúvida&lt;/strong&gt;. Assim também ocorre com a aprendizagem e com a maturidade das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ações relacionada com a maturidade mental diz que a idade física e o volume de experiência adquirida ao longo da vida representam, neste contexto, o lado das &lt;strong&gt;respostas&lt;/strong&gt;, que classifico dentro do estágio I, Alter-Dirigido. Já as ações que se relacionam com a busca de alguma estabilidade (ou do equilíbrio homeostásico) entre &lt;strong&gt;resposta – dúvida&lt;/strong&gt; normalmente assume posição no estágio II, Ego-Dirigido; e, finalmente, aquele micro-grupo que está concentrado na &lt;strong&gt;dúvida&lt;/strong&gt; pertence ao estágio III, Self-Dirigido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a intenção de promover qualquer forma de silogismo penso que o desenvolvimento da maturidade é proporcional à participação da pessoa dentro de cada um destes estágios, de modo que os atores que estão no último estágio são muito mais amadurecidos, tanto em sentido pessoal quanto profissional, que aqueles que estão no primeiro estágio. E isto não depende da idade do indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo estágio representa, neste caso, um ponto intermediário ou um avanço dos indivíduos que procuram conhecer-se mais e avançar para além da dependência do outro ou das regras e normas do outro. É o estágio que leva, por exemplo, ao desenvolvimento da capacidade empreendedorial entre outros itens e é muito importante no estudo da motivação e da liderança de grupos de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A depender das circunstâncias sociais, psicológicas, ecológicas, antropológicas, políticas, culturais, etc. todos possuimos um pouco de cada um desses estágios, sendo que com o avanço da maturidade a freqüência maior tende a se concentrar no último estágio que também coincide com a auto-realização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande triângulo: &lt;strong&gt;Educação – Aprendizagem – Maturidade&lt;/strong&gt;, é a base dos produtos SHENG. O desenvolvimento e sustentação deste triângulo é parte das ações que se espera de cada um dos produtos SHENG, tal como &lt;strong&gt;L.I.D.E.R., CACHHH&lt;/strong&gt; e outros. Trabalharei um pouco mais o Estágio I no próximo artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil (OIT)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Leia também o Blog: &lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; OLIVEIRA, A. &lt;em&gt;Liderança Saudável&lt;/em&gt;. São Paulo: Academia da Inteligência, 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-712668433992221331?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/712668433992221331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=712668433992221331' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/712668433992221331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/712668433992221331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/06/desenvolvimento-e-amadurecimento-dos_18.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-8575636928295050500</id><published>2008-06-08T21:51:00.003-03:00</published><updated>2008-06-08T22:00:10.814-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DE SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Educação, Aprendizagem e Maturidade de Sistemas Humanos (I)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hoje, o pensamento sistêmico é mais necessário do que nunca, pois nos tornamos cada vez mais desamparados diante de tanta complexidade. Talvez, pela primeira vez na história, a humanidade tenha a capacidade de criar muito mais informações do que o homem pode absorver, de gerar uma interdependência muito maior do que o homem pode administrar e de acelerar as mudanças com uma velocidade maior do que o homem pode acompanhar&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Peter SENGE, 1999, p.99)&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Embora exista ainda muita discussão em torno das maturidades pessoal e profissional não podemos esquecer que a sua evolução dependerá, sobremaneira, da maturidade emocional de cada pessoa, a qual, por sua vez, também depende de muitas variáveis e também de fatores invariantes para se concretizar na formação de cada um de nós, em especial das inteligências emocional e racional que está em desenvolvimento em nossos cérebros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns estudantes, colegas e companheiros têm solicitado que fale um pouco mais sobre &lt;strong&gt;Administração Tectônica&lt;/strong&gt;. Porém, gostaria de tratar deste tema mais à frente quando concluirmos (ainda que de modo parcial) a questão da Maturidade de Sistemas Humanos, a fim de ampliar mais nossa capacidade e nossa competência para lidar (ler e interpretar) os conteúdos que ocorreram estão ocorrendo e ainda vão ocorrer no ambiente organizacional, social, econômico, político e negocial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um tema lateral dentro deste tema geral, que auxilia muito o processo de Maturidade de Sistemas Humanos é a aprendizagem. Mais ainda quando está relacionada à educação ou tem esta como base maior para a formação das pessoas. Vou iniciar uma apreciação da educação e da aprendizagem para discutir sua importância subsidiária na construção da maturidade, mais especificamente profissional e pessoal. Nos próximos artigos tratarei de forma objetiva (devido, sobretudo à falta de espaço) deste tema lateral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discutirei, de início, este tema considerando seu posicionamento em relação aos três estágios descritos (mas partes anteriores) como base para o caminho que conduz à maturidade organizacional que é um dos objetivos deste trabalho. Aliás, o desenvolvimento da maturidade organizacional é um dos pontos críticos (eu diria que é um fator crítico de sucesso) para tornar mais efetiva uma empresa. Este é um dos caminhos mais importantes para o empreendedor que quer alçar vôos na direção do amanhã negocial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao conceber um plano de vôo, o empreendedor deve colocar entre seus itens mais importantes a promoção da maturidade organizacional e, neste caso, não esquecer de que a organização é um ente vivo e, por isso, requererá o estímulo à aprendizagem de modo contínuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso dizer agora que não existe plano de vôo empreendedorial ou plano de melhoria contínua organizacional sem que se promovam as condições para uma maturidade pessoal e profissional e isto passa pela educação e pela aprendizagem contínua que são as propostas subentendidas nos programas de desenvolvimento humano que venho discutindo neste espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como desenvolver programas de desenvolvimento humano? A “gerência de recursos humanos” dentro do modelo atual de management não tem condições, em princípio, para desenvolver por si só tais programas, o que requer ajuda e apoio de consultores e facilitadores externos. Este assunto também será pauta de discussão dentro deste trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12 de Junho: Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil: &lt;em&gt;Educação: a resposta certa ao trabalho infantil&lt;/em&gt; (OIT)&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; SENGE, Peter. &lt;em&gt;A Quinta Disciplina&lt;/em&gt;. São Paulo: Best Seller, 1999.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-8575636928295050500?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/8575636928295050500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=8575636928295050500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/8575636928295050500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/8575636928295050500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/06/desenvolvimento-e-amadurecimento-de.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DE SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-3588020415771325930</id><published>2008-06-02T08:32:00.002-03:00</published><updated>2008-06-02T08:38:36.339-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Maturidade Profissional e Pessoal (V)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Cada mente é uma sala cheia de móveis arcaicos. Precisa ser remodelada ou esvaziada para que coisas novas possam entrar, o que pressupõe um confronto implacável com as muitas coisas que sabemos que não servem mais.&lt;/em&gt; Dee HOCK (2000)&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Na parte anterior fiz uma abertura dentro deste tema para aproveitar a participação dos leitores, mas não fugi do seu conteúdo, qual seja o desenvolvimento da maturidade como base para vantagem negocial. Pode-se afirmar pelo exposto que o CEO precisa construir de modo efetivo uma &lt;strong&gt;Vantagem de Sistemas Humanos&lt;/strong&gt; (VSH) para somar às demais que ele já tenha identificado e implantado em sua empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta Vantagem de Sistemas Humanos (VSH) deve desenvolver-se em todos os três níveis estratégicos da organização (Administração, Gestão e Realização), mesmo que não se consiga um crescimento amplo da maturidade igualmente em todos eles. Para que a empresa se projete efetivamente torna-se necessário e importante a construção da maturidade organizacional no nível da Administração, ou seja, no nível diretivo e daí irradiar aos demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vezes a &lt;strong&gt;Maturidade Técnica&lt;/strong&gt; – um dos itens importantes da Maturidade Profissional – se torna preponderante o que leva o diretivo de sistemas humanos a priorizar mais o treinamento que o desenvolvimento de sistemas humanos, o qual sempre vai sendo adiado, mesmo que o pessoal esteja disposto a se desenvolver como aconteceu no caso da MASA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, é válido lembrar que o DASH só tem validade se houver comprometimento de ambos os lados: dos diretivos e dos colaboradores, porque uma parte significativa desse desenvolvimento vai ocorrer na forma de &lt;strong&gt;conhecimento tácito&lt;/strong&gt; que cabe efetivamente ao próprio colaborador sem o que não se poderá dar continuidade no projeto. Um dos itens que se estima importante no DASH é o&lt;strong&gt; auto-conhecimento&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tipo de ação prioriza de certa forma uma parte importante do nível de Realização (ou nível estratégico Operacional), mas não o torna competitivo em termos de sistemas humanos, visto que a experiência sozinha não faz a diferença de mercado que a empresa precisa para manter-se atuante e em progresso com seus clientes e capacitada para enfrentar a concorrência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas empresas têm-se utilizado de um recurso que se tornou um novo modismo chamado “Universidade Corporativa” na expectativa de que assim poderiam promover a transformação de seus colaboradores em VSH. Na minha idéia uma Universidade Corporativa deve ser criada para Desenvolver o Amadurecimento dos Sistemas Humanos (DASH) e não para ser um setor de treinamento melhorado como se vê por aí. Isto é jogar dinheiro fora apenas para “aparecer” diante da comunidade empresarial como uma organização de ponta, atualizada ou incrementada diante das mudanças. Neste caso nada muda. Apenas se mantém a mesma sala com os mesmos móveis arcaicos como Dee Hock (2000) enfatiza muito bem em seu livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o resultado? O aumento de custos tende a levar os diretivos a promoverem uma racionalização geral e o primeiro item a ser cortado chama-se: “recursos humanos”, apelando, como última alternativa, para outro modismo que é a “Reengenharia”. Como para o Ambiente Estratégico SHENG pessoas não são recursos, as melhores práticas para maximizar resultados começam com a redução de &lt;strong&gt;custos doentes&lt;/strong&gt; e não pela redução de pessoal, a menos que já não se tenha mais nenhuma opção e os donos e sócios já tenham mais interesse no negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos métodos seguem outros itinerários: começa por diagnosticar e reavaliar a importância de uma sala chamada Controladoria ou ambiente Contábil e Financeiro cheia de móveis arcaicos da empresa, por onde deixam de passar muitos dados e informações que possam identificar os custos doentes, os quais são espalhados por outras salas chamadas de “departamentos” e que, na linguagem financeira são denominadas “centros de custo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos diretivos e seus gerentes ainda não perceberam a importância de trabalhar em uma condição &lt;strong&gt;Glocal&lt;/strong&gt; com as perturbações, as turbulências, os &lt;em&gt;tsunamis&lt;/em&gt;, os organomotos, que promovem mudanças muito rápidas. Em tais circunstâncias trabalhar segundo uma orientação de &lt;strong&gt;Administração Tectônica&lt;/strong&gt; pode fazer uma grande diferença no ambiente estratégico da empresa, no mercado e nas comunidades em que a empresa tem freqüência ou penetração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Leia também o Blog: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;&lt;strong&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; HOCK, Dee. &lt;em&gt;Nascimento da Era Caórdica&lt;/em&gt;. São Paulo: Cultrix-Amana-Key, 2000.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-3588020415771325930?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/3588020415771325930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=3588020415771325930' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3588020415771325930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3588020415771325930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/06/desenvolvimento-e-amadurecimento-dos.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-4726656190004179788</id><published>2008-05-28T09:00:00.003-03:00</published><updated>2008-05-28T09:11:58.977-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Maturidade Profissional e Pessoal (IV) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A mundialização dos meios de informação faz com que a maior parte das empresas tenha acesso aos mesmos dados, aos mesmos fornecedores, às mesas fontes. Para marcar a diferença entre uma empresa comum e uma empresa que se sobressai, só resta a qualidade humana.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(CHABREUIL e CHABREUIL, 1999)&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quero falar um pouco dentro desta discussão sobre um tema que considero importante, em especial para os empreendedores que já estão além do start-up. Trata-se da Inteligência Executiva. Para discutir este tópico associado à questão maior da Maturidade Profissional e Pessoal, recorro, entre outros, a Ryback (2000), o qual atribui como ponto crucial para que a Inteligência Executiva se consolide que o executivo seja honesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que Inteligência Executiva? Alguns leitores deste Blog têm discutido meus artigos e, em especial esta série sobre Maturidade Profissional e Pessoal. Além de apresentar uma boa interpretação do conteúdo de cada tópico, alguns enviam mensagens com questões relacionadas a dúvidas e, como não, à incerteza de uma implantação de projetos DASH em suas empresas. Muitas dessas questões estão senão totalmente explícitas no texto estão subentendidas o que vai exigir do leitor um pouco mais de percepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um destes comentários foi questionado pelo colega Silvano (aluno das FIJ – Faculdades Integradas de Jequié, Bahia) sobre qual era exatamente o papel dos executivos (CEOs) de empresas brasileiras e multinacionais com relação ao desenvolvimento de sistemas humanos? Esta é uma discussão que envolve em qual dos caminhos está a maior e a menor agregação de valor à empresa: no treinamento e/ou no desenvolvimento. Estamos diante de três condições importantes: treinar; treinar e desenvolver; e somente desenvolver sistemas humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os executivos, sobretudo os da área de RH, ainda pensam que treinamento é o fator crítico para agregar valor aos resultados da empresa e melhorar o desempenho do pessoal, quando, na verdade, não é. E existem muito exemplos que deixam isto bem claro. Exemplos de investimento em desenvolvimento de sistemas humanos que foram fundamentais para que se conseguisse proporcionar uma melhoria contínua e a geração de melhores práticas nos três níveis estratégicos de uma empresa: &lt;strong&gt;administração; gestão; e realização (ou prática)&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já afirmei, o treinamento de sistemas humanos é importante, mas não é o mais importante fator de melhoria dos resultados de uma empresa. Embora não goste muito de citar nomes de empresas nem de executivos em meus artigos, vou sair do meu hábito e citar o caso da MASA da Amazônia. Procurem ler a história econômica e financeira desta empresa e a biografia do CEO Ulisses Tapajós publicadas em várias revistas de negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível que o que salvou a MASA da falência tenha sido a inteligência racional (cognitiva de seus executivos). Contudo, se bem analisarmos a trajetória da empresa e os esforços do Sr. Ulisses nos últimos quinze anos, ver-se-á bem claro que, ao lado do D&lt;strong&gt;omínio Cognitivo&lt;/strong&gt; do executivo havia algo mais em termos de inteligência que eu chamo de &lt;strong&gt;Domínio Emocional&lt;/strong&gt; (talvez como uma &lt;strong&gt;sexta disciplina&lt;/strong&gt; administrativa para ampliar o leque criado por P. Senge&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;). As inteligências emocionais do CEO foram, para mim, um dos pontos fortes e fator crítico de sucesso desse processo de recuperação/reinvenção da MASA, e isto se percebe bem em sua entrevista para a TV Gestão &amp;amp; Negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira parte da entrevista o Sr. Ulisses Tapajós deixa claro que um ponto de relevância que o ajudou foi sua participação em um curso sobre programa de qualidade total. Concordo com ele sobre a importância de se conhecer e aprofundar o conhecimento da Gestão da Qualidade. Mas não é qualquer curso desses criados com base no modismo da Qualidade Total que vai capacitar e amadurecer o executivo para torná-lo competente com o trato dos negócios. Dependeu mais dele o seu aprimoramento e seu amadurecimento em relação aos conceitos e atitudes de qualidade, do que do próprio curso. Este apenas representou um caminho (entre tantos trilhados pelo Sr. Ulisses) que o elevou ao nível de maturidade que ele necessitava para decidir e tornar realidade seus planos de salvar a MASA, é o que eu penso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do Projeto para Amadurecimento de Sistemas Humanos (PASH) que desenvolvemos no &lt;strong&gt;Ambiente Estratégico SHENG&lt;/strong&gt; procuramos associar às metodologias que são requeridas para cada caso organizacional específico um programa para &lt;strong&gt;AEQI&lt;/strong&gt; (Administração Estratégica da Qualidade Integral) e um dos pontos importantes que tratamos no curso refere-se ao valor que o CEO deve dar ao programa para que ele comece a se tornar uma realidade dentro da empresa e viabilize o projeto. E isto foi o que ficou patente nas palavras do Sr. Ulisses quando ele diz que, na sua posição como presidente foi o primeiro a adotar a importância da QT e procurou em reunião com todos os seus colaboradores proporcionar meios para a conscientização deles; de que o caminho para não fechar a MASA estava em adotar em definitivo a qualidade total como marco maior de reinvenção da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda parte da entrevista o CEO deixa também bem claro que, sem que se adote uma &lt;strong&gt;atitude empreendedora&lt;/strong&gt;, também é impossível sair de uma situação turbulenta ou organossísmica como a que se encontrava na MASA. Aqui vai também uma boa referência para nossa metodologia de &lt;strong&gt;Administração Tectônica&lt;/strong&gt;: para enfrentar os abalos, as turbulências e as manifestações de rupturas sísmicas dentro de uma organização é importante que se tenha, entre outros atributos sérios, a maturidade emocional suficiente para realizar, sem constrangimentos, as mudanças ou acompanhar com visão positiva do futuro as mudanças que afetam os ambientes estratégicos de uma empresa e detectar as oportunidades sem temer às ameaças; e isto o Sr. Ulisses demonstrou ter e aplicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto final que se destaca como base e exemplo para a formação de um projeto de maturidade foi a atitude do CEO Ulisses em conduzir os seus colaboradores para concluírem o curso médio e hoje, segundo informações contidas em reportagem da Você S.A., 100% dos funcionários da MASA possuem o curso médio. Esta atitude contribui de modo brilhante para o DASH mesmo que neste caso não tenha sido aplicado um projeto como propomos no Ambiente Estratégico SHENG. A isto pode ser chamado de Inteligência Executiva, por que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leia também o Blog:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; CHABREUIL, Patrícia e CHABREUIL, Fabian. &lt;em&gt;A Empresa e seus Colaboradores. Usando o Eneagrama para Otimizar Recursos.&lt;/em&gt; São Paulo: Madras, 1999.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; SENGE, Peter. &lt;em&gt;A Quinta Disciplina&lt;/em&gt;. São Paulo: Best Seller, 1999.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-4726656190004179788?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/4726656190004179788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=4726656190004179788' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4726656190004179788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4726656190004179788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/05/maturidade-profissional-e-pessoal-iv.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-4620571901997078868</id><published>2008-05-19T14:32:00.004-03:00</published><updated>2008-05-19T14:44:12.968-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Maturidade Profissional e Pessoal (III) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A complexidade das organizações cresce no sentido inverso ao tamanho da população de Sistemas Humanos preparada para alcançar plenamente as maturidades profissional e pessoal, as quais vão consolidar a maturidade organizacional. Portanto, quanto maior a concentração de Sistemas Humanos em um estágio de desenvolvimento e amadurecimento, as empresas se diferenciam mais umas das outras, e isto também se verifica no grau de competitividade que predomina no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente as empresas começam com maior concentração no Estágio I. Na medida em que se invertem as concentrações de SH mais efetiva, mais inclusiva, mais integral é a organização e isto tende a proporcionar uma maior capacidade competitiva bem como a facilitar a administração da complexidade nessa organização. Diria que administrar a complexidade é desenvolver pessoas competentes em &lt;strong&gt;Administração Tectônica&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que alcança o Estágio II a empresa se torna mais significativa em termos de sustentação de um dado mercado embora ainda esteja percebendo o contexto de coletividade (ou seja, de considerar o coletivo em detrimento do individual) dificultando, assim, a construção de círculos de ação e atuação colaborativa estratégica que substituem o fator coletividade pelo fator cooperatividade, o qual valoriza primeiro a individualidade das pessoas para depois envolver de modo efetivo as equipes e não valorizar equipes em coletivo esquecendo-se da individualidade de cada componente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este estágio tem vantagens e desvantagens para a organização. Uma desvantagem é a possibilidade de se correr o risco de ocorrências de lideranças autocráticas ou de dominação. Mas este é um fator que pode ser corrigido pela direção da empresa ao perceber que uma área estratégica de negócio está enrijecendo em relação aos elementos significantes da cultura organizacional e promover a interferência cobrando mais desenvolvimento que treinamento de sistemas humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí ocorrer um outro ponto fraco deste estágio que se refere ao perigo de a área estratégica de negócio descambar para investimentos mais em treinamento que em desenvolvimento, o que tende a furar o PASH e gerar transtornos para a empresa em termos de resultados, competitividade, custos, retorno sobre o investimento aplicado no desenvolvimento de sistemas humanos estratégicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treinamento de sistemas humanos é importante para uma empresa. Contudo, permanecer apenas treinando pessoas não contribui para a elevação do valor do capital humano de uma empresa e nem proporciona condições para administrar a sua complexidade, porque o treinamento só tem condições de atuar (ou corrigir) pontos específicos relativos a aptidões sem muita contribuição para a formação e o desenvolvimento de &lt;strong&gt;Habilidades Essenciais&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto forte do treinamento refere-se à capacitação operativa de colaboradores que atuam no sistema operacional de uma empresa, especialmente nas primeiras fases do ciclo de vida quando se está promovendo o &lt;em&gt;start-up&lt;/em&gt; de um processo produtivo. Neste momento naturalmente ocorre a predominância do Estágio I em relação aos demais estágios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Superada esta fase a empresa deve estar atenta para começar um programa de desenvolvimento de sistemas humanos, a fim de promover a manutenção do crescimento, a ampliação das competências e a maturidade organizacional necessária para que o negócio se mantenha como uma oportunidade importante para os acionistas ou sócios, para os colaboradores (clientes internos) e, principalmente, para a satisfação plena dos clientes engajados (consumidores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treinamento pode até melhorar a maturidade operacional, mas pouco contribui para a &lt;strong&gt;maturidade profissional&lt;/strong&gt; porque cria limites de conhecimento (especialização) para o indivíduo, quando o que interessa à empresa são pessoas com competências (generalizações) para assumir riscos e proporcionar criatividade para o trabalho; pessoas que sejam capazes de fazer leituras de situações críticas e complexas. Para isto acontecer torna-se necessário uma ampliação da maturidade técnica, a qual depende diretamente do volume de investimento que a empresa dedicar à elevação das competências de seus colaboradores. As duas maturidades (&lt;strong&gt;técnica&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;operacional&lt;/strong&gt;) vão compor o que chamo de maturidade profissional (&lt;strong&gt;MPr&lt;/strong&gt;.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veremos mais na próxima postagem. Enquanto isto pense e reflita sobre as necessidades de enfrentarmos as mudanças e as transformações que irão promover os tsunamis empresariais que são e serão manchetes nas colunas de economia das mídias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leia também o Blog&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Administração Tectônica&lt;/strong&gt; é a metodologia administrativa que estou desenvolvendo destinada a promover a realização e o sucesso de organizações dentro deste mercado infoeconômico complexo, turbulento cheio de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;organomotos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (o equivalente nas organizações de um terremoto no Planeta). Breve discutirei aqui e em livro esta metodologia.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; Ver postagens anteriores em que falo sobre as Habilidades Essenciais. Farei depois mais algumas abordagens sobre este assunto como tema de discussão porque ele é muito importante para o Desenvolvimento e Amadurecimento de Sistemas Humanos (&lt;strong&gt;DASH&lt;/strong&gt;).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-4620571901997078868?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/4620571901997078868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=4620571901997078868' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4620571901997078868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4620571901997078868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/05/maturidade-profissional-e-pessoal-iii.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-532934132489403553</id><published>2008-05-12T17:15:00.003-03:00</published><updated>2008-05-12T17:21:26.691-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Maturidade Profissional e Pessoal (II)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A máquina e a tecnologia por si sós não promovem o desenvolvimento e a ascensão de um negócio, de uma organização, de uma comunidade sem que se tenha um corpo funcional e operacional devidamente amadurecido e que possa agregar-lhe valores. As pessoas Alter-Dirigidas quase não agregam valor aos resultados, além daquele trabalho forçado em tarefas fragmentadas, sob a rigidez de um comando. Somente as pessoas Ego-Dirigidas são capazes de agregar algum valor e criatividade ao trabalho e contribuir para que uma organização seja feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se no seu negócio, na sua empresa, existe um número maior de pessoas Alter-Dirigidas do que Ego-Dirigidas pode acreditar que o ciclo de vida de sua empresa será breve mesmo que ela esteja navegando em um Oceano Azul. A proporção entre estes tipos de pessoas deve ser invertida e com tendência para um número muito elevado de pessoas Ego-Dirigidas. E como conseguir realizar este propósito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho que dispomos para realizar com êxito este desafio de Desenvolver Sistemas Humanos é complexo, cheio de obstáculos, sobretudo em uma sociedade dominada por reações racionais de grande intensidade e limitada pela fragmentação do conhecimento, sendo muito dessa fragmentação espalhada através de “conceitos” recheados de senso comum vulgar (SCV) que leva a maioria dos seres humanos a agirem de forma racionalmente limitada e emocionalmente imatura, sujeitando-se, muitas vezes, a serem apenas dirigidos pelo outro (Alter-Dirigido).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, um projeto (ou programa) de amadurecimento de sistemas humanos pode ser criado e implantado com sucesso se parte da aceitação plena do nível estratégico de uma empresa (diretoria executiva superior) realmente estiver envolvida e comprometida com este processo. Acredito que somente com a vontade maior dos principais dirigentes é possível se implantar programas deste tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A superação da complexidade que se diagnostica no ambiente dos Sistemas Humanos pode ser suavizada na medida em que o projeto PASH (Projeto de Amadurecimento de Sistemas Humanos) vai se consolidando. Quando o nível de maturidade alcança o estágio Ego-Dirigido pode-se afirmar que, para as dimensões organizacionais de nossas empresas, já representa um resultado ótimo porque indica que já se percorreu noventa por cento do caminho. Porém não recomendamos encerrar neste nível o projeto. Torna-se necessário alcançar a última e significante etapa qual seja a do indivíduo Self-Dirigido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante do exposto, podemos sintetizar que o caminho em busca da maturidade organizacional passa por três estágios, a saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTÁGIO I – Representa a etapa de inicio que vai da infância à juventude de um negócio e que costumo chamar de nível Alter-Dirigido dos Sistemas Humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTÁGIO II – Representa a etapa na qual se vislumbra uma quase completa maturidade organizacional (pessoal e profissional, com ênfase mais para esta última) e costumo chamar de Etapa Ego-Dirigida dos Sistemas Humanos; geralmente se posiciona na fase que vai da juventude à maturidade estrutural de um negócio. Caso a empresa não consiga evoluir até o último estágio (Estágio III) ela tende, muitas vezes, a partir daqui seguir para a falência ou morte organizacional, sobretudo se houver uma predominância do Estágio I sobre o Estágio II em toda a estrutura funcional administrativa do negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTÁGIO III – Este representa o melhor nível de maturidade que uma organização pode alcançar e que procuro denominar de nível Self-Dirigido dos Sistemas Humanos (ou Auto-Dirigido).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, não vejo mais do que necessário a existência de três estágios para de definir o ciclo de vida de uma organização em termos de dinâmica de maturidade, excluindo, naturalmente, o estágio de extinção quando nem os negócios, nem as pessoas estão sendo mais úteis para as comunidades, para a sociedade e não tem mais sentido administrativo e mercadológico de existir. É importante assinalar esta premissa porque nada é definitivo, nem as pessoas, nem as organizações, nem os conhecimentos, nem as informações, nem as ciências. Tudo está em constante movimento, em constante abalo, em mutação dinâmica o tempo todo, mesmo que se consiga consolidar um estágio de maturidade que pode ser a plenitude do desenvolvimento humano de uma empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Leia também o Blog: &lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-532934132489403553?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/532934132489403553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=532934132489403553' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/532934132489403553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/532934132489403553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/05/desenvolvimento-humano.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-652111152985435662</id><published>2008-05-05T08:18:00.002-03:00</published><updated>2008-05-05T08:31:08.153-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;Maturidade Profissional e Pessoal (I)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A abordagem emocionalmente inteligente trata todas as pessoas de forma calorosa e sincera, numa base sólida e estável. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;David RYBACK (2000)&lt;a style="" href="#_edn1" name="_ednref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A questão da maturidade profissional e pessoal pode ser discutida através de, pelo menos, dois interessantes caminhos que vou chamar de: Abordagem Técnica e Experiencial e Abordagem Emocional. A primeira tem um relacionamento estreito com a Inteligência Racional e Cognitiva e a segunda está intimamente relacionada com A Inteligência Emocional. &lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estas duas abordagens são muito importantes para o desempenho e os resultados dos negócios bem como contribuem de forma destacada para a permanência de indivíduos em uma organização. De modo bem incisivo, o somatório de várias maturidades resulta na própria maturidade organizacional como veremos ao longo deste ensaio.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O que entendemos por maturidade segundo a visão de Desenvolvimento Sistemas Humanos? Geralmente quando se fala em maturidade algumas pessoas logo imaginam tratar-se de indivíduos adultos com uma idade biológica já respeitável com uma bagagem de experiências de mundo bem definida e que já viveu bastante para ver acontecimentos diversos e com diversas ênfases sociais, econômicas, culturais, etc. &lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na verdade, estes itens também podem contribuir para identificarmos as maturidades que fazem parte de nosso repertório de Desenvolvimento de Sistemas Humanos. Porém a idade adulta (biológica) é apenas um item e não é o mais importante, porque conhecemos muitas pessoas fisicamente bem maduras e que não têm quase ou nenhuma maturidade emocional, racional, espiritual, e material.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quero ressaltar, ainda, que somente &lt;b style=""&gt;habilidades técnicas e experienciais&lt;/b&gt; isoladas não contribuem para o desenvolvimento do amadurecimento dos sistemas humanos (DASH) como estamos considerando dentro de nossas metodologias nos produtos SHENG. Quando muito estas habilidades contribuem para o que estou chamando, neste caso, de &lt;b style=""&gt;Maturidade Operacional&lt;/b&gt; (a qual é uma das partes que compõem a &lt;b style=""&gt;Maturidade Profissional&lt;/b&gt;), a qual envolve a capacidade especialista racional das pessoas. Não se trata também de investir apenas no aperfeiçoamento técnico ou no psicológico, promovendo pequenos cursos de 4 a 8 horas ou mesmo treinamentos para as pessoas imaginando que assim elas irão alcançar a maturidade profissional e pessoal. &lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando me refiro a Inteligência Emocional primeiro dirijo o foco de minhas idéias para o sentido da vida e do bem estar dos Sistemas Humanos e esta é a raiz da Missão SHENG (Sistemas Humanos e Estratégias Negociais e Gerenciais) nossa consultoria para Desenvolvimento de Sistemas Humanos, a qual vai se projetar em todos os seus produtos.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não consigo visualizar uma pessoa trabalhando sem ter um foco, um sentido e uma direção de vida a menos que ela seja &lt;b style=""&gt;Alter-Dirigida&lt;/b&gt; o que a torna um robô ou um escravo da máquina, do trabalho e dos supervisores e chefes. Também não consigo visualizar uma empresa que se forma ou se cria com um propósito maior para resultados e lucratividade sem que tenha nos seus Sistemas Humanos a base principal de sua existência. &lt;b style=""&gt;Alter-Dirigido&lt;/b&gt;, &lt;b style=""&gt;Ego-Dirigido&lt;/b&gt; e &lt;b style=""&gt;Self-Dirigido&lt;/b&gt; são os três estágios principais do Desenvolvimento e Amadurecimento de Sistemas Humanos (DASH) e da própria organização. Geralmente as empresas costumam possuir a um só tempo os três estágios e só diferem em relação à concentração de pessoas em cada um.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Com esta introdução estamos iniciando mais um ensaio que será apresentado em partes nas próximas postagens e espero, assim, contribuir para o desenvolvimento dos sistemas humanos de empresas e organizações com e sem fins lucrativos, públicas e privadas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Georgia;"&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  &lt;div style=""&gt;&lt;!--[if !supportEndnotes]--&gt;&lt;br /&gt;  &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div style="" id="edn1"&gt;  &lt;p class="MsoEndnoteText"&gt;&lt;a style="" href="#_ednref1" name="_edn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; RYBACK, David. &lt;i style=""&gt;Emoção no local de trabalho&lt;/i&gt;. São Paulo: Cultrix, 2000.&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-652111152985435662?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/652111152985435662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=652111152985435662' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/652111152985435662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/652111152985435662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/05/desenvolvimento-e-amadurecimento-dos.html' title='DESENVOLVIMENTO E AMADURECIMENTO DOS SISTEMAS HUMANOS'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-1894037732466110995</id><published>2008-04-26T08:41:00.001-03:00</published><updated>2008-04-26T08:55:09.450-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;LISTA DE AUTORES CITADOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista está na ordem em que aparecem as citações em cada artigo. Ela cobre apenas os artigos que apareceram em: "Temas Interessantes e... Importantes". O leitor interessado em ler ou reler os artigos relacinados a algumas das citações pode recorrer ao arquivo que está na aba esquerda da página. Estou apresentando esta lista porque a partir da próxima semana estarei trabalhando outra temática com artigos e temas variados, porém todos endereçados aos nossos projetos de Desenvolvimento de Sistemas Humanos. Outro fato interessante para esta listagem é que ela permite aos colegas interagirem com textos diversos que podem servir para consulta ou mesmo fundamentar trabalhos para os cursos de graduação e pós-graduação. Alguns artigos desta lista talvez não sejam facilmente encontrados. Neste caso tente através do Google ou me envie mensagem para que os remeta em anexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convido os leitores a visitarem o Blog &lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/a&gt; no qual trabalho com temas variados e inclusive textos e comentários que os estudantes, colegas e profissionais me enviem ou façam sobre os artigos publicados. Esta é uma forma de tornar o Blog não uma página para meros recados e, sim, uma página na qual haja interação e diálogo, por que não? uma página mais científica e mais criativa. Pretendo sair de uma posição meramente mecânica de uso da Internet para uma posição holística e integral. Mas, para que isto ocorra, também é preciso que o leitor esteja atuando de forma não mecanicista, não cartesiana, portanto, interagindo, estando presente no texto e no contexto, agindo como um ser integral ou nas palavras de meu amigo Geraldo Caravantes, como um Ser Total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;KRISHNAMURTI, J. O prazer da cooperação. In, SOPHIA, ano 5, n.20, 2007. Publicação da Editora Teosófica, Brasília.&lt;br /&gt;TULKU, Tarthang. O Caminho da Habilidade. São Paulo: Cultrix, 1995.&lt;br /&gt;SARKAR, P. R. Democracia Econômica. Teoria da Utilização Progressiva. São Paulo: Ananda Marga, 1996.&lt;br /&gt;SARAYDARIAN, T. A Psicologia da Cooperação e Consciência Grupal. São Paulo: Aquariana, 1990.&lt;br /&gt;PROUDHON, P.-J. O que é a propriedade?. Lisboa: Editorial Estampa, 1975.&lt;br /&gt;SILVA, J. M. Seja Empreendedor... Além de Ser Empresário (Título provisório). Itabuna: ViaLitterarum, no prelo.&lt;br /&gt;CUNNIGHAN, J. Barton e LISCHERON, Joe. Definindo Entrepreneurship. West Virginia, Morantown: Journal of Small Business Management, v.29, n.1, Janeiro 1991. Tradução de J. M. Silva, publicada em: Cadernos de Ciências Sociais Aplicadas, Vitória da Conquista: UESB, n.1, v.1, 1996.&lt;br /&gt;FILION, L. J. Do Empreendedorismo à Empreendedologia. Montreal: Journal of Enterprising Culture, v.6, 1998. Tradução e adaptação Jovino Moreira da Silva, M. Sc. Vitória da Conquista: UESB. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.uesb.br/sheng/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.uesb.br/sheng/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;, 2000.&lt;br /&gt;NÓBREGA, Clemente. Joseph Schumpeter. O profeta da inovação. Artigo publicado na revista Época Negócios. Site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sitedoempreendedor.com.br/entrevistas.php?acao=exibir&amp;amp;id=100"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.sitedoempreendedor.com.br/entrevistas.php?acao=exibir&amp;amp;id=100&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;. Visita em 19/01/2008.&lt;br /&gt;SILVA, J. M. da. L.I.D.E.R. Idéias e Projetos. Perspectivas Empreendedoriais e Desenvolvimento de Negócios. Em fase de conclusão. 2008.&lt;br /&gt;GEM – Global Entrepreneuship Monitor. Site: http://www.gemconsortium.org/&lt;br /&gt;HOFSTEDE, Geert. Culture and Management Development. Genebra: UNDP/ILO Interregional Project. Co-operation among management development institutions, Discussion paper, 1983. Ver também o site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://geert-hofstede.international-business-center.com/mcsweeney.shtml"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://geert-hofstede.international-business-center.com/mcsweeney.shtml &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;GASCIA, Jorge. Entrevista. Revista Época Negócios,&lt;br /&gt;FILION, L J. O planejamento de seu sistema de aprendizagem empresarial: identifique uma visão e avalile o seu sistema de relações. Revista de Administração de Empresas, SãoPaulo, 31(3):63-71, Jul/Set 1991.&lt;br /&gt;JENNINGS, E. E. Liderança, nas Organizações e na História. São Paulo: Brasiliense, 1970.&lt;br /&gt;WHEATLEY, M. Liderança Espiritual. Executive Excellence. Rio de Janeiro: Qualitymark; visita Web em: 23/06/2007, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.qualitymark.com.br/excellence/excellence1.htm"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.qualitymark.com.br/excellence/excellence1.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;.&lt;br /&gt;Refere-se a Hannah ARENDT, filósofa e ao seu livro The Human Condition, editado em 1958 pela University of Chicago. Existe tradução para o português: A Condição Humana. São Paulo: Forense Universitária, s.d.&lt;br /&gt;JENNINGS, E. Op. Cit. páginas 2 a 7.&lt;br /&gt;GOLEMAN, D., BOYATZIS, R., e McKEE, A. O Poder da Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Campus, 2002.&lt;br /&gt;JENNINGS, E. Op. Cit. páginas 28 a 41.&lt;br /&gt;SELZNICK, P. A liderança na administração; uma interpretação sociológica. Rio de Janeiro: FGV, 1971.&lt;br /&gt;JENNINGS, E. Op. Cit. páginas 57 a 64.&lt;br /&gt;CHIBBER, M. L. Krishna e a Arte de Liderar. São Paulo: MADRAS, 2003.&lt;br /&gt;JENNINGS, E. Op. Cit. páginas: 106-126&lt;br /&gt;RENESCH, J. Liderança para uma nova era. São Paulo: Cultrix, 1999.&lt;br /&gt;WHEATLEY, M. Liderança e a Nova Ciência. São Paulo: Cultrix, 2002. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;CARAVANTES, G. R. &lt;em&gt;O&lt;/em&gt;  &lt;em&gt;Ser Total. &lt;/em&gt;Porto Alegre: AGE, 2002&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Blog colabora com o &lt;strong&gt;II ENLLIJ&lt;/strong&gt; (Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil da UESB), de 01 a 04/05/2008, Jequié - Bahia. Participe. Visite o site: &lt;a href="http://www.celeitura.com.br/enllij"&gt;www.celeitura.com.br/enllij&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-1894037732466110995?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/1894037732466110995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=1894037732466110995' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/1894037732466110995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/1894037732466110995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/04/temas-interessantes-e-importantes_26.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-4102064411751881496</id><published>2008-04-20T17:03:00.004-03:00</published><updated>2008-04-20T17:26:56.874-03:00</updated><title type='text'>DIÁLOGOS PARA O FUTURO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;“A Atualidade da Utopia”&lt;/strong&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;&lt;strong&gt;[i]&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todo ser humano e toda e toda sociedade humana produziram uma representação do mundo que lhe confere significação. A imaginação simbólica busca representar para si antes de mais nada o ausente, o imperceptível, o indescritível. Mais ou menos arbitrárias, estas representações simbólicas que calcam sua existência nas relações com o mundo vão participar da construção deste universo de significações inerentes ao ser humano. J.-F. CHANLAT (1996, p.30)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn2" name="_ednref2"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[ii]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Como indiquei na postagem anterior que inicia estes Diálogos, hoje vou conversar um pouco com dois filósofos que discutem um tema muito interessante para o futuro: A Utopia. Qual o conceito que temos sobre Utopia? A Utopia é o Presente ou será o Futuro? Questões como estas sempre afloram à nossa mente quando nos defrontamos com este tema. Seguem-se alguns trechos de um diálogo entre Chatelet e Lapouge que trata deste assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Gilles Lapouge&lt;/strong&gt;: &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por toda a parte se fala de utopia. Há, por um lado, uma forma extremamente séria de falar da utopia, em especial no plano dos editores: voltou a publicar-se Fourier, encontraram-se texto seus que não eram conhecidos; depois Cabet, Campanella, William Morris, entre outros. Deste ponto de vista, a utopia é considerada de maneira séria. (...) Uma sociedade utópica seria uma sociedade em que se conciliassem todos os desejos, uma sociedade do paraíso terrestre, etc. Quanto a mim, penso que esta acepção é totalmente falsa... É precisamente o contrário da utopia. (...) A utopia, como Platão e More a conceberam, é um sistema extraordinariamente rigoroso, duro, autoritário. Quando se pensa hoje em dia na utopia, concebe-se pelo contrário um laxismo absoluto, uma liberdade total, desejos constantemente satisfeitos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;François Chatelet&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na realidade, há dois elementos. Por um lado, na utopia existe uma vontade racionalista. Mas este projeto de racionalização baseia-se no desejo e no imaginário Os dois elementos se interpenetram. E há outro aspecto: o da inversão da idéia de utopia. Aquilo que surgia como instância libertadora, por exemplo, para Platão ou para Thomas More, surge atualmente, entre nossos utopistas modernos, como uma descrição do horroroso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;GL:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nos períodos clássicos, na Grécia ou no Ocidente moderno, a utopia era o sistema político e social ideal, aquele que era cobiçado e desejado. (...) Não foi a utopia que mudou mas sim a sociedade que a segrega ou a contempla; e se, em última análise, os grandes textos utópicos contemporâneos nos atemorizam, isso deve-se talvez muito simplesmente ao fato de o mundo contemporâneo se estar a tornar, sob certos aspectos, uma espécie de utopia, um mundo extremamente racionalizado, um mundo pouco humano. (...) Talvez a alteração total da palavra utopia provenha disto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;FC:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Essa idéia é determinante. Todavia, eu explico o interesse pela utopia devido a duas outras causas, que de resto talvez não sejam contraditórias com aquelas que acaba de apontar. Temos que recuar até Maio de 68. Havia uma fórmula maravilhosa nas paredes da Sorbone ou no Quartier Latin e felizmente, pouco depois, por toda a cidade de Paris: “Sob o pavimento, a praia”. Fórmula utópica formidável! Os paralelepípedos são a ordem; a evocação da natureza, do prazer e do sol é a utopia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;GL:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Esta frase de Maio de 68 “Sob o pavimento, a praia”, está a considerá-la relativamente à utopia, &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;a contrário&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;. Eu creio que a utopia é o pavimento e que a contra-utopia é a praia, enquanto você parece dizer o contrário. (...) Há um homem que compreendeu isto muito bem, foi Dostoievsky. Dostoievsky foi utopista e fazia parte duma pequena equipe de jovens revolucionários que liam, sobretudo, muito Fourier e também Cabet, assim como os utopistas franceses da época, Proudhon, etc.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;FC:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por mim faria outra proposta, para nos entendermos nesta discussão: distinguiria a utopia, como doutrina, do utopismo que é uma vontade de ultrapassar o passado, o presente e o futuro prometido pelo presente, em nome do imaginário.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;GL:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por mim diria utopismo, contra-utopismo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;FC:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No que se refere à segunda raiz do utopismo – ou do contra-utopismo – raiz que não é tão política como a primeira que apontei, ou seja, uma certa forma de decepção perante a racionalização da economia, pode dizer-se que a sua contrapartida intelectual é o fato de desejo e prazer terem voltado à cena.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;GL:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Se regressarmos aos utopistas, aos utopistas de estrita obediência, isto é, aqueles que são estudados em filosofia como utopistas (Platão, Hipoddamus de Mileto, Thomas More, Campanella, Francis Bacon, Cabet, etc.), veremos que falam do prazer e do desejo, mas duma forma que é o constrangimento do desejo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;FC:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A descrição da sexualidade na Callipolis platônica é efetivamente atroz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;GL:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Já definimos mais ou menos a palavra utopia e o seu estatuto. (...) Se estamos de acordo quanto a isto, seria agora interessante saber qual é a raiz da utopia, ou seja, por que motivo há homens que, um belo dia, apóiam a cabeça nas mãos e dizem: a sociedade tal como a conhecemos não é formidável e vamos construir outra coisa. Que motivação faz nascer o criador de utopia?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;FC:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Organizações utópicas podem ter uma ação determinante em certas condições históricas. Não se pode fazer um juízo de conjunto sobre a prática utópica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;GL:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Não se deve de forma nenhuma pensar que o espírito utópico é obrigatoriamente um espírito do passado... (...) A utopia seria antes a flutuação para além do tempo. (...) É neste sentido que se aplica a palavra &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;ucronia&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;, ucronia relativamente não apenas ao tempo real, mas também ao tempo em geral.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Deste longo debate alguma coisa importante ficou para que nós tenhamos muitos diálogos para o futuro, sobre como lidar com as novas utopias que nos esperam. A partir de hoje estarei escrevendo os &lt;strong&gt;Diálogos para o Futuro&lt;/strong&gt; em outro Blog e espero por vocês para visitar a nova página: &lt;a href="http://blogs.universia.com.br/dialogos"&gt;http://blogs.universia.com.br/dialogos&lt;/a&gt;. Voltarei a tratar neste Blog apens de temas relacionados com Administração, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Blog colabora com o &lt;strong&gt;II ENLLIJ&lt;/strong&gt; (Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil da UESB), de 01 a 04/05/2008, Jequié - Bahia. Participe. Visite o site: &lt;a href="http://www.celeitura.com.br/enllij"&gt;www.celeitura.com.br/enllij&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; CHATELET, F. e LAPOUGE, G. A Atualidade da Utopia. In, BARTHES, R. et al. &lt;em&gt;A Crise da Sociedade Contemporânea&lt;/em&gt;. Lisboa: Edições 70, 1974.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; CHANLAT, Jean-François (Coord.). &lt;em&gt;O Indivíduo na Organização. Dimensões Esquecidas&lt;/em&gt;. São Paulo: Atlas, 1996. V. I.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-4102064411751881496?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/4102064411751881496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=4102064411751881496' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4102064411751881496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4102064411751881496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/04/dilogos-para-o-futuro_20.html' title='DIÁLOGOS PARA O FUTURO'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-4168789075576310837</id><published>2008-04-13T07:12:00.005-03:00</published><updated>2008-04-13T07:29:23.465-03:00</updated><title type='text'>DIÁLOGOS PARA O FUTURO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Sobre “A Crise da Sociedade Contemporânea”&lt;/strong&gt; &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Se concentrarmos a atenção não no contraste entre a evolução e a revolução, mas no conteúdo das modificações em si, veremos que todos os Estados altamente industrializados estão hoje no curso de uma transformação. Sofrem todos o mesmo deslocamento de sua existência normal e o fato de que alguns evidenciam sintomas óbvios de crise e outros experimentam modificações semelhante em ritmo menos intenso sob o manto da paz social, deve-se simplesmente a uma distribuição irregular da pressão nos diferentes Estados, e à existência de maiores recursos intelectuais e materiais em certos países&lt;/em&gt;. (K. Mannheim, 1962)&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn2" name="_ednref2"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[ii]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final da década de 70 do século passado tive a oportunidade de ler um pequeno livro que tinha o título que é tema deste artigo, o qual era composto por diálogos entre filósofos e sociólogos franceses que se envolveram direta ou indiretamente com o movimento que ficou conhecido por “Maio de 68”. O livro tinha como prefaciador Roland Barthes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por se tratar de uma publicação com mais de trinta anos de existência é possível que não haja novas edições (e desconheço tais) do original traduzido e publicado em Portugal. Relendo alguns dos diálogos bem como o prefácio escrito por Barthes, além de recordar momentos que vivi a mais de trinta anos atrás, pude sentir a contemporaneidade das palavras de Barthes e de outros filósofos e sociólogos que participaram desses diálogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de tão interessante reencontro com idéias de ontem, associando-o aos fatos vividos hoje, aproveito este momento para passar aos estudantes, colegas, amigos e demais leitores que prestigiam este espaço, alguns trechos e comentários sobre “A Crise da Sociedade Contemporânea”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começo abro um diálogo para o futuro com Roland Barthes e tento extrair de suas brilhantes palavras algumas informações que, certamente, irão soar de modo estranho ao ouvido dos jovens que não o conhecem ou pouco o conhecem. Talvez este prefácio seja desconhecido de alguns estudantes e profissionais, os quais, até conheçam algumas obras deste pensador de O &lt;em&gt;Rumor da Língua&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; e poderão me ajudar a ampliar minhas idéias através deste espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no inicio do Prefácio ao se referir à relação entre o escritor, a palavra escrita e a publicação do texto Barthes é de uma maestria impressionante. Em determinado momento ele diz: &lt;em&gt;A nossa palavra, tal como uma múmia, é embalsamada para se tornar eterna. &lt;/em&gt;E logo se segue como que uma explicação ou justificativa de tão firme assertiva, como se o leitor o estivesse interrogando&lt;em&gt;: Porque é necessário que duremos um pouco mais do que a nossa voz; é necessário, através da escrita, inscrevermo-nos em qualquer parte. (BARTHES, 1974, p.11).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A palavra é o instrumento-chave de um diálogo e, como afirma Barthes,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a palavra é sempre tática; mas, ao passar a escrito, é a própria inocência desta tática – perceptível para quem sabe ouvir como outros sabem ler – que eliminamos; a inocência encontra-se sempre exposta; reescrevendo o que dissemos, protegemo-nos, vigiamo-nos, autocensuramo-nos, riscamos as nossas tolices, as nossas suficiências (ou as nossas insuficiências), flutuações, ignorâncias, complacências, por vezes mesmo as nossas falhas (...), enfim, toda a poalha do nosso imaginário, o jogo pessoal do nosso eu; a palavra é perigosa porque é imediata e não se reabsorve (a menos que seja suplementada por uma revisão explícita); (...) escrevendo o que dissemos, perdemos (ou ganhamos) tudo aquilo que separa a histeria da paranóia. (BARTHES, 1974, p.12).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E quando transcrita, a palavra muda evidentemente de destinatário e, portanto também de sujeito, pois não há sujeito sem o Outro. Ainda que o corpo esteja sempre presente (não há linguagem sem corpo), deixa de coincidir com a pessoa, ou melhor, ainda: com a personalidade. O imaginário do narrador troca de espaço: não se trata já de procura, de apelo, não se trata já de um jogo de contatos; trata-se de representar, de instalar um descontínuo articulado, ou seja, de fato, uma argumentação. (BARTHES, 1974, p.14).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Este Prefácio é tão interessante que poderia continuar lendo, interpretando e transcrevendo “sem censura” ao longo deste artigo. Contudo, estou apenas começando mais um texto, com o qual procuro construir uma espécie de &lt;strong&gt;Diálogo para o Futuro&lt;/strong&gt; com base, inicialmente, nos diálogos contidos neste livro e em outros que estou relendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo apreciaremos (eu e o leitor) um pouco da conversa entre Gilles Lapouge e François Chatelet e outros filósofos no interessante capítulo &lt;em&gt;A Atualidade da Utopia&lt;/em&gt;. E, como disse Barthes (1988, p.92), &lt;em&gt;A palavra é irreversível, tal é a sua fatalidade. Não se pode retomar o que foi dito, a não ser que se aumente: corrigir é, nesse caso, estranhamente acrescentar&lt;/em&gt;. Até a próxima semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Blog colabora com o &lt;strong&gt;II ENLLIJ&lt;/strong&gt; (Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil da UESB), de 01 a 04/05/2008, Jequié - Bahia. Participe. Visite o site: &lt;a href="http://www.celeitura.com.br/enllij"&gt;www.celeitura.com.br/enllij&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; BARTHES, Roland et al. &lt;em&gt;A Crise da Sociedade Contemporânea&lt;/em&gt;. Lisboa: Edições 70, 1974.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; MANNHEIM, Karl. &lt;em&gt;O Homem e a Sociedade&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: ZAHAR, 1962.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; BARTHES, Roland. &lt;em&gt;O Rumor da Língua&lt;/em&gt;. São Paulo: Brasiliense, 1988.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-4168789075576310837?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/4168789075576310837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=4168789075576310837' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4168789075576310837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/4168789075576310837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/04/dilogos-para-o-futuro.html' title='DIÁLOGOS PARA O FUTURO'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-5146018154856597063</id><published>2008-04-06T11:49:00.002-03:00</published><updated>2008-04-06T12:05:12.761-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Liderança (5)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O medo de cometer erro inibe a iniciativa. Assim sendo, a confiança mútua e a responsabilidade acompanhada da delegação de autoridade criam um ambiente em que a iniciativa floresce ao máximo&lt;/em&gt;. M. L. CHIBBER (2003, p.69)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentamos trechos sobre o Príncipe e o Herói. Por serem apenas citações coligidas do trabalho de Jennings e que têm por objetivo mostrar aos estudantes e relembrar aos estudiosos da Liderança um texto interessante e importante, o bom mesmo é o leitor ler este livro para ampliar seus conhecimentos uma vez que fragmentos de idéias e de livros representam apenas uma contribuição para a sabedoria. Vejam a seguir alguns trechos do Super-Homem, o último dos tipos estudados e discutidos por Jennings (1970)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;, encerrando este capítulo temático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Super-Homem&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uma coisa é possuir um grande sentido do objetivo e outra é ser capaz de reunir poder suficiente para atingir o objetivo almejado. Se muitos homens malograram em suas tentativas de liderança não foi porque não possuíam idéias inteligentes, mas porque não possuíam a força de vontade suficiente para manifestar a necessária energia e determinação, e para fazer os sacrifícios necessários. (...) As pessoas hoje em dia são excessivamente executivas; vivem como se devessem apenas realizar as expectativas dos outros. Não existe originalidade, nem tampouco a tendência para a autodeterminação. Ninguém escolhe a “individualidade” própria. A enfermidade de nossa época é este sentido perdido de direção própria.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Esta avaliação feita na década de 60 do século passado por Jennings parece preditiva. Passados mais de quarenta anos o quadro do posicionamento humano nas organizações e na vida social, econômica, política não evoluiu muito para além desta dependência que compromete o desempenho das pessoas, a liberdade, a criatividade e a inovação sob os auspícios de uma liderança primária e emocional proativa. E isto torna Nietzsche tão atual quanto tantos outros pensadores dos séculos 19 e 20 que ainda não foram bem interpretados e compreendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A essência da liderança é a capacidade de ser e agir de maneira diferente, não por fraqueza, conforme observamos na atual preocupação com a ambição do poder, mas em virtude da força que decorre de um sentido do dever e de responsabilidade para consigo mesmo. O indivíduo que é um ponto de contato com o futuro e que cria novos valores ou objetivos é dominado homem superior, se bem que poderíamos perfeitamente chama-lo homem livre. Nietzsche empregou o termo super-homem, uma designação poética para os grandes indivíduos que se realizaram ao seu limite máximo, sendo “pessoas” nos sentido completo da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À sua maneira particular, Nietzsche acreditava na liberdade, originalidade, novidade da vida, inventividade. Mesmo hoje em dia ele incita os homens a viverem como se nada estivesse atém da possibilidade, para serem os senhores e não os escravos da organização. (...) Para ele a verdadeira vida é algo independente dos efeitos e das circunstâncias sociais. O grande homem é aquele que se governa a si mesmo, um legislador, um criador de valores. (...) Segundo Nietzsche, a vida não é uma luta pela existência, mas uma luta pelo poder; não vontade de viver, mas vontade de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No super-homem a vontade de poder se manifesta pela sua liberdade. A liberdade é o fim a que aspiram todos os homens, mas poucos a alcançam. Liberdade é a capacidade de o indivíduo ser ele próprio. Assim é que podemos dizer que o super-homem representa em forma ideal um indivíduo dirigido por si mesmo. (...) Convém observar ainda que o super-homem de Nietzsche não possui o valor instrumental do herói de Carlyle. Possui valor em si porque encarna este fim, a liberdade, que todos os homens desejam possuir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, o espírito do homem superior como nós o concebemos aguça nossa consciência sobre a possibilidade de que os sentimentos de impotência são provocados pelo próprio indivíduo. A escala ilimitada da sociedade e da organização não foi enfrentada por uma fé igual no potencial evolutivo do indivíduo. É como se a sociedade e as organizações devessem crescer infinitamente e os homens devessem permanecer os mesmos. Nada é mais destrutivo do que este pessimismo relativo à falta de capacidade potencial do indivíduo para abranger e superar a essência de nossas imensas sociedades e organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conclusão, nosso homem superior nos incentiva a não perdermos a fé na grandeza potencial do indivíduo, e não confiarmos nos grandes sistemas em vez de confiar nos grandes homens. Ele nos roga que afirmemos que o crescimento do indivíduo agressivo e dinâmico, e a sua transformação em grande homem, é tudo o que de mais necessário e de mais vital para as organizações e a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Tivemos assim em breves linhas um resumo de citações do livro de Jennings. Outros autores tratam de forma brilhante do tema Liderança e entre eles cito Margareth Wheatley já citada nestes artigos. Sugiro, ainda, como base para reforçar uma leitura sobre Liderança, o volume organizado por John Renesch (RENESCH, 1999)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerro este capítulo sobre Temas interessantes... e importantes, com as palavras de Wheatley e Renesch:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os novos líderes serão pessoas de visão capazes de inspirar os outros a fazer parte dessa visão. Não vão se basear na retórica ou na manipulação para recrutar outras pessoas para juntar-se a eles; vão atraí-las como um imã.Esses novos líderes não vão acompanhar tendências nem seguir moda: vão, isto sim, abrir novos caminhos, construindo o futuro em colaboração com homens e mulheres que pensam da mesma forma&lt;/em&gt;. (RENESCH, 1999, P.15-16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Hoje, precisamos imaginar a nós mesmos como faróis de informação, fundamentados na integridade daquilo que dizemos, enviando mensagens congruentes a todos os lugares. Precisamos da presença de todos, afirmando, esclarecendo, refletindo, criando modelos, preenchendo todo o espaço com as mensagens que julgamos importantes. Se assim o fizermos, um potente campo vai se desenvolver – e, com ele, uma prodigiosa capacidade de organizar-se de forma coerente e capaz&lt;/em&gt;. (WHEATLEY, 2002, p.79)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_edn4" name="_ednref4"&gt;[iv]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que o material disponibilizado neste tema que agora se encerra tenha contribuído para melhorar a capacidade de aprendizagem e reflexão dos leitores. Para mim foi muito interessante e importante mesmo porque pude reaver idéias e conhecimentos que, para algumas pessoas, pareciam perdidos no tempo moderno, mas que considero ainda úteis para podermos reassumir nossa posição de desenvolvedores de sistemas humanos e restauradores da ordem ambiental para o planeta. A bibliografia sobre este três temas é grande e estou à disposição do leitor para aceitar outras indicações ou para fornecer literatura além das aqui citadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Blog colabora com o &lt;strong&gt;II ENLLIJ&lt;/strong&gt; (Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil da UESB), de 01 a 04/05/2008, Jequié - Bahia. Participe. Visite o site: &lt;a href="http://www.celeitura.com.br/enllij"&gt;www.celeitura.com.br/enllij&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; CHIBBER, M. L. &lt;em&gt;Krishna e a Arte de Liderar&lt;/em&gt;. São Paulo: MADRAS, 2003.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; JENNINGS, E. Op. Cit. páginas: 106-126&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; RENESCH, J. &lt;em&gt;Liderança para uma nova era&lt;/em&gt;. São Paulo: Cultrix, 1999.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_ednref4" name="_edn4"&gt;[iv]&lt;/a&gt; WHEATLEY, M. &lt;em&gt;Liderança e a Nova Ciência&lt;/em&gt;. São Paulo: Cultrix, 2002.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-5146018154856597063?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/5146018154856597063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=5146018154856597063' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/5146018154856597063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/5146018154856597063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/04/temas-interessantes-e-importantes.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-6442161586100650905</id><published>2008-03-29T12:31:00.003-03:00</published><updated>2008-03-29T12:38:26.029-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Liderança (4)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A idéia de liderança não é familiar, comum ou facilmente captada pelo senso comum ou pelas ciências sociais. É um fenômeno que ilude a ambos. Os feitos dos líderes dificilmente se evidenciam por si. E é por isso que grande parte dos fracassos da liderança resulta da falta de compreensão do seu significado e atribuições&lt;/em&gt;. Philip Selznick (1971)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vimos na parte anterior alguns parágrafos que falavam do perfil do Príncipe Jennings descreve nesse capítulo alguns tipos de Príncipe em suas posições de mando, de poder e utilizando-se do trabalho de Maquiavel ele mostra alguns tipos Leão e alguns Raposa e suas atuações nas organizações, na política e na sociedade. Vou compilar, agora, algumas passagens do capítulo sobre o Herói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Herói&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Começo com o primeiro parágrafo do capítulo que diz: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Para vencer a alienação da organização maciça é muitas vezes necessário o poder social, isto é, o poder sobre os outros. (...) A transformação constante que reflete a passagem de um grande líder é o resultado de uma visão rara e penetrante&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Para dirigir uma organização à maneira de um herói, é necessário promover uma idéia que, quando executada, provocará uma transformação substancial. Contudo, esta promoção pode levar a marca do príncipe. O líder do tipo heróico pode assumir eventualmente um disfarce maquiavélico, mas veremos que este tipo de líder é bastante diferente do príncipe que ostenta uma auréola de herói.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Thomas Carlyle acreditava que a história era determinada pelas obras dos grandes homens a quem denominava heróis. O termo herói representava especificamente a vasta extensão dos atos do líder e as condições quase invencíveis contra as quais lutava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlyle escreveu que entre a massa indistinta, semelhante a formigas, existem homens esclarecidos e guias, mortais superiores em poder, coragem e compreensão. A história da humanidade é a biografia desses grandes homens.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;As massas semelhantes a formigas a que ele se refere não possuem capacidade para determinar a direção e o caráter delas, mas possuem uma qualidade que dá à teoria do herói, um certo grau de praticabilidade. Elas são capazes de “sentir” a diferença entre o herói e o demagogo. O dever do homem comum é descobrir o herói e colocá-lo no leme da organização. Nesse sentido as massas também poderiam ser consideradas heróicas. Esse ato de obediência é denominado culto do herói.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Jennings fala neste capítulo do &lt;em&gt;Herói Cavaleiro&lt;/em&gt;, do &lt;em&gt;Intuitivista&lt;/em&gt;, do &lt;em&gt;Herói Democrático&lt;/em&gt; e apresenta uma síntese da situação do &lt;em&gt;Herói Hoje&lt;/em&gt;. Com relação ao Intuitivista assim se refere Jennings:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O líder do tipo heróico possuía uma espécie de consciência mística de uma vida superior que existia além da mera aparência. Possuía uma “visão especial” que era a capacidade de “enxergar” a realidade atual e prever os acontecimentos futuros. Esta intuição é extremamente rara na procura da verdade. (...) O herói procura um sentimento e uma espécie de inteligência analisadora que não é encoberta por fórmulas e que não existe escrita em gráficos e programas. O poder do herói está na sua fantástica visão intuitiva&lt;/em&gt;. (JENNINGS, 1970)&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn2" name="_ednref2"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Continuarei com a leitura deste livro de Eugene Jennings sobre liderança para proporcionar aos leitures algumas reflexões interessantes e importantes para o desempenho de suas atividades (sociais, negociais, empreendedoriais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Blog colabora com o &lt;strong&gt;II ENLLIJ&lt;/strong&gt; (Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil da UESB), de 01 a 04/05/2008, Jequié - Bahia. Participe. Visite o site: &lt;a href="http://www.celeitura.com.br/enllij"&gt;www.celeitura.com.br/enllij&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; SELZNICK, P. &lt;em&gt;A liderança na administração; uma interpretação sociológica&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: FGV, 1971.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref2" name="_edn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; JENNINGS, E. Op. Cit. páginas 57 a 64.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-6442161586100650905?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/6442161586100650905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=6442161586100650905' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6442161586100650905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6442161586100650905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/03/temas-interessantes-e-importantes_29.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-7510287186756888046</id><published>2008-03-22T19:29:00.000-03:00</published><updated>2008-03-22T19:32:42.662-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Liderança (3)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Muito simplesmente, em qualquer agrupamento humano, o líder possui o poder máximo de controlar as emoções de todos. Se estas forem impelidas para o lado do entusiasmo, o desempenho pode disparar; se as pessoas forem incitadas ao rancor e à ansiedade, perderão o rumo – o que indica outro aspecto importante da liderança primal: seus efeitos vão muito além de fazer com que determinado trabalho seja bem feito&lt;/em&gt;. Goleman, Boyatzis e McKee (2002)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou continuar apresentando citações de Jennings para conhecermos um pouco o conteúdo de sua tipologia. A tipologia de Jennings representa um dos melhores estudos que relaciona liderança e poder, relação esta que está presente na política, nos negócios, nas relações sociais e nas organizações em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O príncipe moderno não difere muito daquele estudado e caracterizado por Maquiavel, mesmo com as grandes mudanças que vêm ocorrendo nas sociedades e nas organizações e com as aberturas e flexibilidades de poder, autoridade e responsabilidade no que vem sendo nomeado como Empowerment, ainda assim é importante para os profissionais em geral conhecer esta tipologia, pois estes líderes continuam existindo dentro das empresas, em especial as médias e grandes e nas organizações muito burocratizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; Príncipe&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Existe uma noção bastante generalizada de que todas as relações sociais são por definição relações de poder, e por isso o progresso e o desenvolvimento sociais são determinados por mudanças nas relações de poder dos grupos e dos indivíduos. (...) Acredita-se assim que todos os homens e todas as unidades sociais procuram aumentar ou pelo menos expandir, o poder que possuem em relação uns aos outros. Seja como for, nenhum indivíduo foge ao impulso em direção ao poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa preocupação geral com os diferentes graus de poder nos leva à análise do príncipe. (...) Uma organização não caminha necessariamente na direção favorável ao indivíduo que ambiciona o poder. Ele deverá agir e manobrar a situação tanto para transformar a direção e o caráter da organização quanto para fortalecer e salientar sua posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o executivo que pertence ao tipo príncipe considere o poder uma virtude, a ênfase no poder não é necessariamente atribuída mediante a crença que o fator de diferenciação entre todos os homens seja o traço do poder. (...) O príncipe típico considera a passividade em face do poder como o traço característico da maioria das pessoas. Na maior parte dos casos as pessoas desejam o máximo de segurança e a oportunidade para viverem sua vida e dirigirem seus pequenos negócios, e somente quando motivadas por uma extrema provocação por parte dos líderes é que se interessam pelo poder. Contudo, para certos homens a paixão do poder é uma força irresistível que desconhece qualquer compromisso, a não ser a própria lei do poder, e esses homens são dirigidos pela necessidade de exercer o poder sobre os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) O príncipe é uma figura secundária em nossa anatomia da liderança na medida em que é melhor caracterizado como um “ambicioso” do poder e não como um grande “agitador” ou “incentivador”. Por essa razão, o príncipe de qualquer época é um indivíduo motivado para influenciar os outros, primeiro em benefício próprio e somente depois em vista das causas em que se identifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada confere maior estima ao príncipe do que os grandes feitos como prova de sua bravura. A execução de feitos monumentais mantém a opinião dos súditos incerta e perplexa, e ocupada em observar os resultados. (...) Em outras palavras, é aconselhável ao príncipe dar “algum exemplo monumental de sua grandeza”, sobretudo no que se refere à organização e administração interna.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_edn2" name="_ednref2"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se observa por estas citações, Jennings procurou manter a linha de sua análise dentro o perfil que Maquiavel desenhou para o seu príncipe. Ele tenta trazer ao longo do capítulo, a discussão para dentro da empresa e das organizações, identificando as ações de muitos executivos com as características desenhadas por Maquiavel para o príncipe. Veremos na próxima parte um pouco do Herói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Blog colabora com o &lt;strong&gt;II ENLLIJ&lt;/strong&gt; (Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil da UESB), de 01 a 04/05/2008, Jequié - Bahia. Participe. Visite o site: &lt;a href="http://www.celeitura.com.br/enllij"&gt;www.celeitura.com.br/enllij&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; GOLEMAN, D., BOYATZIS, R., e McKEE, A. &lt;em&gt;O Poder da Inteligência Emocional&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: Campus, 2002.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1#_ednref2" name="_edn2"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; JENNINGS, E. Op. Cit. páginas 28 a 41.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-7510287186756888046?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/7510287186756888046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=7510287186756888046' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7510287186756888046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/7510287186756888046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/03/temas-interessantes-e-importantes_22.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-2168766771378733677</id><published>2008-03-15T06:44:00.004-03:00</published><updated>2008-03-15T07:15:23.745-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Liderança (2)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uma liderança baseada no comando e no controle está destinada ao fracasso. Ninguém é capaz de criar estabilidade suficiente para que as pessoas se sintam seguras. Ao contrário: o líder precisa ajudar as pessoas a se relacionarem com o caos e a incerteza. Mestres espirituais fazem isso. Os tempos nos levaram a um limiar espiritual. Se quisermos ser líderes bem-sucedidos nos tempos atuais, precisamos entrar no terreno das tradições espirituais&lt;/em&gt;. Margaret J. Wheatley (Liderança Espiritual).&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A tipologia para liderança estudada por Jennings toma por base três tipos de líderes ou personagens históricos, como sejam: o príncipe, o herói, e o super-homem, os quais foram os inspiradores dos trabalhos de Maquiavel, Carlyle e Nietzsche em marcantes obras que são clássicas para a política, a sociologia e a filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considero também o trabalho de Jennings como um clássico do Management e da Administração, por isso, e por ser um livro que já não se conseguirá adquirir com facilidade nas livrarias ou sebos, vou compilar aqui alguns trechos para o leitor que não teve acesso a essa obra e, até mesmo para aqueles que já leram esta obra, possam fazer algumas reflexões subsidiárias para a sua aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;O Grande Homem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Nosso conceito moderno da liderança dificilmente se mantém por muito tempo. Acabamos, invariavelmente, sendo vítimas de um sem-número de dúvidas. Por exemplo: em que consiste a liderança; a liderança diz &lt;span style="font-family:arial;"&gt;respeito&lt;/span&gt; a personalidade ou ao destino; no consistem as transformações sociais e o progresso? Se recorrermos aos estudos empíricos, a liderança não passa de um termo vago aplicado indiscriminadamente a uma grande variedade de atividades, tais como supervisor de recreio, presidente de uma sociedade ou de um clube, dirigente de uma empresa, ou líder político.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Caso admitamos, porém que os significados das palavras possuem uma história, verificaremos então que o termo liderança parece representar um conjunto de idéias que não pode ser empiricamente descrito nem facilmente estudado do ponto de vista funcional. Veremos então que a liderança é representada principalmente por uma atitude emocional, e até mesmo inconsciente, mais do que por uma atitude intelectual ou racional. Essa pode ser uma das razões porque a tentativa de analisar a liderança cientificamente não forneceu até agora uma doutrina de aceitação generalizada, tanto no que diz respeito ao significado do termo quanto à sua função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A precursora de nossa doutrina atual da liderança é a teoria do grande homem. O termo liderança, por sua vez, é conhecido desde a antiguidade greco-latina e deriva do verbo agir. Arendt &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn2" name="_ednref2"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; sugere que os dois verbos gregos archein (começar, dirigir e por último governar) e prattein (atravessar, terminar, realizar) correspondem aos dois verbos latinos agere (por em movimento, conduzir) e gerere (cujo significado original era levar). Acreditava-se então que todas as ações eram divididas em duas partes, o início, feito por uma única pessoa, e o fim, realizado por outros que “levavam” e “terminavam” a obra. (...) Assim, o ato de iniciar ou principiar isola o indivíduo dos demais antes mesmo que encontre outros que se juntem a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrariamente ao que acreditam muitos cientistas sociais, a liderança na antiguidade greco-latina não significava necessariamente a dependência dos adeptos aos chefes. Havia um grau de interdependência entre uns e outros, de forma semelhante à que ocorre hoje em dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo: Os líderes existem para que haja uma melhor organização, uma melhor adaptação, ou indivíduos mais excelentes. Eles são considerados essenciais na medida em que formulam teorias, princípios políticos e ideais que dão direção e caráter a uma época, sendo que a presença e a personalidade deles ajudam a definir a natureza da sociedade. A qualidade da contribuição deles é de tal ordem que transforma substancialmente a história" (JENNINGS, 1970, p.2-7)&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn3" name="_ednref3"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É interessante esta compilação porque através dela podemos perceber e refletir sobre os caminhos que levam à conceituação (histórica e atual) da liderança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Blog colabora com o &lt;strong&gt;II ENLLIJ&lt;/strong&gt; (Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil da UESB), de 01 a 04/05/2008, Jequié - Bahia. Participe. Visite o site: &lt;a href="http://www.celeitura.com.br/enllij"&gt;www.celeitura.com.br/enllij&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; WHEATLEY, M. Liderança Espiritual. Executive Excellence. Rio de Janeiro: Qualitymark; visita Web em: 23/06/2007, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.qualitymark.com.br/excellence/excellence1.htm"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;http://www.qualitymark.com.br/excellence/excellence1.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref2" name="_edn2"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; Refere-se a Hannah ARENDT, filósofa e ao seu livro The Human Condition, editado em 1958 pela University of Chicago. Existe tradução para o português: São Paulo: Forense Universitária, s.d.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref3" name="_edn3"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; JENNINGS, E. Op. Cit. páginas 2 a 7.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-2168766771378733677?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/2168766771378733677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=2168766771378733677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2168766771378733677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/2168766771378733677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/03/temas-interessantes-e-importantes.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-8354063842498888387</id><published>2008-03-09T19:00:00.002-03:00</published><updated>2008-03-09T19:08:33.607-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Liderança (1)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;As grandes transformações na história de uma organização ou de uma sociedade decorrem geralmente dos esforços inovadores de alguns poucos indivíduos superiores. Por vezes, esses grandes homens são motivados por um profundo desejo de dominar os outros e pela necessidade de manter a qualquer custo este domínio. Outras vezes são possuídos por um sentido de missão a que dedicam inteiramente suas personalidades. Em outros casos ainda, são indivíduos que possuem reservas ilimitadas de energia e uma força de vontade férrea, o que lhes possibilita resistir aos valores e normas que a sociedade habitualmente instila nos indivíduos mais fracos&lt;/em&gt;. Eugene Emerson JENNINGS (1970, p. 1).&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos discutir o último dos três temas escolhidos para esta série? Então caminhemos na direção da Liderança e começo com uma epigrafe colhida de um livro que me ajudou a enfrentar os ambientes industriais dos anos 70, bem como a compreender melhor o processo diretivo que emanava das culturas organizacionais que tive a oportunidade de conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liderança. Segundo Jennings a sociedade humana não possui líderes, e a despeito disto é uma sociedade com uma organização bastante significativa. Estas duas característica: não possuir líderes e ser bem organizada, dos quais Jennings parte para discutir a liderança, representam dois momentos importantes para a conceituação ou mesmo discussão de um conceito de liderança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tema possui um volume significativo de textos (livros, artigos, teses, dissertações e monografias) publicados e, certamente, eu não vou esgotar o assunto e nem tenho a pretensão de criar novas estruturas conceituais para substituir algumas que já são clássicas e, passados mais de trinta anos do trabalho de Jennings e outros autores, já podem não atender às necessidades atuais derivadas das transformações e mudanças políticas, econômicas, sociais, antropológicas, psicológicas por que tem passado as organizações e comunidades neste espaço planetário globalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou apenas aproveitar esta oportunidade para elaborar laços que possam promover concatenações conceituais e contribuam para esclarecer ou agregar conhecimentos para os leitores. Isto porque gosto deste tema, em especial pelo fato de ser a liderança uma das características marcantes dos empreendedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sentido atual o estudo da liderança tem tomado como subsídio trabalhos e pesquisas relacionadas com inteligência emocional, inteligência espiritual, inteligência racional e inteligência material (física). Atualmente para se discutir ou escrever sobre liderança torna-se necessário um base transdisciplinar porque já não tem sentido mais os conhecimentos fragmentados que marcaram as modernidades culturais e científicas até o século passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, com a idéia e a visão do Homem Integral podemos avançar os conhecimentos de liderança e perceber, por exemplo, que quando Jennings diz “Nossa sociedade não possui líderes...” ele provoca a competência emocional das pessoas no que se refere a aceitar ou identificar as suas capacidades de atuação como super-homens, como heróis e como príncipes (as tipologias que ele discute em seu livro) em suas organizações e sociedades. Assim, começamos esta discussão para o tema liderança e viajaremos por trabalhos como o Jennings e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; JENNINGS, E. E. &lt;em&gt;Liderança, nas Organizações e na História&lt;/em&gt;. São Paulo: Brasiliense, 1970.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-8354063842498888387?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/8354063842498888387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=8354063842498888387' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/8354063842498888387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/8354063842498888387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/03/liderana-1-as-grandes-transformaes-na.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-1850470722189286636</id><published>2008-03-01T06:56:00.000-03:00</published><updated>2008-03-01T07:02:15.451-03:00</updated><title type='text'>Intervalo para Meditação e Reflexão</title><content type='html'>&lt;strong&gt;LEITURA CONTEMPLATIVA (3)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes negligenciamos alguns temas que, de certa forma, seriam capazes de nos ajudar a dar um salto para frente. Contudo, existem uns poucos indivíduos perspicazes que, mesmo sem terem os conhecimentos acadêmicos ou técnicos que temos, são capazes de utilizar de forma produtiva e criativa ações e atividades que, para muitos, não são percebidas ou mesmo sentidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transcrevo aqui alguns trechos que coletei de textos que li e que considero importantes para fazermos algumas reflexões criadoras. As citações tratam de disciplina, energia, liderança, criatividade, geração de negócios e foram extraídos de Harmon e Jacobs (1992)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os fundadores de companhias bem-sucedidas raramente são pessoas de talentos excepcionais. Mas são quase sempre pessoas que trabalham muito duro e conseguem inspirar outras pessoas a trabalharem duro também. Eles possuem uma visão muito aguçada, são altamente &lt;/em&gt;disciplinados&lt;em&gt; e dirigem todas as suas &lt;/em&gt;energias&lt;em&gt; para dar vida a algo maior do que eles mesmos&lt;/em&gt;. (HARMON e JACOBS, 1992, p.39. Grifos acrescentados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais, &lt;em&gt;Criatividade, realização e sucesso duradouro estão associados a altos níveis de energia. Indivíduos e empresas bem-sucedidos são capazes, de algum modo, de liberar, mobilizar, aproveitar e controlar essas energias através da força de vontade e autodisciplina, e canaliza-las para um trabalho produtivo e cuidadosamente executado&lt;/em&gt;. (HARMON e JACOBS, 1992, p.39).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;em&gt;cases &lt;/em&gt;que são utilizados por Harmon e Jacobs para ilustrar o livro são exemplos de como pessoas com firmeza e energia conseguem ter sucesso sem ser, aparentemente, pessoas de destaque ou que apresentam grandes talentos, até mesmo para negócios, mas se destacam pela criatividade intensa que transborda de suas ações e da qualidade de energia para colocá-las em atividade. A título de meditação e reflexão, compilo aqui um texto no qual estes autores apresentam suas idéias sobre personalidade corporativa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Personalidades individuais e corporativas são constituídas quase da mesma maneira. Ambas são forças vivas caracterizadas por energia e direção. Os rumos do indivíduo são determinados pelos valores dominantes, motivos e objetivos que constituem o centro da personalidade que os psicólogos chamam de ego ou psique. Toda corporação também tem o seu centro psíquico, que consiste de crenças, valores, missão, atitudes e objetivos que determinam seus rumos a longo prazo e objetivos a curto prazo. (...) Seus sistemas, como os traços de temperamento no indivíduo, são os canais através dos quais as energias fluem, e os meios habituais pelos quais a organização reage a situações adversas. Suas potencialidades são os meios através dos quais ela aperfeiçoa as energias em ações bem calculadas e precisas. Todos estes elementos juntos – crenças, valores, missão, atitudes, objetivos, estrutura, autoridade, sistemas e habilidades – são componentes da personalidade corporativa, que também possui um corpo físico constituído de instalações, maquinário e outros recursos à sua disposição&lt;/em&gt;. (Op. Cit. p.46).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuarei com &lt;em&gt;Temas Interessantes... e importantes&lt;/em&gt; concluindo com o tema &lt;strong&gt;Liderança&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este Blog colabora com o &lt;strong&gt;II ENLLIJ&lt;/strong&gt; (Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-Juvenil da UESB), de 01 a 04/05/2008, Jequié - Bahia. Participe. Visite o site: &lt;a href="http://www.celeitura.com.br/enllij"&gt;www.celeitura.com.br/enllij&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; HARMON, F. G. e JACOBS G. A Diferença Vital. São Paulo: Maltese, 1992.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-1850470722189286636?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/1850470722189286636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=1850470722189286636' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/1850470722189286636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/1850470722189286636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/03/intervalo-para-meditao-e-reflexo.html' title='Intervalo para Meditação e Reflexão'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-1376646557260057271</id><published>2008-02-23T08:06:00.004-03:00</published><updated>2008-02-23T08:48:16.494-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Empreendedorismo (7)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estava consultando minhas anotações e achei uma página que elaborei para servir de prefácio ao projeto da 10ª Semana do Administrador dos estudantes da UESB. Este texto foi um dos que contribuíram para meu interesse em publicar o método que desenvolvi para o curso de CG-CON e que resultou no livro &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Seja Empreendedor... Além de Ser Empresário&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo um texto de 2004, pensei que seria bom compartilha-lo com os leitores e retirei as partes mais específicas do projeto e deixei apenas aqueles parágrafos essenciais e que contribuíram para me entusiasmar no sentido de publicar um livro diferente daqueles que estou acostumado a ler e a usar em meus trabalhos acadêmicos. Leiam, então, o pequeno texto e façam suas avaliações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A maioria das pessoas nunca tem tempo para o futuro. Só tem tempo para o passado. Porém, as oportunidades nunca estão no passado elas estão sempre no futuro. Aqui reside uma das várias diferenças entre o empreendedor e o empresário. Isto fica demonstrado através do prisma de visão de mundo que difere entre os indivíduos. Isto também se reflete na vontade de realização das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Cada um tem ou demonstra ter um conjunto próprio de ferramentas que lhe projeta no futuro ou no passado ou em ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que se realizam (ou tentam se realizar) a partir, unicamente, de visões do passado estão aplicando e consumindo suas energias em atividades que lhes irão satisfazer apenas algumas necessidades, enquanto aqueles que projetam suas energias e visões no futuro buscam sua satisfação a partir da identificação de oportunidades hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas diferenças interessantes entre o enfoque empresarial e o enfoque empreendedorial. Eles não são divergentes e não devem ser tratados de forma separada segundo um direcionamento polarizador e excludente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos referimos a esses dois enfoques não o fazemos como se fossem caminhos isolados, separados. Eles são complementares, embora consideremos, como forma interpretativa e dimensional, uma maior amplitude do &lt;strong&gt;empreendedorismo&lt;/strong&gt; em relação ao &lt;strong&gt;empresarialismo&lt;/strong&gt;, sobretudo no que concerne à dimensão temporal (ao uso da variável Tempo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aqui reside um dos pontos interessantes que identifica os indivíduos. O Tempo. O empresário é um solucionador de problemas enquanto o empreendedor é um explorador de oportunidades. Quando uma pessoa desenvolve estas duas ações torna-se mais efetivo para gerar negócios duradouros. Existem muitos exemplos no Brasil, embora a maioria dos brasileiros gaste suas energias tentando resolver problemas e dediquem pouco tempo para explorar oportunidades. Chamo esta relação de Criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empreendedor está sempre com o seu prisma de visão de mundo voltado para a eficácia de longo prazo e o empresário está voltado para a eficiência de curto prazo. No caso do empresarialismo as questões empresariais são tratadas pelo empresário, basicamente, através de dois ramos de discussão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) nas atividades internas o foco se fixa nos resultados do curto prazo (capital de giro, fluxo de caixa, estoques, qualidade interna de produtos, prazo, contas a receber e a pagar, etc.) e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) nas atividades externas o foco se volta para vendas e negociações (a concorrência, os espaços mercadológicos, a introdução de novos produtos, as relações com os bancos, etc.) tudo isto, como dissemos, considerando um tempo curto e controlável, bem como o baixo risco que se pode incorrer nas transações mercantis e produtivas. O empreendedor vai além destes dois focos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, o Empresário conservador de hoje é o mesmo Empreendedor criativo, inovador, transformador de ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos, porém, são muito importantes para a realização do desenvolvimento e o que precisamos, atualmente, é que os empresários, que um dia foram empreendedores, voltem a ser criativos e inovadores dentro de suas empresas, a fim poder contribuir para um processo de desenvolvimento local e regional duradouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este texto concluímos, em sentido provisório, o tema importante Empreendedorismo e a partir das próximas postagens iremos trabalhar com o tema interessante Liderança. Também vamos continuar com os intervalos para meditação e reflexão, os quais nos ajudam a pensar mais nestes &lt;strong&gt;Temas interessantes e... importantes&lt;/strong&gt; com que estamos trabalhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-1376646557260057271?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/1376646557260057271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=1376646557260057271' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/1376646557260057271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/1376646557260057271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/02/temas-interessantes-e-importantes_23.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-6714295780488606987</id><published>2008-02-17T17:49:00.001-03:00</published><updated>2008-02-17T17:52:03.688-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Empreendedorismo (6)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A energia despendida na criação e na manutenção de relacionamentos é compensadora, porque um empreendedor que esteja bem situado num sistema de relações beneficiar-se-á de um fluxo constante de informações, que lhe permitirá reajustamentos continuados. Também, quanto mais tempo e energia ele despender no desenvolvimento de sua visão, tanto mais benefício receberá, porque as diretrizes que ele desenvolver vão gerar motivações e energia naqueles que o cercam.&lt;/em&gt; Louis Jacques FILION (1991)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma questão que vem à tona quando estamos falando sobre empreendedorismo, a qual já tratei aqui em outros artigos, refere-se à aprendizagem e como tornar-se empreendedor. Sempre que estou tratando deste tema seja em artigos, seja em sala de aula ou palestras ocorre a algum estudante, ouvinte ou debatedor perguntar se podemos aprender a ser empreendedor; em outras palavras, se é possível ensinar o Empreendedorismo nas escolas. Também discuto este assunto no livro &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Seja Empreendedor... Além de Ser Empresário&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu modo de pensar qualquer tema, assunto, técnica, conteúdo científico, filosófico, etc. é possível de ser ensinado e aprendido. Nós vivemos em função do que aprendemos, seja freqüentando escolas ou não porque o próprio viver em grupo, em coletividades, em comunidades, já abre espaço para a aprendizagem. Como fala o Prof. Filion, empreendedorismo é energia e tempo e quando usamos isto na sala de aula estamos realmente procurando aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas sobre a formação humana indicam que o homem não nasce sabendo pensar e isto é como que uma arte que o indivíduo vai aprendendo enquanto vive. Desde o momento em que nascemos estamos aprendendo a pensar e o primeiro método pedagógico que utilizamos é o da imitação. Aliás, este método é um dos mais utilizados, sobretudo quando não temos acesso à educação formal, como acontece com grande parte da população.  O órgão mais usado no processo de aprendizagem por imitação é o ouvido o outro é o olho. Já falei sobre a imitação e mostrei como aprendemos a ser empreendedor imitando outros empreendedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta discussão me trás à lembrança o antigo Liceu de Artes e Ofício da Bahia que existia em Salvador quando migrei para lá. Naquela instituição as crianças aprendiam com mestres e especialistas em cada área de seu interesse: mecânica, carpintaria, sapataria, alfaiataria, etc. Essa aprendizagem utilizava, portanto, o método da imitação. A criança aprendia porque o mestre fazia e ela observava, escutava e repetia os seus movimentos, os seus estilos, as suas linguagens. Mesmo aprendendo uma profissão eles estavam se envolvendo com a aprendizagem do empreendedorismo tanto para se tornarem donos de suas próprias oficinas, como para trabalharem em oficinas de outros profissionais mais antigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, como estamos em um país que (ainda) não possui uma &lt;strong&gt;visão positiva do futuro&lt;/strong&gt;, instituições como o Liceu não têm valor para aquelas pessoas que já dominam algum conhecimento ou assumem o poder em organizações públicas ou privadas, por isso a sua vida útil é curta e muitas, quando conseguem se sustentar, se tornam perigosas para os que ambicionam o poder, porque tornam as pessoas mais esclarecidas. O mesmo pode ser dito das Escolas Parque que havia em Salvador inspiradas na obra do brilhante educador Anísio Teixeira, que foram transformadas em “colégios polivalentes” e outras invenções para o ensino encabrestado, mas sem o padrão pedagógico que Anísio construiu. E assim acontece em vários estados e até em países. Continuarei esta discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; FILION, L J. O planejamento de seu sistema de aprendizagem empresarial: identifique uma visão e avalile o seu sistema de relações. Revista de Administração de Empresas, SãoPaulo, 31(3):63-71, Jul/Set 1991.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-6714295780488606987?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/6714295780488606987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=6714295780488606987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6714295780488606987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6714295780488606987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/02/temas-interessantes-e-importantes_17.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-5435291046510853289</id><published>2008-02-10T22:21:00.000-03:00</published><updated>2008-02-10T22:27:19.711-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Empreendedorismo (5)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A idéia de negócio, o sonho, a visão empreendedorial antecedem a esse processo de aprendizagem e até não dependem diretamente dele, pois ocorrerão mesmo que a pessoa não tenha concluído um curso elementar porque isto faz parte da consciência e da vivência humanas e não é ensinado em nenhuma escola e não está contido em nenhum manual. Trata-se da conscientização promovida pela aprendizagem imitativa que é própria do ser humano&lt;/em&gt; (SILVA, 2008)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero salientar, nesta discussão, que não é ruim imitar, sobretudo porque a imitação é a principal escola humana. O que prejudica o processo imitativo é a visão reativa, conservadora, retrospectiva, tornando-o negativo e fazendo do senso comum um paradigma permanente. A imitação positiva agrega valor e é um salto para o empreendedorismo criativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido concordo com Nóbrega, ao salientar que o que mais motiva o brasileiro médio é manter um &lt;em&gt;status quo&lt;/em&gt; que ele adquiriu ou desenvolveu ao longo de suas existência, não se arriscando a mudar uma vírgula do seu projeto de vida. Para aqueles que aceitam resultados de pesquisa, contraponho a algumas das assertivas do GEM&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; os estudos de Hofstede&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; sobre cultura e gestão, os quais, apesar de um pouco antigos, ainda não tiveram as suas teses contestadas por pesquisadores atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso não acredito que o brasileiro seja empreendedor, ainda, mas ele é potencialmente empreendedor e o problema é que ele mesmo não sabe disso, como afirmo em meu livro &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Seja Empreendedor... Além de Ser Empresário&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, por isso continua abrindo negócios por imitação. O fato de abrir um negócio por imitação é um indicador de &lt;strong&gt;fuga à incerteza&lt;/strong&gt; se considerarmos os resultados da pesquisa de Hofstede, o que implica que o brasileiro não é de arriscar muito e tem grande preferência por conservar o status quo sempre que existe chance para isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, este quadro parece-me está começando a mudar na medida em que se eleva o nível educacional mesmo que muitos dos cursos superiores não cheguem além de um bom currículo de nível médio, em especial os cursos de ciências sociais aplicadas como administração, contabilidade e economia, com poucos estudantes se destacando como visionários propensos a investir em estudos mais profundos e pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empreender é ter coragem para mudar e não para reformar. Quem reforma não muda, apenas conserva o status quo com um novo figurino que alguns escritores chamam de maquilagem. E um dos fracassos dos negócios em países como o Brasil está no medo de mudar. Neste ponto concordo com Jorge Garcia que, em entrevista à Revista Época Negócios&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn4" name="_ednref4"&gt;[iv]&lt;/a&gt;, mostra que a arrogância e a soberba são os pontos mais críticos que levam as empresas à morte. Acrescento a estas qualidades (negativas) a visão conservadora e reativa que dificulta a inovação e a transformação que são os principais resultados de uma visão empreendedorial proativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; SILVA, J. M. da. &lt;em&gt;L.I.D.E.R. Idéias e Projetos. Perspectivas Empreendedoriais e Desenvolvimento de Negócios&lt;/em&gt;. Em fase de conclusão. 2008.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; GEM – Global Entrepreneuship Monitor.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; HOFSTEDE, Geert. Culture and Management Development. Genebra: &lt;em&gt;UNDP/ILO Interregional Project&lt;/em&gt;. Co-operation among management development institutions, Discussion paper, 1983. Ver também o site &lt;a href="http://geert-hofstede.international-business-center.com/mcsweeney.shtml"&gt;http://geert-hofstede.international-business-center.com/mcsweeney.shtml &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref4" name="_edn4"&gt;[iv]&lt;/a&gt; GASCIA, Jorge. Entrevista. Revista Época Negócios,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-5435291046510853289?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/5435291046510853289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=5435291046510853289' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/5435291046510853289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/5435291046510853289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/02/temas-interessantes-e-importantes_10.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-486216400738568604</id><published>2008-02-02T15:14:00.000-03:00</published><updated>2008-02-02T15:28:01.972-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Empreendedorismo (4) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A&lt;em&gt; média das pessoas é muito mais inclinada a garantir o status quo do que a arriscar o novo. Não basta ser simplesmente criativo - o sujeito que vende sorvete na praia e se dá bem porque desenvolve relacionamentos um a um com seus clientes é empreendedor, mas não é schumpeteriano. O meu empreendedor é o vendedor de sorvete que não se satisfez com o pequeno sucesso, e partiu para uma fábrica de sorvete que usa novas tecnologias e novas matérias-primas, que exporta, que introduz novos formatos de distribuição, que inventa arranjos novos e diversifica&lt;/em&gt;. (Época Negócios, História Revista por Clemente Nóbrega)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empreendedorismo é uma filosofia (ou uma arte?) que inspira os indivíduos a terem coragem de arriscar. Assumir risco é uma das suas mais evidentes características e é por ela que eu estudo o perfil empreendedorial das pessoas. O velho Schumpeter já nos ensinava isto quando relacionava a inovação ao desenvolvimento de negócios. Só se inova destruindo o velho e só destrói o velho quem tem coragem de arriscar no novo. Esta é a trajetória que representa a mudança em tudo: nas pessoas, na natureza, nos negócios, nas amizades, nas ideologias, nas religiões (se é que se pode falar em mudanças em ideologias e religiões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o empreendedorismo pode ser ensinado, como outras disciplinas ou conhecimentos são ensinados para as pessoas que despertam interesses pela aprendizagem. Não estou defendendo esta idéia porque sou professor de Desenvolvimento de Negócios, mas porque uma das discussões que vejo por aí em jornais, revistas e até em rádio é sobre a questão: "Uma pessoa pode aprender a ser empreendedora?", ou "Pode uma pessoa já nascer empreendedora?" E as respostas que são produzidas destas discussões geralmente ficam no meio termo da polêmica metáfora da galinha e do ovo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela minha ótica científica, o homem não nasce sabendo nada em relação ao mundo e aos conhecimentos existentes no mundo, com exceção dos elementos instintivos que vêm anexos ao seu DNA e que representam sua inteligência motora importante como uma condição mínima para sua possível sobrevivência. Em outras palavras, o indivíduo humano não nasce sabendo pensar; ele aprende a pensar ao longo da vida desde o momento em que nasce. Portanto, ele não nasce sabendo nada muito menos a empreender. Tudo o que o homem faz ou fará durante a vida deve-se à capacidade de aprender a pensar mesmo que seja o mínimo possível do seu interesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, percebo que existem, também, muitas organizações oportunistas que estão lançando (e lucrando com) cursos de empreendedorismo, de valor alto, que prometem formar empreendedores em 10, 20, 30, 60 horas-aula, o que é um grande engano. Fala-se, também, que o brasileiro é um empreendedor nato e que as pesquisas que foram realizadas desde os anos 90 do século passado até então pelo GEM têm mostrado isto pelo número de empresas que são criadas no Brasil. Tenho minhas dúvidas. Penso que o brasileiro é um grande imitador e alguns se destacam por sua excelência quando conseguem, por intuição possivelmente, projetar-se segundo as características salientadas por Schumpeter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante não confundir “criar empresas” com “ser empreendedor” porque nem sempre uma empresa é criada através da capacidade ou comportamento empreendedorial de uma pessoa. Qualquer ser humano tem capacidade para criar uma empresa, mas isto não implica que ele seja empreendedor porque teve a coragem ou ousadia para realizar esta ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; NÓBREGA, Clemente. Joseph Schumpeter. O profeta da inovação. Artigo publicado na revista Época Negócios. Site: &lt;a href="http://www.sitedoempreendedor.com.br/entrevistas.php?acao=exibir&amp;amp;id=100"&gt;http://www.sitedoempreendedor.com.br/entrevistas.php?acao=exibir&amp;amp;id=100&lt;/a&gt;. Visita em 19/01/2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-486216400738568604?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/486216400738568604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=486216400738568604' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/486216400738568604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/486216400738568604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/02/temas-interessantes-e-importantes.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-1501284690924344287</id><published>2008-01-26T23:36:00.000-03:00</published><updated>2008-01-26T23:47:13.949-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Empreendedorismo (3)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Diferentes situações empreendedoras, de iniciação, crescimento e maturidade de um empreendimento de risco, podem requerer diferentes comportamentos e habilidades.&lt;/em&gt; (CUNNINGHAM e LISCHERON, 1996).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo de Cunningham e Lischeron apresenta como um marco interessante a reunião de seis escolas empreendedoriais em três grupos, o que contribui para facilitar a compreensão a respeito de alguns conceitos, geralmente dispersos, ainda que aparente mais uma estruturação acadêmica ou para fins acadêmicos. Os três grupos de escolas são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Avaliando as Qualidades Pessoais&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;1. Escola do Empreendedor “Grande Pessoa”&lt;br /&gt;2. Escola das Características Psicológicas do Empreendedor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Oportunidades de Reconhecimento&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;3. Escola Clássica Empreendedorial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ações e Gestão&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;4. Escola de Gestão Empreendedorial&lt;br /&gt;5. Escola de Liderança Empreendedorial&lt;br /&gt;6. Escola de Intrapreendimento Empreendedorial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o intuito de melhorar um pouco mais esta distribuição em três blocos, segundo uma abordagem administrativa, poderemos ter o seguinte quadro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segundo uma posição Pragmática de Negócio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;a) Escola do Empreendedor “Grande Pessoa”&lt;br /&gt;b) Escola de Intrapreendimento Empreendedorial&lt;br /&gt;c) Escola de Gestão Empreendedorial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segundo uma posição Comportamental do Empreendedor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;d) Escola das Características Psicológicas do Empreendedor&lt;br /&gt;e) Escola de Liderança Empreendedorial&lt;br /&gt;f) Escola Clássica Empreendedorial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta nova disposição das escolas pode ajudar ao leitor ter uma visão mais homogênea ou harmoniosa orientada para os elementos conceituais, para aprofundar as idéias e assim melhorar a definição de Empreendedorismo, a qual, como se pode apreciar nesta distribuição, lida com dois conjuntos definidores que não são excludentes, mas que permite orientações de acordo com as necessidades e oportunidades ou, em uma outra configuração, com as &lt;strong&gt;capacidades de imitar ou de criar.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma das frases que gosto e que está no meu próximo livro (&lt;em&gt;Seja Empreendedor... Além de Ser Empresário&lt;/em&gt;, 2008), diz o seguinte: “As pessoas nunca têm tempo para o futuro. Só têm tempo para o passado. Porém, as oportunidades nunca estão no passado elas estão sempre no futuro. Aqui reside uma das várias diferenças entre o indivíduo &lt;strong&gt;empreendedor&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;empresário&lt;/strong&gt;. Isto fica demonstrado através do &lt;strong&gt;prisma de visão de mundo&lt;/strong&gt; que difere entre os indivíduos. Isto também se reflete na vontade de realização das pessoas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta frase sintetiza minhas idéias sobre empreendedorismo pragmático e empreendedorismo comportamental. Os dois são importantes e, graças ao primeiro, tornou-se possível a Revolução Industrial, o surgimento do Industrialismo e o nascimento de gigantes industriais no Ocidente como a General Electric entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, já não estamos mais vivendo a era em que qualquer receita de bolo agradava o paladar do cliente. Já não existe mais espaço para o negócio único, isolado, sozinho porque o desenvolvimento já experimentou uma grande variedade de negócios que agora existem mais orientados para resultados, deixando pouco espaço para exploração de oportunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-1501284690924344287?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/1501284690924344287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=1501284690924344287' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/1501284690924344287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/1501284690924344287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/01/temas-interessantes-e-importantes_26.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-3532333354318578470</id><published>2008-01-19T07:32:00.000-03:00</published><updated>2008-01-19T07:47:42.416-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Empreendedorismo (2)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nós continuamos a conhecer muito pouco sobre empreendedores, embora exista muito interesse e muitas publicações sobre este tema. Muito do material publicado é fragmentado e bastante discutível. Por exemplo, indivíduos auto-empregados e proprietários de firma podem ser surpreendidos ao aprender que alguns acadêmicos e pesquisadores sugerirão que eles não são realmente “empreendedores”, mas “proprietários de pequenos negócios”. De fato, muitas pessoas que tenham se percebido por tanto tempo como empreendedores bem sucedidos não se adequariam às definições que atualmente estão sendo propostas.&lt;/em&gt; (CUNNINGHAM e LISCHERON, 1996)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora exista um número significativo de publicações que tratam deste tema, desde artigos em revistas de divulgação científica e de divulgação de práticas de varejo, comerciais e de negócios, no Brasil e no exterior, até trabalhos resultantes de dissertações e teses de mestrado e doutorado, o Empreendedorismo ainda permanece como um tema desconhecido ou pouco conhecido e interpretado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem pelo menos duas linhas de discussão que merecem uma atenção do leitor quando se referir a este tema: a linha &lt;strong&gt;anglofônica&lt;/strong&gt;, que vai liderada pelo pessoal do Babson College, em particular por Bygrave e seus colaboradores e a linha &lt;strong&gt;francofônica&lt;/strong&gt;, que tem em Filion um dos seus mais divulgados expoentes. Ambos têm seguidores no Brasil e destaco dois colegas que merecem atenção pelos trabalhos publicados e pelos esforços em tratar com bastante seriedade este tema que são José Dornelas – seguindo a linha do Babson College dos Estados Unidos – e Fernando Dolabela – que tem grande afinidade com a linha de conhecimentos defendida por Louis Jacques Filion do Canadá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas minhas atividades de estudo e pesquisa, bem como nos trabalhos desenvolvidos para os cursos de administração, utilizo e divulgo textos destes autores e de outros tantos brasileiros que vêm se destacando com suas pesquisas sobre empreendedorismo. Vale ressaltar aqui, pelo menos, dois colegas bem próximos: José Roberto Santos e Almiralva Ferraz, ambos com teses apresentadas em suas dissertações de mestrado e já transformadas em livros de significativo valor para os estudantes de disciplinas relacionadas com desenvolvimento de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, procuro investigar em nossos ambientes negociais traços de um empreendedorismo brasileiro ou de um modo de ser empreendedor que possa identificar características típicas ou particulares de nossas regiões. No livro &lt;em&gt;Seja Empreendedor... Além de Ser Empresário&lt;/em&gt;, procuro desenvolver uma metodologia para a atuação dos empreendedores e empresários que desejam ir além da visão de senso comum. Também, na minha busca por um ambiente empreendedorial brasileiro tenho apresentado em congressos trabalhos de uma tese que desenvolvi sobre o &lt;strong&gt;Coopreendedorismo&lt;/strong&gt; o qual pesquiso com base nas idéias comportamentalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certo modo tenho utilizado com mais ênfase os materiais produzidos a partir das pesquisas de Filion, tendo em vista que uma das características que vêm sendo salientadas no empreendedor e empresário brasileiro, pelo menos no Nordeste, é um comportamento mais imitativo do que pragmático, em especial porque a criação de negócio por imitação está muito ligada ao senso comum que ainda é muito forte no ambiente negocial dessas regiões. Vale salientar, também, uma tendência comportamental mais orientada para uma visão retrospectiva (e por isso seguindo uma trajetória que vai de uma posição reativa a outra conservadora) do que prospectiva (ou proativa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo de Cunningham e Lischeron (1996) que traduzi para fins didáticos forneceu um bom material para estudar e discutir, em aula e atividades docentes, algumas das bases de formação e desenvolvimento de empreendedores. Segundo estes autores “Embora um acordo sobre definição possa servir para unir os campos, as atividades de pesquisa parecem cair dentro das seis escolas de pensamento, cada qual com seus próprios conjuntos básicos de crenças”. E mais: “Cada uma dessas escolas pode ser categorizada de acordo com o seu interesse em estudar as características pessoais, as oportunidades, a gestão, ou a necessidade de adaptação de um empreendimento de risco existente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o momento não encontrei outro estudo que propusesse uma mudança para esta divisão.  Em um primoroso artigo, também traduzido por mim para uso didático, Filion (1998) divide os trabalhos e pesquisas em dois grupos os quais ele atribui a) aos Economistas e b) aos Comportamentalistas&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;, divisão que resume muito bem o agrupamento dos conceitos e definições realizados por outros autores.  Na próxima postagem vou tentar resumir e emitir minhas idéias com relação a cada uma das seis escolas e, também, com relação ao estudo de Filion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; CUNNIGHAN, J. Barton e LISCHERON, Joe. Definindo Entrepreneurship. West Virginia, Morantown: &lt;strong&gt;Journal of Small Business Management&lt;/strong&gt;, v.29, n.1, Janeiro 1991. Tradução de J. M. Silva, publicada em: Cadernos de Ciências Sociais Aplicadas, Vitória da Conquista: UESB, n.1, v.1, 1996.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; FILION, L. J. Do Empreendedorismo à Empreendedologia. Montreal: &lt;strong&gt;Journal of Enterprising Culture,&lt;/strong&gt; v.6, 1998. Tradução e adaptação Jovino Moreira da Silva, M. Sc. Vitória da Conquista: UESB. &lt;a href="http://www.uesb.br/sheng/"&gt;http://www.uesb.br/sheng/&lt;/a&gt;, 2000.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-3532333354318578470?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/3532333354318578470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=3532333354318578470' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3532333354318578470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3532333354318578470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/01/temas-interessantes-e-importantes_19.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-6683577212371177655</id><published>2008-01-13T20:04:00.000-03:00</published><updated>2008-01-13T20:10:12.505-03:00</updated><title type='text'>Intervalo para Meditação e Reflexão</title><content type='html'>&lt;strong&gt;LEITURA CONTEMPLATIVA (2)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para este segundo intervalo trago para vocês um texto extraído do livro Impérios da Mente de Denis Waitley&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;. Aproveitem a leitura e façam uma reflexão sobre as idéias deste autor. Trata-se de um livro que merece ser lidos por empreendedores e empresários e professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;SURGEM OS NOVOS LÍDERES&lt;br /&gt;Considere o impacto do computador. Projetado como ferramenta para gerenciar a complexidade, ele também &lt;/em&gt;acrescenta&lt;em&gt; complexidade, assim como novas estradas fazem aumentar o tráfego. O computador nos permite classificar, armazenar e recuperar material com uma rapidez cada vez maior. Mas quanto mais rápido podemos analisar dados, mais rápido se espera que tomemos decisões – e maior a pressão para alcançá-las. E nossos competidores raramente perdem de vista a eficácia dos computadores. Eles os instalam, programam e utilizam para produzir bens e serviços com a mesma qualidade dos nossos – e mais baratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vantagem competitiva, portanto, não caberá aos que usam computadores, mas, sim, aos que sabem como incentivar em cada indivíduo mais produtividade e excelência. (...) Precisamos de uma estratégia nova e duradoura para analisar o nosso potencial e mapear nossas metas – metas que mereçam verdadeiramente ser buscadas, acreditadas e alcançadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Como conseguir isto? Somente nos armando de estratégias de controle quando a única regra é mudar. Isto é especificamente crítico diante da globalização do nosso mundo e da sua incansável e crescente complexidade. Os jogadores estão cada vez mais sofisticados e dominando o conhecimento. O ritmo está muito mais rápido. As apostas são mais altas e o campo de jogo não está nivelado. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os novos líderes nos novos impérios da mente receberão com agrado as mudanças em vez de lhes opor resistência. Terão aprendido como fazê-las funcionar a seu favor e não contra eles. E terão desenvolvido estratégias e habilidades únicas que lhes possibilitarão transformar desafios em oportunidade. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis aqui um outro provérbio paradoxal para a era do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;É preciso aprender com os erros já cometidos, mas não descansar sobre os loiros do passado.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma sociedade jamais sobreviveu ao seu próprio sucesso. Nenhum império geográfico ou civilização atingiu o topo e ficou lá para sempre. Todas as sociedades, indústrias e países que exerceram a liderança no passado descansaram sobre seus loiros – e caíram de seus pedestais.&lt;/em&gt; (WAITLEY, 1996, p.8-9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuarei com o tema Empreendedorismo na próxima semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; WAITLEY, Denis. &lt;em&gt;Impérios da Mente&lt;/em&gt;. Rio de Janeiro: Campus, 1996.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-6683577212371177655?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/6683577212371177655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=6683577212371177655' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6683577212371177655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/6683577212371177655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/01/intervalo-para-meditao-e-reflexo.html' title='Intervalo para Meditação e Reflexão'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-3970847786638504750</id><published>2008-01-04T19:09:00.000-03:00</published><updated>2008-01-04T19:46:36.537-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Empreendedorismo (1)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Todas as pessoas são, potencialmente, empreendedoras. O problema é que elas não sabem disso e imaginam que criar negócio é para quem tem dinheiro e experiência, e pensam que o importante é ser mesmo empresário de sucesso&lt;/em&gt;. &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuo com a discussão dos temas interessantes que selecionei e começamos agora a apresentação de proposições, idéias e princípios que considero importantes para o tema &lt;strong&gt;Empreendedorismo&lt;/strong&gt;. Algumas das idéias que abordarei aqui serão extraídas do meu próximo livro: &lt;em&gt;Seja Empreendedor... Além de ser Empresário&lt;/em&gt;, o qual deverá sair no primeiro trimestre de 2008. Outras idéias serão selecionadas de textos e artigos diversos e temas de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, não concordo plenamente, senão parcialmente, com muito do que se escreve no Brasil, se discute e se fala sobre Empreendedorismo, sobretudo no que se refere ao que chamo de linha pragmática (ou que vem demonstrando interesse em transformar o tema em um paradigma ou um modismo) bem ao estilo americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez pelo meu espírito de cooperação e pela afinidade com a filosofia e o conteúdo socioeconômico do &lt;strong&gt;Cooperativismo&lt;/strong&gt; e as idéias oriundas do &lt;strong&gt;Mutualismo&lt;/strong&gt;, posso até exagerar nas minhas críticas aos estudiosos do empreendedorismo pragmático e mecanicista, para dar ênfase ao empreendedorismo comportamental ou antropossocial que defendo em meus trabalhos (artigos e livros) e discuto nesta página e procuro transmitir e utilizar como base educacional em minhas aulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como aconteceu com o &lt;strong&gt;Cooperativismo&lt;/strong&gt;, sobre o qual pouco se escreve e pouco se discute e, quando se escreve e se discute, segue-se uma linha que não focaliza a cooperação a partir de uma ação integrativa e, sim, focaliza em uma linha de ação auto-afirmativa, que não inclui a visão do Homem Integral, o mesmo acontece com o &lt;strong&gt;Empreendedorismo&lt;/strong&gt;, que procura seguir com mais ênfase uma linha ainda presa às idéias de um capitalismo clássico que, no fundo, está mais para empresarialismo do tipo dominador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Empreendedorismo de Ação Integrativa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, como estou a discutir em alguns artigos, deve substituir o modelo atual baseado no &lt;strong&gt;Empreendedorismo Pragmático Mecanicista&lt;/strong&gt;, geralmente centrado em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ação Auto-Afirmativa negativa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O primeiro centraliza-se nas ações coletivas positivas, enquanto o segundo, de acordo com o que se tem historicamente registrado entre nós, centraliza-se em ações individualistas negativas, sob o domínio de um único indivíduo que, em muitos casos, é o iniciador, o &lt;em&gt;self-made-man&lt;/em&gt; que os americanos tanto apreciam e endeusam como o construtor da América, cuja figura mais curiosa é a do Tio Sam, ou, em sentido de cartoon, do Tio Patinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Empreendedorismo de Ação Integrativa ou Auto-Afirmativa (positiva),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ao agregar tanto os princípios do livre negócio, da livre propriedade ou propriedade familiar (da liberdade de iniciativa empreendedorial positiva, não-monopolista) quanto os princípios da cooperação, resulta no que denominei de &lt;strong&gt;Coopreendedorismo,&lt;/strong&gt; enquanto o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Empreendedorismo de Ação Integrativa ou Auto-Afirmativa (negativa) &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;representa o modelo, ou o modismo, empreendedorial que atualmente se discute e sobre o qual se escreve muito no Brasil e no Ocidente, e procura simplesmente repetir aqui os padrões ou modelos que representaram o sucesso americano nos dois últimos séculos (19 e 20) cujos resultados para o Planeta e para as civilizações já são demais conhecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo do &lt;strong&gt;Coopreendedorismo, &lt;/strong&gt;além de interessante tem um conteúdo muito importante que pode contribuir para a redução da pobreza, porque parte da estrutura familiar como modelo e como base empreendedorial e cooperativa singular, mútua e natural, quando não está sob a arrogância de um patriarca autocrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala em &lt;em&gt;família empreendedorial&lt;/em&gt;, fala-se não do clã familiar que cria um negócio e, de repente, o negócio dá certo, e daí em diante o patriarca assume funções de todo-poderoso, controlando e centralizando em si todas as principais atividades da micro-empresa. Este se assemelha ao modelo individualista Auto-Afirmativo negativo muito atual no Brasil e mais ainda no Nordeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário deste modelo individualista, trata-se aqui de uma família e de um coletivo de pessoas, no qual essas pessoas incluídas representam o &lt;strong&gt;Indivíduo Coletivo&lt;/strong&gt; que estará se somando com outros Indivíduos Coletivos para formar uma &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Co-organização empresarial&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, à qual atribuo o conceito de &lt;strong&gt;Família Cooperativa&lt;/strong&gt;. Esta é a essência do Coopreendedorismo ou Empreendedorismo de Ação Integrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A micro-empresa que nasce destas relações cooperativas representa o &lt;strong&gt;Ser Coletivo&lt;/strong&gt; e não depende de um patriarca empresarial, ou de um empresário dominador e centralizador para regular suas ações e seus destinos, porque ela se &lt;strong&gt;auto-sustenta&lt;/strong&gt; com base na energia de todos. Em outras palavras, são empresas que não têm mais um dono único, dominador, autoritário, mas vários donos que assumem de forma cooperativa, com suas energias, a co-organização de seus negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O país não está mais precisando de empresários tocadores de negócios porque o tempo negocial destes já passou. Não estamos mais nem no Brasil Colônia nem no Brasil da Primeira República nos quais tudo que se produzia se vendia e ainda sobrava para a família do quitandeiro, do padeiro, do açougueiro, do verdureiro, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje estamos precisando de &lt;strong&gt;Empreendedores Empresários&lt;/strong&gt; e de &lt;strong&gt;Empresários Empreendedores&lt;/strong&gt;, precisamos de eficiência e eficácia, de criatividade e inovação, de visionários de curto e longo prazo, e tudo isto só pode ser alcançado através do Desenvolvimento de Sistemas Humanos e da Educação. Esta é a essência do meu livro &lt;em&gt;Seja Empreendedor... Além de ser Empresário&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; SILVA, J. M. &lt;em&gt;Seja Empreendedor... Além de Ser Empresário&lt;/em&gt;. Itabuna: ViaLitterarum, 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-3970847786638504750?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/3970847786638504750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=3970847786638504750' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3970847786638504750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3970847786638504750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2008/01/temas-interessantes-e-importantes.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-705397407012455252</id><published>2007-12-29T13:17:00.000-03:00</published><updated>2007-12-29T14:22:37.523-03:00</updated><title type='text'>Intervalo para Meditação e Reflexão</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Leitura Contemplativa (I)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para o intervalo desta semana escolhi um texto de OSHO e outro de INGENIEROS. São textos interessantes e bem relacionados com as atividades orientadas para o Desenvolvimento Humano e, de certo modo, com os temas que estou trabalhando. Para a sua leitura e reflexão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AUTO-ACEITAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Você não pode melhorar a si mesmo. Não estou dizendo que não possível é melhorar, apenas que você não pode melhorar a si mesmo. Quando você pára de se melhorar, a vida melhora você. Nesse relaxamento, nessa aceitação, a vida começa a fluir por você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém jamais foi como você, e ninguém jamais será como você. Você é simplesmente único, incomparável. Aceite isso, ame isso, celebre isso – e dentro desta própria celebração você começa a ver a singularidade dos outros, a incomparável beleza dos outros. O amor só é possível quando há uma aceitação profunda de si mesmo, do outro, do mundo. A aceitação cria um meio em que o amor cresce, é o solo em que o amor floresce.&lt;/em&gt; OSHO&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt; (2003, p.73).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O HOMEM ROTINEIRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A mediocridade é mais contagiosa que o talento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rotineiros raciocinam com a lógica dos outros. Disciplinados pelo desejo alheio, encaixam-se em seu escaninho social, e se catalogam, como recrutas, nas fileiras de um regimento... Reduzidos a sombras inúteis, vivem do critério alheio; ignoram-se a si próprios limitando-se a crer que são como os outros julgam. Os homens excelentes, ao invés, desdenham a opinião alheia na justa proporção em que respeitam a própria, sempre mais severa, ou a de seus iguais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São sábios sem que, entretanto, se julguem desgraçados por isso. Se não se presumissem razoáveis, o absurdo que representam enterneceria. Ouvindo-os falar durante uma hora, parece que esta tem mil minutos. A ignorância é seu verdugo, como outrora o foi do servil, e o é atualmente dos selvagens; ela os transforma em instrumentos de todos os fanatismos, dispostos à domesticidade, incapazes de gestos dignos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ignoram que o homem vale pelo seu saber; negam que a cultura é a mais profunda fonte de virtude... Sua capacidade de meditar acaba convencendo-os de que não há problemas difíceis, e qualquer reflexo parece-lhes um sarcasmo; preferem confiar em sua ignorância, para adivinhar tudo... A leitura produz-lhe efeitos de envenenamento. Suas pupilas se deslizam frivolamente sobre centões (sic) absurdos; gostam dos mais superficiais, desses em que um espírito claro nada poderia aprender, embora sejam bastante profundos para empantanar um torpe. Engolem sem digerir, até a indigestão mental; ignoram que o homem não vive do que engole, senão do que assimila. O atascamento (sic) pode convertê-los em eruditos e a repetição pode dar-lhe hábitos de ruminantes. Mas, acumular dados não é aprender; tragar não é digerir. A mais intrépida paciência não transforma um rotineiro em um pensador... &lt;/em&gt;INGENIEROS&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; (s. d., p.75-76)).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; OSHO. &lt;em&gt;O Livro da Transformação&lt;/em&gt;. São Paulo: Sextante, 2003&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; INGENIEROS, José. &lt;em&gt;O Homem Medíocre&lt;/em&gt;. São Paulo: Edições Spiker, s. d.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-705397407012455252?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/705397407012455252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=705397407012455252' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/705397407012455252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/705397407012455252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2007/12/intervalo-para-meditao-e-reflexo.html' title='Intervalo para Meditação e Reflexão'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-3935130236289528619</id><published>2007-12-23T21:53:00.000-03:00</published><updated>2007-12-23T22:07:10.724-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;COOPERAÇÃO (4)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Há dois tipos de cooperação. O primeiro é a cooperação pelo interesse próprio; o segundo é a cooperação pelo interesse do todo. Cooperação pelo interesse próprio termina em falência. Cooperação pelo interesse das partes no todo traz saúde, felicidade, prosperidade e sabedoria para todos. Quando falamos em cooperação, nos referimos à segunda definição.&lt;/em&gt; Torkon Saraydarian (l990, p.39)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tema é rico e fascinante e nos convida a uma discussão muito longa. Sempre encontramos idéias, sugestões, proposições, princípios e realizações ainda que pequenas – considerando que nossa gente desconhece ou teme praticar a Cooperação em grupo ou pelo todo –, as quais nos animam para prosseguirmos e acreditarmos no desenvolvimento humano. Contudo, tenho ainda outros temas para tratar e terei que interromper hoje a discussão sobre Cooperação; e quero fechar este artigo com algumas abordagens de Saraydarian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostrei aqui as idéias de vários autores sobre Cooperação e, por extensão, sobre Cooperativismo. As idéias expostas envolveram desde posições filosóficas de autores e minhas também, místicas e até posições científicas. Agora, para encerrar, utilizo uma visão psicológica da Cooperação, a qual considero muito importante na minha caminhada pelo estudo, pela expansão e divulgação e aplicação da Cooperação em nossas comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de sintetizar a Cooperação e, por extensão, o Cooperativismo, com três vetores ou elementos de sustentação que oferecem uma abrangência socioeconômica, psicossocial e antropossocial muito importante, que são: a) Consciência Grupal; b) Objetivo Comum; e c) Atitude Integradora. Pode-se chamar estes vetores de base formadora do Espírito Cooperativista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim um grupo, um equipe, tem que funcionar como um Holon se assim não ocorrer deixa de ser grupo de seres humanos para ser meras partículas dispersas, inseguras, improdutivas vagando pelo espaço planetário, atuando de forma medíocre e não acrescentando nenhum valor à vida e nem à amplitude do Homem Integral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada cooperante, aqui representando um Holon, atua com um objetivo comum que se soma ao objetivo total do Corpo Holístico do Ser Integral. A Cooperativa, como um Ser Coletivo, representa a totalidade dos holons. Quando existe essa Integração Holística (Atitude) a Consciência Grupal emerge forte e irradia alegria, saúde, firmeza de caráter, o desenvolvimento humano se projeta, se salienta em todas as comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inexistência destes vetores implica na falta de Cooperação e isto resulta em doenças, conflitos, traumas e falência das pessoas, dos grupos, das organizações, sobretudo considerando que uma organização ou uma empresa representa a somatória de Holons grupais ou Indivíduos Coletivos (um grupo, uma equipe, um escritório, uma oficina, uma sala de aula, representam Indivíduos Coletivos que também coincidem com o Holon Grupal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que os indivíduos se entrelaçam de forma harmoniosa para formar um grupo, os grupos se entrelaçam para formar comunidades, e, progressivamente, formam sociedades, formam nações, formam o planeta, formam o cosmo. Todos agindo e atuando segundo as suas consciências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saraydarian (1990, p.32) mostra isto neste pensamento: &lt;em&gt;Um grupo é criado por uma grande razão: construir unidade e síntese através da assimilação de novos elementos, motivando-os a expandir suas próprias possibilidades. Os indivíduos devem formar grupos e os grupos devem formar grupos maiores, até que todos os grupos se tornem uma humanidade, tendo desenvolvido uma consciência global.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Reforçando estas idéias e ainda recorrendo a Saraydarian (1990, p.33) ele diz que &lt;em&gt;quando uma célula compartilha das atividades, emoções, pensamentos e visões de um todo magnífico, ela se desdobra, progride e entra no caminho da perfeição O mesmo é verdadeiro para uma pessoa individualizada.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Isto nos leva a afirmar que, sem Cooperação fica difícil promover o desenvolvimento humano e, mais ainda, criar e desenvolver organizações sadias e sólidas, vivendo em função de suas consciências grupais, seus objetivos comuns e suas atitudes integradoras. Isto possibilita a criação de uma visão, de uma missão, de propósitos, objetivos, metas e focos cooperativistas firmes e duradouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderia prosseguir por longos e longos caminhos discutindo este tema tão importante e tão pouco experimentado pelas pessoas. Acredito que tudo se tornará mais saudável nas convivências e na busca de uma prosperidade duradoura se as pessoas começarem a viver dentro de uma proposta de ação holística cooperativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como só vou estar com vocês depois dos feriados e das festas de final de ano, desejo de coração e com um forte espírito cooperativista um Feliz Natal e um Novo Ano Integrativo com &lt;strong&gt;cooperação, amorização, colaboração, humorização, harmonização e humanização.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Concluo este tema com um pensamento de Proudhon (1975, p.116) para reflexão de todos: &lt;em&gt;Restituam aos homens a liberdade, iluminem-lhes a inteligência, a fim de que conheçam o sentido dos seus contratos e vereis presidir às suas trocas a mais perfeita igualdade, sem qualquer consideração pela superioridade dos talentos e da cultura; e reconhecereis que na ordem d&lt;/em&gt;as &lt;em&gt;idéias comerciais, quer dizer, na esfera da sociedade, a palavra superioridade tão tem sentido.&lt;/em&gt; &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_edn2" name="_ednref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Reflitam estas palavras do Século XIX seguindo os sete princípios do Cooperativismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; SARAYDARIAN, T. &lt;em&gt;A Psicologia da Cooperação e Consciência Grupal&lt;/em&gt;. São Paulo: Aquariana, 1990.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579#_ednref2" name="_edn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; PROUDHON, P.-J. &lt;em&gt;O que é a propriedade&lt;/em&gt;. Lisboa: Editorial Estampa, 1975.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-3935130236289528619?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/3935130236289528619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=3935130236289528619' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3935130236289528619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4536083396516112579/posts/default/3935130236289528619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jovinodash.blogspot.com/2007/12/temas-interessantes-e-importantes_23.html' title='Temas interessantes e... importantes'/><author><name>Jovino Moreira da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11655288102229334729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_45Tu8rTksbc/S2lkqkeUpmI/AAAAAAAAAAY/xTvdnTayy40/S220/foto+jovino+palet%C3%B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4536083396516112579.post-6753995161665342093</id><published>2007-12-15T08:18:00.000-03:00</published><updated>2007-12-15T08:24:56.916-03:00</updated><title type='text'>Temas interessantes e... importantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;COOPERAÇÃO (3)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Através do sistema cooperativo a sociedade humana progredirá num ritmo acelerado, introduzindo uma nova revolução na ciência. Nenhuma parte deste universo será mantida sem utilização, todos os recantos serão utilizados apropriadamente. &lt;/em&gt;Prabhat Ranjan Sarkar (1996).&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filosofia cooperativista não se aplica apenas à criação de cooperativas. Uma cooperativa é apenas uma organização que se cria quando se deseja reunir esforços que não terá grande valia ou energia suficiente se utilizados de forma isolada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A raiz mesma do cooperativismo, antes de qualquer conotação econômica ou política, é a &lt;strong&gt;cooperação&lt;/strong&gt; e esta independe da existência de um órgão formal ou informal para existir. A razão de ser do individuo humano no planeta é uma existência e um viver cooperativo que implica em juntar forças e energias sempre para alcançar a realização do ser integral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos (e devemos) ser cooperantes tanto em uma empresa tipo cooperativa quanto em outra de qualquer formato e independente do tamanho. O que dificulta a operação cooperativa entre nós não é a formalização do negócio, mas as imposições que recaem sobre as pessoas para atuar ou participar de organização de negócios, seja ela com ou sem fins financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez converso com Tulku e ele diz que: "A incapacidade de cooperar é, com freqüência, resultado de padrões de comportamento formados na infância, de esforços autocentrados para termos as coisas do nosso modo e evitarmos o que não queremos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo da teoria para a prática social e econômica, percebe-se que os &lt;strong&gt;princípios do cooperativismo&lt;/strong&gt;, como delineados pelos probos de Rochdale, apresentam um valor muito significativo para um redirecionamento das relações dentro das comunidades e é necessário que se faça uma leitura reflexiva deles no ambiente humano: educacional, familiar, empresarial. Vou expor aqui os sete princípios para que vocês reflitam comigo sobre a importância deste tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) &lt;strong&gt;Da livre e aberta adesão dos sócios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas interessadas em utilizar seus serviços e dispostas a aceitar as responsabilidades da sociedade, sem discriminação social, racial, política, religiosa e sexual (de gênero).&lt;br /&gt;2) &lt;strong&gt;Gestão e controle democrático dos sócios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As cooperativas são organizações democráticas controladas por seus associados, que participam ativamente na fixação de suas políticas e nas tomadas de decisões.&lt;br /&gt;Homens e mulheres, quando assumem como representantes eleitos, respondem pela associação. Nas cooperativas de primeiro grau, os sócios têm direitos iguais de voto (um sócio, um voto). Cooperativas de outros graus são também organizadas de forma democrática.&lt;br /&gt;3) &lt;strong&gt;Participação econômica do sócio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os associados contribuem eqüitativamente e controlam democraticamente o capital de sua cooperativa. Ao menos parte desse capital é, geralmente, de propriedade comum da cooperativa.&lt;br /&gt;Os associados geralmente recebem benefícios limitados pelo capital subscrito, quando houver, como condição de associação.&lt;br /&gt;Os sócios destinam as sobras para algumas das seguintes finalidades: desenvolver sua cooperativa, possibilitando a formação de reservas, onde ao menos parte das quais sejam indivisíveis; beneficiar os associados na proporção de suas transações com a cooperativa; e sustentar outras atividades aprovadas pela sociedade (associação).&lt;br /&gt;4) &lt;strong&gt;Autonomia e independência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As cooperativas são autônomas, organizações de auto-ajuda, controladas por seus membros. Nas relações com outras organizações, inclusive governos, ou quando obtêm capital de fontes externas, o fazem de modo que garantam o controle democrático pelos seus associados e mantenham a autonomia da cooperativa.&lt;br /&gt;5) &lt;strong&gt;Educação, treinamento e informação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As cooperativas fornecem educação e treinamento a seus sócios, aos representantes eleitos, aos administradores e empregados, para que eles possam contribuir efetivamente ao desenvolvimento de sua cooperativa.&lt;br /&gt;Eles informam ao público em geral - particularmente aos jovens e líderes de opinião - sobre a natureza e os benefícios da cooperação.&lt;br /&gt;6) &lt;strong&gt;Cooperação entre as cooperativas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As cooperativas servem seus associados mais efetivamente e fortalecem o movimento cooperativista, trabalhando juntas através de estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;7) &lt;strong&gt;Interesse pela comunidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentável de suas comunidades através de políticas aprovadas por seus associados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um destes princípios daria um artigo. Aqui começa para nós brasileiros um campo amplo para aprendermos a viver de forma cooperativa e ter sociedades e comunidades mais produtivas e mais felizes. Vamos discutir um pouco mais este tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão, Paz e Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Antes de imprimir pense no Meio Ambiente e nos Custos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4536083396516112579&amp;amp;pli=1&amp;amp;pli=1#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; SARKAR, P. R. &lt;em&gt;Democracia Econômica. Teoria da Utilização Progressiva&lt;/em&gt;. São Paulo: Ananda Marga, 1996.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4536083396516112579-6753995161665342093?l=jovinodash.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jovinodash.blogspot.com/feeds/6753995161665342093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4536083396516112579&amp;postID=6753995161665342093' titl
